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quarta-feira, 3 de abril de 2019

Uma Sebe Que É Um Muro de Heras

Depois de ter andado de corta-sebes na mão a aparar a sebe de heras do lado da rua e por dentro do meu terreno, foi tempo de dar um bom corte por cima.




Parece quase impossível mas para ter esta sebe completa e com esta envergadura não demorou assim tanto tempo como possa parecer. Basta ver que em 2014 a coisa estava assim:




Além do corta-sebes elétrico, que por vezes teve grande dificuldade em cortar os ramos mais grossos (já deveria há bem mais tempo ter cortado a sebe por cima para não engrossar tanto) usei a tesoura extensível corta-ramos e a tesoura de poda, e um ancinho para apanhar  todos os restos, que coloquei junto do compostor para o ir enchendo conforme os restos que tem dentro for abatendo.




E de uma simples rede nua, em que as heras, lentamente se foram entrelaçaram, observe-se como agora o verdadeiro muro que se formou:


O trabalho ainda não ficou perfeito, mas agora aos poucos quero deixar aquilo perfeito. Para já, apreciar o trabalho feito!




domingo, 15 de julho de 2018

Criar a Família numa Folha de Hera

Andava a podar a sebe de heras, que frequentemente tenho de aparar porque crescem bem rápido e, de repente, após ter cortado uns rebentos compridos, deixam à vista uma folha dobrada que me chamou a atenção. De imediato percebi que estava ocupada por algum habitante que dela fez a sua casa. E na verdade tratava-se de uma aranha com a sua prole, que ali se abrigou. 



sábado, 18 de março de 2017

Sebe de Heras pronta!

Pois é, em cerca de dois anos, e zero euros de investimento depois, tenho a sebe de heras pronta na frente da casa. E o resultado é este:



Estou satisfeito. Nem pensei que a coisa ficasse pronta tão rapidamente, mas como já referi, as heras parecem ser umas trepadeiras muito lentas, mas mal damos conta, já elas se abraçaram a tudo aquilo que lhes dê suporte. Relembrando a evolução da coisa:





As heras têm folha verde o ano inteiro, não são propensas a pragas, duram séculos, não é preciso regar, não são invasivas, não ocupam um metro de largura, nem dão grande trabalho de manutenção, e por isso tudo, juntando ao facto de não ter gasto qualquer dinheiro, que acho que foi uma escolha acertada, mas isso depois vê-se no futuro. 

Para quem não acompanha o blogue, relembrar que antes tinha uma sebe de escalónias, e que cortei devido aos fungos que a atacou:




domingo, 12 de junho de 2016

O Homem abandona - A Natureza toma conta II

A dois passos dos jardins do Palácio de Cristal mais uma casa abandonada, (e mais uma vez ouvia ontem várias pessoas, a dizerem para as crianças, que aquela espécie de disco voador era o palácio...) e talvez esta casa abandonada, esteja à espera que alguém a compre e transforme em mais um albergue para turistas. Enquanto isso as trepadeiras, heras e Ipomoea purpurea tomam conta da residência e fazem dela a sua casa. 








segunda-feira, 23 de maio de 2016

Heras à Varanda

Existe um sem número de pessoas que dormem nas ruas das cidades. Outras pessoas há que são donas de casas, mas que as deixam o abandono e depois selam as portas e janelas para que ninguém lá possa entrar.




No entanto nada pára a força da natureza e todas as construções que o Homem faça e abandone, a Natureza tomará conta. No último andar deste edifício, a dois passos da Torre dos Clérigos, já as heras estão à varanda.

quarta-feira, 13 de abril de 2016

Sebe de Heras - Ano e meio depois - Quase pronta

Sinceramente nem pensei que pudesse ser tão rápido, mas a verdade é que, em ano e meio tenho quase substituída a sebe de escalónias por heras. As heras são quase silenciosas, parece que crescem muito lentamente, mas quando damos conta temos uma surpresa!

E neste momento parte do muro da frente de casa está assim:




E do lado de dentro é este o aspeto:





Mas relembremos a evolução da coisa:







Muitas já chegaram ao topo da rede que as sustentará, agora faltam pequenos espaços entre elas para que a sebe fique completa e permita total privacidade. Isto é no muro da frente da casa, depois ficam a faltar outras partes nas laterais e nas traseiras, onde ficará tudo vedado por heras, no caso de diferentes espécies.




Por estes dias os meus pais estiveram por lá, e a minha mãe perguntava-me se eu tinha plantado espécies diferentes visto que as folhas são muito diferentes umas das outras. E de facto é verdade, há folhas pequeninas e outras dos novos rebentos já bem maiores e de formatos diferentes, mas não, é tudo da mesma espécie. 





Para já estou bastante satisfeito com a mudança que fiz. Relembro que arranquei toda a sebe de escalónias, uma vez que estava com um fungo, e isso vê-se por todo o lado por onde ando, e que faz com que as folhas caiam todas e que a sebe fique despedida, perdendo o seu efeito que é, dar privacidade. E então a escolha recaiu nas heras e acho que foi uma boa escolha.

Depois de as plantar, e chegadas à rede, o único trabalho que me deram foi ir tecendo pelos buracos da rede os novos rebentos. Foi um investimento de zero euros, manutenção quase nula, crescimento assinalável e o efeito, pelo menos para mim, é de belo efeito.


segunda-feira, 16 de novembro de 2015

Podar para redescobrir

Este fim de semana dei uma poda nas heras que já cobriam, totalmente o ilustre calhau de Arouca. Elas parece que crescem muito lentamente, mas quase sem darmos por isso cobrem tudo! Eu sou fã das heras, pois são ótimas, por exemplo neste caso, para servir de ocultação. Relembro que estas heras estão a tapar um tubo de cimento que tem uma saída de água, onde ligo uma mangueira. Mas claro que também dão manutenção. Há então que pegar na tesoura da poda, e delimitar como queremos. E assim a escultura natural, trazida de um passeio por Arouca, já pôde, de novo, ficar exposta, até as heras voltarem de novo a cobri-la. 





Em fundo podemos ver a estrelícia já em flor. 

domingo, 18 de outubro de 2015

A sebe de heras: um ano depois

Contava aqui há quase um ano, que decidi cortar a sebe que tinha de escalónias, e substituí-la por heras. Não foi uma decisão precipitada, pensei muito antes, pois a sebe de escalónias esteve bem bonita durante algum tempo, investi tempo e dinheiro, mas cheguei à conclusão que já não havia muita a fazer. 
E a escolha recorreu nas heras. Desde logo porque não gastaria um cêntimo para as plantar (até de estaca pegam) mas principalmente porque são resistentes e nada lhes pega, vedam completamente criando privacidade necessária, não ocupam espaço em largura, não precisam de cuidados especiais nem sequer de ser regadas e dão muito pouca manutenção. A única desvantagem que encontrava é ter de se esperar que cresçam, mas ainda assim a coisa parece mais lenta do que na realidade é. 

Para se ter uma ideia, compare-se então com fotografias, com um ano de diferença. Hoje...


...e um ano antes:



E estou em crer que para o ano já quase tudo estará tapado, e a sebe de heras cumprirá a função para que foi feita, que é, dar privacidade. Pelo menos para já não estou nada arrependido, e duvido que me venha a arrepender da escolha que fiz.