Enquanto regava o jardim, pouco antes de sair para o trabalho, e graças a um dia de muito nevoeiro, observava as teias numa piracanta (que trouxe do Convento de Cristo) e que, com a humidade ficaram visíveis. Além de ficar maravilhado com o verdadeiro trabalho de ourives, não pude também deixar de reparar como a aranha, com a força da teia, conseguiu vergar um grande rebento e levá-lo para onde quis!