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segunda-feira, 8 de abril de 2019

A Arquiduquesa na Varanda

aqui contei a história desta roseira Archiduchesse Elizabeth D'Autriche.  E depois de ter estado num vaso passei-a para um local que acabei não achar apropriado e transplantei-a de novo. Está agora junto à varanda da entrada da casa. Espero que seja esta a sua morada definitiva!

Neste pequeno canteiro em frente da casa tinha uma estrelícia que arranquei. Tenho uma outra bastante grande que também irá ter o mesmo destino. Não foram plantadas por mim, estão demasiado grandes e as raízes são bastante invasoras. Logo vejo o que ali irei fazer. Mas creio que a arquiduquesa ali ficará.




domingo, 1 de maio de 2016

Guerra biológica na Arquiduquesa

Foi precisamente agora que a minha Arquiduquesa desabrochou a primeira rosa, e certamente, como espero, muitas se seguirão. Mas mais importante que a data da floração, é eu andar a inspecionar a minha queria roseira e até ao momento não vislumbrar qualquer sinal de pulgões. E bem que eles já andam a infestar o jardim, por exemplo, algumas plantas suculentas e os novos rebentos das heras. Mas se as heras nem sequer se ressentem, já esta roseira de tenras folhas ressente-se e muito. 





Vai daí, resolvi experimentar plantar  um absinto mesmo junto dela para ver se, como se diz, os pulgões quererem distância da roseira, por terem ali aquela planta que emana um cheiro intenso. E não satisfeito! ainda plantei uma pequena arruda! Se as pragas (não esquecer que esta mesma roseira também já foi atacada por larvas de Arge ochropus) mas se querem guerra, pois é guerra biológica que vão ter! Duplo defesa!



E até ao momento nem sinal deles. Não dou por vencida a guerra, mas para já parece estar a resultar. Veremos com o passar do tempo. 




sábado, 20 de setembro de 2014

Larvas na Arquiduquesa

A roseira que me ofereceram de raiz nua há quase um ano, e que floriu em maio, transplantei-a por estes dias para a terra, porque o vaso de 20L onde estava já não tinha mais espaço para as suas raízes.


Está a crescer bem, mas foi infestada por umas larvas, que podem ser confundidas com lagartas, de um pequeno inseto que se pode assemelhar a uma vespa, e que como é lógico nada tem a ver com borboletas.


Escondem-se debaixo das folhas, e como são da mesma cor quando ainda são pequenas, geralmente só damos por elas quando começamos a ver as folhas murchas, daí que seja muito importante irmos fazendo uma inspeção visual frequentemente, porque as roseiras são muito suscetíveis a pragas e doenças.

Larva de Arge ochropus


Eu já conhecia estas criaturinhas devoradoras de as ver nas roseiras da minha mãe. Comem que se fartam, e se não atacarmos o problema rapidamente, podem devorar as folhas de uma roseira inteira! Sempre com a cauda em riste bem levantada (não sei se poderá ter a ver com uma postura defensiva) e cabeça baixa sempre a comer. 



Entretanto depois de remover estas comilonas está de novo bonita e cheia de botões que abrirão brevemente.


domingo, 11 de maio de 2014

A roseira que me deste

Nunca fui grande apreciador de roseiras. As suas flores, as rosas, são muito bonitas é verdade, mas quando não estão em flor, ficamos só com aqueles paus com picos. Também existem roseiras de vários tipos (roseiras-bravas, arbustivas, floribundas, trepadeiras) mas grande parte delas são muito sensíveis e propensas a pragas como o oídio, a ferrugem ou a doença-das-manchas-negras. Por estes motivos, nunca esteve nos meus planos plantar roseiras no jardim. 

Mas há pouco mais de dois anos, em março de 2012, recebi em minha casa um casal amigo, e a Isabel, sabendo que eu gosto de plantas, trouxe-me de oferta uma pequena roseira. Desde logo fiquei preocupado, porque a roseira, apesar de muito bonita, parecia-me muito "florzinha-de-estufa". Tive muitos cuidados com ela, mudei-a de vaso, e mantive-a abrigada nos primeiros meses, e fui aclimatando-a aos poucos, e esta sobreviveu até aos dias de hoje, estando agora, ainda provisoriamente antes de ir para a terra, num vaso de 20L. 


Agosto 2012




Entretanto no outono passado, tive oportunidade de conhecer pessoalmente a primeira seguidora do Bucólico-Anónimo, a menina do blogue O Jardim da Jana, uma entendida no assunto das roseiras, e que simpaticamente se lembrou de me oferecer duas roseiras de raiz nua, para eu plantar. Uma delas já estava com o tronco um pouco seco, e na verdade acabaria mesmo por nunca rebentar. A outra sim, começou a puxar rebentos, e esta semana começou a abrir as primeiras flores!

A roseira em questão, segundo a etiqueta que trazia, é a Archiduchesse Elizabeth D'Autriche







Para já, ambas estão na frente da casa em vasos grandes, apanhando sol direto, mas a médio prazo, em princípio, irão para um novo canteiro que ainda hei-de fazer.