segunda-feira, 8 de maio de 2017
domingo, 7 de maio de 2017
Salva em Flor
Se existisse algum remédio contra o poder da morte, o homem não morreria no jardim onde cresce a salva. (Santa Hildegarda)
Segundo uma lenda grega, as propriedades medicinais da salva foram descobertas pelo herói Cadmo, a quem as folhas eram oferecidas todos os anos numa cerimónia religiosa. Na Europa medieval, empregava-se planta no fabrico da cerveja, na magia e na preparação de uma infusão que prolongava a vida, além de que graças a ela - e a algumas palavras mágicas - as jovens podiam ver os seus futuros maridos.
O nome salva deriva do latim salus, saúde, aludindo às propriedades curativas da planta. Apesar das suas muitas utilizações: aromatizar alimentos; purificar fígado e rins, boa contra tosse, constipações e gripes; reumatismo, etc, segundo li, hoje em dia é usada, essencialmente em gargarejos contra inflamações das gengivas e da garganta, mau hálito laringite e amigdalite e as suas folhas podem esfregar-se nos dentes, pois têm uma ação desodorizante fortalecendo as gengivas. O banho de folhas de salva elimina os piolhos e cura a sarna.
| Salva (Salvia officinalis) |
Em compressa ou cataplasma, a salva está ainda indicada no tratamento da gota, ataques cardíacos, ferimentos supurados, membros trémulos ou paralisados e úlceras renitentes nas pernas ou pés, e uma decoação forte das folhas, acrescentada à água do banho, tonifica e limpa a pele e o couro cabeludo, além de relaxar os músculos cansados. Também serve para fazer limpezas faciais, pois tem um efeito adstringente sobre a pele e é um remédio tradicional contra resfriados graves.
Suculentas em Flor: Aloe Striata
Tinha oferecido um conjunto de suculentas à minha mãe, entre elas um pequeno Aloe striata que rapidamente começou a crescer bem. E de tanto crescer e ser mudado de vaso, que a minha mãe resolveu plantá-lo diretamente na terra para crescer à vontade quanto quisesse.
E na Primavera cá está ele, exibindo a sua floração bem vermelha. Lindíssima.
sábado, 6 de maio de 2017
A Vida Secreta das Árvores
Acontecem coisas espantosas na floresta: árvores que comunicam entre si (enviando sinais elétricos através de uma rede subterrânea de fungos). Árvores que cuidam não só dos seus rebentos como também dos seus «vizinhos» doentes e velhos ou órfãos.
Árvores que têm sensibilidade, sentimentos e memórias. Incrível? Mas é verdade! O silvicultor Peter Wohlleben conta histórias fascinantes sobre as espantosas e pouco conhecidas caraterísticas das árvores. Com base não só nas descobertas científicas mais recentes, como também na sua própria experiência de vida na floresta, partilha com o leitor todo um mundo até agora desconhecido. Uma fascinante viagem pela vida secreta das florestas que é ao mesmo tempo uma verdadeira inspiração ecológica e nos leva a repensar a relação do homem com a natureza.
Após ter lido, no ano passado, algumas reportagens na net com este senhor Peter Wohlleben, de imediato fiquei com muita curiosidade em ler este seu livro, que estava a ser um sucesso lá fora. E já em Dezembro último tinha botado o olho ao livro de uma grande superfície comercial, mas achei que os quase 15€ (preço de qualquer livro em Portugal) eram dinheiro a mais e preferi aguardar. Tentei ver nas bibliotecas, mas como o livro é muito recente (2015) o título ainda não estava disponível. Comecei então a estar mais atento aos usados na net e por estes dias consegui comprá-lo por cerca de 5€ tendo a meu ver valido bem a espera para comprar no momento certo.
Seria certamente um livro para muitas pessoas lerem, tal é a forma, muitas vezes irresponsável, como se podam ou cortam árvores, que ali estavam há muitos muitos anos. Hoje em dia fala-se, e bem, da defesa dos animais (que não o homem) mas no que se refere ás plantas e árvores a insensibilidade ainda é muita.
sexta-feira, 5 de maio de 2017
Os Pavões do Palácio de Cristal
A meio da semana desloquei-me ao hospital Santo António mas como tinha de esperar algum tempo até à hora marcada, acabei por ir até aos Jardins do Palácio de Cristal que fica a dois passos. Mal avancei pelo jardim Émile David (logo após a entrada) dei de caras com um pavão a exibir-se, enquanto que, de vez em quando, lá fazia as suas vocalizações características.
Ao longe, de vez em quando outro pavão parecia responder. Um belo espetáculo para observar.Eu saquei de imediato da pequena máquina compacta que tinha comigo e tirei umas quantas fotografias. Um turista que me interpelou em francês, até me pediu para lhe tirar uma foto na frente do pavão.
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