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segunda-feira, 25 de fevereiro de 2019

Exposição de Camélias do Porto 2019


Nos dias 2 e 3 de março, a Estação de Metro de São Bento transforma-se num jardim florido. O acesso é livre.

A inauguração da 24.ª edição da Exposição de Camélias do Porto está marcada para as 14,30 horas de dia 2 de março (sábado). Este ano com o tema A Camélia na Cidade, a mostra volta a apresentar em concurso várias espécies e exemplares da flor. Serão premiadas a "Melhor Camélia" e a "Melhor Camélia de Origem Portuguesa". Como habitualmente, os vencedores serão revelados logo após a abertura da exposição, numa cerimónia agendada para as 15,30 horas.

A riqueza biológica, artística e patrimonial das camélias serve também de mote para um programa com propostas de acesso livre e dirigidas a todas as idades, que inclui música, dança, teatro, um mercado e muitas oficinas.

A animação começa logo na quinta e sexta-feira que antecedem a exposição, com atividades na estação de metro mas também na estação ferroviária, nas ruas da Baixa e em outros locais da cidade.

A exposição, bem como toda a animação paralela são organizadas pela Câmara Municipal do Porto (através do Pelouro da Inovação e Ambiente) e a Associação Portuguesa das Camélias. Esta edição antecede a grande festa dos 25 anos do evento, agendada para 2020.

PROGRAMA

sábado, 29 de dezembro de 2018

Jardim Vertical Natural na Rua Mouzinho da Silveira


Fala-se agora muito em jardins verticais nas cidades e no aproveitamento dos pequenos espaços. Mas por estes dias, no Porto, deparei-me com um jardim vertical na cidade, mas natural! 
Na rua Mouzinho da Silveira, junto à Fonte Monumental e mesmo por cima do chafariz (de 1920) um imenso verde de vegetação espontânea cobre a parede granítica. E eu acredito que não seja coincidência que toda aquela vegetação esteja por cima de um chafariz.

Mas não sei o que terá acontecido pois há uns anos, podemos ver no Google Maps, que não estava assim. Tinha algum verde sim, mas não como agora com esta verdadeira cortina verde. 


O que é certo é estamos aqui na presença de um jardim vertical natural e que nem foi preciso ninguém plantá-lo! Logicamente que entretanto alguém acabará por limpar aquilo, ainda que eu até lhe ache graça. As fotografias não estão com grande qualidade (era um dia de chuva) mas quando lá passar de novo depois substituo-as por outras, melhores. 





domingo, 3 de junho de 2018

Já se Pode Subir à Torre dos Jardins do Palácio de Cristal

Durante bastante tempo a escarpa da zona envolvente à torre dos Jardins do Palácio de Cristal esteve vedada para trabalhos de consolidação. Não sei ao certo há quanto tempo os trabalhos foram concluídos, mas pude constatar ontem que o acesso já é de novo permitido porque já tudo se encontra reparado e arranjado. 

Esta torre em granito, que ficou conhecida por Torre da Marca foi mandada construir pelo rei D. João na sequência da queda do enorme pinheiro que por ali existia (mais acima creio que perto da capela Carlos Alberto) e que servia servia de orientação para os barcos que entravam na barra do Douro.

E quem agora visitar este salão nobre de visitas da cidade do Porto já pode subir à pequena torre e desfrutar da paisagem sobre o rio Douro. 





domingo, 29 de abril de 2018

Jardins de Nova Sintra Depois da Reabertura para Obras de Requalificação

Depois de cerca de dez meses fechados para obras, os Jardins de Nova Sintra reabriram ao público no passado mês de Março. Mas mais de um mês depois da reabertura as obras ainda não acabaram. Por lá passei por estes dias, pensando que já tudo estaria arranjado, mas ainda por lá andavam trabalhadores a calcetar guias dos passeios na zona da Torre, ainda se ouviam moto-serras e via-se um amontoado de ramos de árvores cortados.



O espaço está de cara lavada com passeios arranjados, novos bancos de jardim, bem como diversas estruturas também elas foram renovadas, e é notório que todas as fontes que ali estão naquele espaço, e que contam muito da história do Porto, também foram limpas. Segundo li, foram também feitas obras ao nível do sistema de rega e de iluminação. Os espaços ajardinados foram também limpos, e relembro que se apresentavam sempre bastante descuidados, cheios de cascas dos enormes eucalitpos que ali estão há muitos anos, e pude também observar que foram plantadas novas árvores, infelizmente algumas não sobreviveram ao transplante pois já encontram secas.

Passemos em revista como o espaço ficou:


Zona onde ainda decorriam trabalhos de pavimentação:


Zona envolvente ao lago cheio de nenúfares bastante florido de azáleas:









No extremo sul do parque, e já com vista privilegiada para o rio Douro, foi instalada uma estátula do artista Julião Sarmento intitulada "Self-portrait as a fountain":






A vista sobre o rio Douro:



As muitas fontes como se pode ver estão agora de cara lavada:



Novo mobiliário urbano:




Do outro lado da rua Barão de Nova Sintra está também a ser restaurado um edifício pertencente às Águas do Porto e fizeram uma ligação por ponte aérea para este edifício. Ainda desconheço que utilidade lhe será dada, talvez para uso interno das Águas do Porto. 


Esperemos que agora este espaço passe a ser mais cuidado com regularidade, e não deixado ao abandono como sempre esteve, e que as obras de requalificação não tenham sido feitas só para dar dinheiro a alguém e ficar bonito para a inauguração. A grande novidade é que os Jardins de Nova Sintra passaram a estar abertos também ao fim-de-semana e as entradas continuam a ser gratuitas.

Localização vista do Google Maps:



Antes o espaço estava assim:


domingo, 8 de abril de 2018

Museu da Quinta de Santiago

É curioso que verifiquei agora mesmo que foi há precisamente um ano, mostrei aqui no blogue a Quinta da Conceição que fica em Leça da Palmeira, mesmo junto à EXPONOR. E o que eu não me apercebi na altura é que, uma outra quinta, fica mesmo junto a esta, podendo mesmo caminhar-se entre uma e outra. Trata-se da Quinta de Santiago, onde desde 1996 está instalado o Museu no edifício principal.


Este edifício, que se estima que tenha sido concluído em 1896 era residência da família Santiago de Carvalho e Sousa e foi desenhado pelo arquiteto italiano Nicola Bigaglia. Entretanto foi adquirido pela Câmara Municipal em 1968 e restaurado pelo arquiteto Fernando Távora.

O espaço da quinta contempla ainda mais duas edificações: o Espaço Irene Vilar e a Casa do Bosque onde lá dentro é possível visitar a Cascata Gigante com cerca de 15 metros quadrados que representa Leça do início do século XX.

Vamos então passear pelo jardim da quinta. Entrando pela entrada principal pela rua Vila Vila Franca:





Se entrarmos pela Avenida Antunes Guimarães (frente ao Porto de Leixões) vimos também ter a este local e ao edifício principal. Pode-se ver melhor usando o Google Maps:


Entrando então a sul, pela Avenida Antunes Guimarães:







Várias palmeiras, com muitos anos, foram, infelizmente, mortas pelas larvas de escaravelho:




Contornando a casa já avistamos o edifício "Espaço Irene Vilar":











E logo à frente a Casa do Bosque:


Se continuarmos em frente vamos desaguar na: