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segunda-feira, 30 de julho de 2018

Penedo da Saudade

Já por inúmeras vezes estive em Coimbra, tal como por várias vezes estive no Jardim Botânico, mas até à data nunca tinha passado pelo Penedo da Saudade que fica ali a poucos metros. Trata-se de um parque e miradouro numa escarpa que permite uma vista sobre uma parque da cidade. 

Todo este local é uma espécie de memorial, tal como um cemitério, cheio de placas mas que não lembram pessoas que morreram, mas sim de turmas, cursos, aulas, dos tempos passados na universidade. 












segunda-feira, 18 de junho de 2018

Jardim da Estrela


Depois de ter acabado de visitar o Jardim Botânico em Lisboa, comecei a deslocar-me a pé para o Jardim da Estrela, outro espaço que tinha interesse em visitar porque se trata de um jardim romântico do século XIX. E faz-se bem a pé porque distam pouco mais de um quilómetro entre si.

Achei um espaço muito bonito, com diversos elementos de estatuária, um coreto, vários lagos, e várias áreas relvadas onde muitos turistas aproveitavam para, quais répteis, se deitaram no chão a apanhar sol. 

Tal como estou muito habituado a ver no Porto, também neste caso, e apesar de oficialmente os políticos lhe terem mudado o nome para Guerra Junqueiro, o antigo nome permaneceu, e continuam a chamar-lhe Jardim da Estrela, tanto que até na placa de entrada (em português e inglês) o nome que ali está é precisamente Jardim da Estrela. 




O Despertar - José Simões de Almeida (sobrinho)


Coreto em ferro forjado




Busto ao ator Taborda - Costa Motta (1914)

O Cavador (1913) - Costa Motta

Figueira-estranguladora (Ficus macrophylla)
As enormes raízes da figueira-estranguladora 






Guardadora de Patos/ A Filha de Rei Guardando Patos  ( 1914  - 1917 ) 



Antero de Quental - Salvador Barata Feyo

Catos e suculentas







Há inúmeros outros recantos de lindíssima cidade de Lisboa que gostaria de visitar, mas terá que ficar para outra oportunidade.  

domingo, 27 de maio de 2018

Jardim Botânico de Lisboa

Num dos dois dias que estive por Lisboa, dediquei a tarde a visitar dois jardins. Atendendo que estava na baixa da cidade, e visto que não tinha feito grande trabalho de casa de pesquisa, resolvi desde logo começar por visitar o Jardim Botânico. 
Apanhei o Metro até à Avenida e de mapa na mão comecei-me a deslocar para o espaço do Jardim Botânico, e esta foi a primeira entrada que encontrei, mas que se encontra fechada, porque, digo eu, a bilheteira fica na Rua da Escola Politécnica. 

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As minhas expectativas estavam bastante elevadas, afinal, ia visitar um jardim botânico da capital, e ainda por cima até tinha de pagar para entrar, ao contrário, por exemplo, do que acontece em Coimbra e no Porto que são espaços de fruição livre. 

Chegado à bilheteira, a pessoa diz-me que "é só virar à direita" mas depois percebi que, fruto de algumas vedações dentro do espaço (que parece que ainda está em obras) deixei de poder visitar toda a zona nas traseiras do Museu de História Natural designada por Classe. Isto porque, ao contrário de alguns turistas estrangeiros, não quis atravessar as vedações, porque se ali estavam seria para não as atravessar, certo? Mas então se o espaço ainda está em obras, então, digo eu, não ficaria nada mal que se esperasse pelo fim das obras para começar a cobrar 3€ pelas entradas,  ou então deveria-se informar convenientemente os visitantes para que estes não ficassem com a visita só pela metade.

No mapa podemos observar as duas áreas distintas: o arboreto e a classe:

E via Google Maps podemos observar toda a zona verde do Jardim Botânico de Lisboa:


Passemos então à visita propriamente dita do arboreto.

À entrada, numa zona relvada, uma roseira "Bela portuguesa" com uma placa, fazendo referência ao seu criador Henri Cayeux, que foi Jardineiro Chefe do Jardim Botânico entre 1892 e 1909.  





Logo à entrada chama a atenção o enorme dragoeiro (Dracaena draco) endémica da região Macaronésia (Açores, Madeira, Canárias e Cabo Verde). Trata-se de uma espécie que pode viver centenas de anos e crescer a mais de 15m de altura, mas que se encontra ameaçada por perda de habitat, mas principalmente pela sua utilização intensiva no uso do "sangue-de-dragão" (resina de cor avermelhada).


E esta é uma zona onde podemos ver suculentas, catos e grandes yuccas.



Estátua do médico e botânico Bernardino Gomes



Cicadófitas


Hibisco




Anfiteatro

Lago


Grinalda-de-noiva (Spiraea cantoniensis)

Paineira branca (Chorisia speciosa)



Gostei, mas sinceramente, fruto das elevadas expectativas, esperava algo melhor. Cá fora estive à conversa com um senhor já de idade que me disse que o Jardim esteve abandonado durante muitos anos, algo que me parece incompreensível. Depois, quando cheguei a casa e percebi que não tinha visitado uma parte do jardim fiquei um pouco frustrado. 



P.S. E reparei agora que esta é a publicação 500 do blogue!