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domingo, 19 de agosto de 2018

Metrosidero Três Anos Depois



Passaram agora três anos que trouxe este metrosidero de um ecoponto, deixado ao abandono para ir para o lixo. E três anos depois já está um senhor metrosidero, a aproximar-se dos dois metros de altura apesar de já lhe ter cortado as pontas. Foi esta a evolução:

Julho - Setembro - 2015

Julho 2016

Agosto - 2018
Não sei bem porquê mas este ano, ao contrário do ano passado, não deu flores. A minha explicação vai para a imensa geada que caiu no Inverno passado e que, queimou inclusive as extremidades, e poderá ter sido isso que tenha impedido a floração. 

Entretanto resta-me tentar vender ou trocar porque não tenho onde plantar uma árvore que desenvolve e cresce de forma impressionante. E o meu papel está cumprido. 

sábado, 26 de maio de 2018

Que Praça tão Inóspita... sem uma única Árvore

Um curto fim-de-semana por Lisboa a passear. Há dezoito anos estive por lá dois meses, mas como à sexta-feira tinha de voltar para norte, basicamente só conheci as estações de Metro e os maiores centros comerciais onde ia fazer compras. 

Fiquei alojado na zona da baixa e fui dar o passeiozinho de turista, a pé, descendo da rua Augusta até chegar à Praça do Comércio e avistar o rio Tejo e a ponte, lá ao longe. 

Subi o Arco da rua Augusta e, lá de cima, avistava toda a praça, salpicada de turistas que pareciam formiguinhas andando de um lado para o outro. A praça é todo um enorme espaço completamente cimentado. Não tem um bocadinho de terra à vista, não tem uma única árvore, um bocadinho de sombra que seja, tirando claro, os toldes das esplanadas. 

Praça do Comércio

Rua Augusta

Rio Tejo, Ponte 25 de Abril e Cristo Rei

sábado, 22 de abril de 2017

Árvore Florida

Já há umas semanas quando passei por ali, na marginal junto ao rio Douro, a dois passos da Ponte Dom Luís, aquela árvore chamou-me a atenção. Hoje que passei de bicicleta por lá, resolvi parar e tirar umas fotografias. Eu desconhecia aquela espécie de árvore, que por aqui não me parece muito comum, e pelo que estive a investigar, parece-me uma Delonix regia, vulgarmente chamada de Flamboyant, Acácia-rubra, Árvore-flamejante, Flamboiant, Flor-do-paraíso ou Pau-rosa.



Será que esta identificação está correta?


sábado, 11 de julho de 2015

Metrosidero resgatado do Ecoponto

Há coisa de duas semanas fui ao hospital Santo António no Porto. Estacionei em frente do Jardim da Cordoaria (obra de Emile David autor também dos jardins do Palácio de Cristal) e preparei-me para seguir o meu destino, mas foi impossível não reparar num grande vaso com uma planta totalmente seca, deixada ao lado do Ecoponto. 

Olhei a pobre planta, que reconheci logo como sendo um metrosidero, já de bom porte, com as folhas completamente secas, bem como seca estava a terra, e que já há muito não deveria ver um pingo de água e que ali estava para ir para o lixo. Mas ainda assim era possível ver uma ou outra folha verde e alguns raminhos que não estavam secos. Achei que valia a pena tentar salvá-la - há quem traga animais para casa, eu costumo trazer plantas! - e então fiz a minha parte e meti o vaso na mala do carro, e fui ao hospital e depois fui trabalhar.

Ao fim do dia, quando cheguei a casa, retirei a pobre planta do vaso e constatei o óbvio, toda a terra estava tomada pelas raízes, e não tendo a planta por onde se alimentar, nem estando a ser regada, começou a morrer, e quem a deitou fora acreditaria mesmo que já estaria morta e que não havia mais nada a fazer.

Eu limitei-me a passar as mãos pelas raízes, para as soltar, e coloquei a planta num vaso de trinta litros, com nova terra à volta do torrão, coloquei-a à sombra, e reguei abundantemente, e continuei a fazê-lo todos os dias porque estamos em pleno verão. O meu trabalho estava feito, agora tudo dependeria das força da planta para sobreviver. 

Chegou o fim-de-semana, e então hoje fui inspecioná-la com calma, para ver se já haveria alguma novidade. E de facto havia e eram boas notícias. Está viva e puxar novos rebentos!

Infelizmente não tenho fotografias do estado em que estava, mas ainda assim é possível ter uma ideia, até porque as mudanças ainda não são assim muitas:

Folhas totalmente secas






Novas brotações 

Veremos como a coisa evolui, mas creio que o pior já passou. Não sei ainda o que farei com este metrosidero, pois trata-se de uma árvore originária da Nova Zelândia, usada como ornamental e muito decorativa muito por causa das suas flores vermelhas - daí também ser conhecida como árvore do fogo - flores muito apreciadas pelos polinizadores, mas que pode crescer até vinte metros, e eu não tenho espaço para uma árvore deste porte no jardim. Mas o mais importante é que a árvore revitalize e fique de boa saúde, depois logo se vê.  

Acerca da manutenção das plantas em vasos, e para evitar que este tipo de situações aconteçam, temos essencialmente de não negligenciar as plantas. Uma planta num vaso está muito mais sensível aos extremos, muito calor, frio ou secura, do que quando está plantada diretamente no solo. Devemos por isso supervisionar os vasos regularmente, e prestar atenção ao estado do solo da planta, e observá-la para anteciparmos um problema, pois ela dar-nos-à sinais de que algo não está bem. E não esquecer, que as plantas crescem, e se crescem as raízes também crescem e vão ocupar todo o espaço disponível no vaso, e isso acontecendo deixam de ter forma de se alimentar. É preciso então mudar a planta para um vaso maior, e acrescentar terra. Na maior parte dos casos as plantas em vasos morrem, unicamente porque são negligenciadas pelas pessoas.