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domingo, 25 de março de 2018

O Homem Abandona, A Natureza toma Conta (12)

A alguns metros da Ginkgo das Virtudes (a maior de Portugal) que ainda se encontra despedia apesar de já se verem pequenos novos rebentos e, a dois passos da Torre dos Clérigos, as ruínas de edifício tomado por arbustos e as heras cobrem as paredes e já invadem o telhado vizinho:


A Ginkgo das Virtudes

quinta-feira, 1 de março de 2018

Há Ninhos de Vespa Asiática no Prado do Repouso

Infelizmente tenho visto muita vespa asiática por aqui na região onde vivo, mas até hoje nunca tinha visto os seus ninhos, apenas em fotografias da net. Mas na minha visita ao Prado do Repouso para fotografar as magnólias fiquei espantado ao vê-los ao vivo!

Quando saí questionei o segurança que me disse que já tinha reportado a situação à câmara municipal, como tal os ninhos ainda por ali continuam por mero desleixo. 

Nestas primeiras fotografias o ninho estava no alto de uma amargoseira:





Na imagem abaixo podemos ver o ninho num plátano :



quarta-feira, 28 de fevereiro de 2018

23ª Exposição de Camélias do Porto



"Na sua 23.ª edição, a Exposição de Camélias do Porto regressa ao Mosteiro de São Bento da Vitória, onde já se realizou em 2015, ano em que foi lançada a marca "Porto. Cidade das Camélias". O evento, de entrada livre, enche de cor e animação o primeiro fim de semana de março, apresentando um programa feito ao encontro de todos.

Realizada pela primeira vez em 1984, esta exposição continua a despertar, ano após ano, a curiosidade e o entusiasmo dos muitos admiradores, colecionadores e produtores de camélias, que trazem a este evento os mais belos e perfeitos exemplares das suas coleções.
Uma organização conjunta da Câmara do Porto e Associação Portuguesa das Camélias, convida o público a conhecer e apreciar as diferentes espécies desta flor do inverno, trazida do Japão no início do século XIX e que hoje espalha cores por toda a cidade. 

A mostra, que abre ao público às 14,30 horas do dia 3 de março, terá, como habitualmente, um caráter competitivo, elegendo a Melhor Camélia e, também, a Melhor Camélia de Origem Portuguesa. Nos dois dias, haverá um conjunto de atividades complementares à exposição, onde se incluem o tradicional Mercado da Camélia, quatro sessões do teatro de sombras encenado pela artista plástica Beniko Tanaka, uma cerimónia de chá e ainda várias oficinas de participação gratuita, todas em redor da camélia....


terça-feira, 27 de fevereiro de 2018

domingo, 25 de fevereiro de 2018

As Magnólias do Prado do Repouso

O Prado do Repouso, e que lindíssimo nome lhe deram, é um cemitério que data de 1839 e é o mais antigo da cidade do Porto. Já há semanas que por aí tinha estado para ver as magnólias em flor (híbridas), mas como o dia estava muito cinzento e pouco dado a boas fotografias, ficou para hoje, em que aproveitei o sol deste Domingo para passar por lá e recolher algumas imagens para aqui partilhar. Por norma em Janeiro começam as magnólias brancas a florir, e logo a seguir em Fevereiro abrem as rosa, para depois das flores terem caído, começarem então a despontar as folhas.















Pontualmente, ainda se conseguia ver uma ou outra magnólia de flor branca...


E nesta imagem, uma magnólia de flor rosa e, atrás, uma magnólia de flor branca, já sem flor mas com a sua nova folhagem verde....


domingo, 28 de maio de 2017

Jardim de Arca d'Água

Há no Porto um jardim, que debaixo de si esconde uma grande Arca carregada de segredos e de pedaços da história da cidade. 




No Porto, Arca d'Água remete-nos para o tempo em que, a partir deste local, o aqueduto ou manancial de Paranhos ou manancial das Três Fontes de Paranhos (várias designações usadas), no fundo, a partir desta grande "caixa de água", se construíram condutas de granito, que desde o século XVII iam alimentar toda uma rede de fontes e chafarizes de distribuição de água pela cidade, até final do século XIX. E este jardim cobre, precisamente, todo esse grande reservatório das águas de Paranhos que foi construído.   

Foi também neste mesmo espaço, que era quase um deserto em meados do século XIX, que a 6 de Fevereiro de 1866 se travou o duelo entre o poeta Antero de Quental e o escritor Ramalho Ortigão por causa da Questão Coimbrã. Deste duelo viria a resultar um ferimento num braço de Ramalho.




Mas, mais uma vez, Arca d'Água, não é a denominação oficial. Mudaram este topónimo antigo para Praça 9 de Abril. por forma a evocar o terrível combate de 1833, entre os absolutistas (fieis a D. Miguel) entrincheirados no alto do Covelo e os liberais (D. Pedro).
Outros estudiosos da toponímia portuense defendem que este nome "9 de Abril", evoca a batalha de La Lys (da primeira guerra mundial) em que participaram muitos portugueses. Mas seja por que guerra for, na verdade os portuenses conhecem este espaço por Jardim de Arca d'Água. 

E o Jardim de Arca d'Água fica situado na zona norte, já um pouco afastado do centro da cidade, quase encostado à VCI, por onde pode ser facilmente acedido. O jardim foi projetado por Jerónimo Monteiro da Costa e foi inaugurado em 1928, estado por isso, a uma década de celebrar cem anos. Destacam-se desde logo os grandes plátanos, magnólias e cedros, o lago e a gruta, o coreto e a escultura "A família" de Cherters de Almeida (1971).









"A família" de Cherters de Almeida /1971 (escultura restaurada em 2016 e de novo danificada - falta o arco que a criança segurava)





Grande parte das fontes e chafarizes da cidade do Porto podem ser vistas nos Jardins de Nova Sintra.

quarta-feira, 10 de maio de 2017

Hospital Conde Ferreira

Como tinha divulgado aqui no blogue, no sábado passado ia-se realizar um dia aberto no Hospital Conde Ferreira, um programa com várias oficinas de ervas, degustações, passeios de charrete e atividades para crianças, numa organização da LIPOR e da Mesericória do Porto, que tutela o hospital.



O Hospital Conde Ferreira foi o primeiro hospital psiquiátrico em Portugal (1883) e conta desde 2015 com a maior horta social da Europa no Parque José Avides Moreira numa parceria do hospital com a LIPOR. O parque tem três hectares de terreno e inclui ainda animais, jardim, pomares, estufas, parque de merendas e parque infantil e a iniciativa visa apoiar as populações mais carenciadas.




Visto que o hospital tem o acesso vedado a visitantes - certa vez, tendo tido conhecimento das hortas e de certos eventos que por lá decorriam, entrei por lá adentro tranquilamente, mas de forma rápida o segurança veio ter comigo e perguntou onde é que ia - e então, aproveitei esta oportunidade, essencialmente para passear um pouco e tirar algumas fotografias  às frondosas árvores centenárias deste hospital do final do século XIX.