sexta-feira, 9 de junho de 2017

Echeveria "Chocolate"

De passagem por uma grande superfície do Porto, no caso a Leroi Merlin, eis que faço uma daquelas compras por impulso. Não estava planeada, mas não resisti a trazer para caso um pequeno vaso com duas rosetas de Echeveria agavoides "black prince"  ou como lhe podemos chamar mais comummente Echeveria chocolate, e de facto aquilo mais parece uma planta de chocolate!

O vasinho como disse trazia duas plantas, que até estavam um bocadinho com má cara, e algumas folhas partidas, mas separei e fiz dois vasos. Escolhi também um vaso em que as plantas já estavam a puxar novos filhotes. Custou cerca de 3€.



segunda-feira, 5 de junho de 2017

Tentando fazer qualquer coisa duma Crassula ovata

Um vaso de 20L com uma Crassula ovata que ramificou bastante, inclusive com ramos que vergaram, enraizaram e originaram novas plantas, e com novos filhotes por todo o lado. A Crassula ovata (planta-jade ou árvore da amizade) será provavelmente a planta suculenta mais conhecida e não será alheio o facto de ser uma das plantas mais fáceis de manter. 

Olhei para este vaso e vi algumas possibilidades de tentar fazer dali alguma coisa a nível de bonsai, apesar da Portulacaria afra ser bem mais apetecível para estes trabalhos, por ter as folhas mais pequeninas, mas ainda assim resolvi tirar a planta e começar a revolver a terra, separar filhotes e mais filhotes e ver o que se podia fazer a partir daquele emaranhado todo.

E disto:


Vê-se aqui como de um rebento que pousou na terra se formaram novas plantas:


Saiu-me isto:


Não está grande coisa para já, mas talvez curvando uns ramos e tal, esperando para ver o que vai brotar dali, quem sabe talvez se possa criar alguma coisa de jeito!

domingo, 4 de junho de 2017

Árvores: Política de Amizade

"Mas porque razão são as árvores seres tão sociais? Por que motivos partilham o seu alimento com as companheiras, cuidando assim tão bem da concorrência? As razões são as mesmas que conhecemos das sociedades humanas: juntos somos mais fortes. Uma árvore não faz a floresta, não é capaz de criar um clima local equilibrado, é vulnerável ao vento e às condições meteorológicas. Pelo contrário, muitas árvores juntas, logram formar um ecossistema, capaz e mitigar o calor e frios extremos, de armazenar toda uma quantidade de água e de produzir ar bastante húmido. É neste tipo de ambiente que as árvores são capazes de viver protegidas e por muitos anos (...)

Por conseguinte, cada árvore é valiosa para para a comunidade e merece ser preservada o mais possível. Daí que ate os exemplares doentes seja apoiados, sendo abastecidos de nutrientes até ficarem bons outra vez. Pode ser que da próxima vez seja ao contrário e seja a árvore que agora ajuda a necessitar por seu lado de auxílio. (...)


Será que também as árvores vivem numa sociedade de classes? Tudo indica que sim, embora o termos "classe" não seja exatamente o adequado. O que decide a disponibilidade ajudar os colegas é antes o grau de vinculação ou até mesmo de afeição. E isso podemos nós próprios compreender se levantarmos os olhos para as copas. Uma árvore mediana estende os seus ramos o mais que pode até tocar na ponta dos ramos de uma vizinha de altura idêntica. Além desse ponto já não é possível pois aí o espaço aéreo, ou melhor dizendo, o espaço de luz encontra-se já ocupado. Ainda assim, esses ramos tornam-se cada vez mais vigorosos, dando a impressão de que lá em cima a luta é intensa. Pelo contrário, um verdadeiro amigo coíbe-se à partida de formar ramos demasiado grossos na direção do seu companheiro. Ninguém deseja tirar nada a ninguém, pelo que as partes mais fortes da copa são apenas formadas para fora, ou seja, para longe de onde estão os amigos. Amigos assim encontram-se por vezes tão intimamente ligados através das raízes, que por vezes até morrem juntos. (...)

A vida secreta das Árvores: o que sentem, como comunicam - a descoberta de um mundo misterioso / Peter Wohlleben / Pergaminho 

sexta-feira, 2 de junho de 2017

Passeios no Parque

No próximo sábado dia 3 de junho, daremos início à 1ª edição dos “Passeios no Parque”, com a Visita Guiada pelo Arquiteto Paulo Calapez, ao Parque do Covelo. Esta iniciativa municipal, visa ajudar a descobrir e disfrutar as centenas de hectares de espaço público que compõem os 7 parques urbanos do Porto. Com características que se revelam de formas muito diversas, quer na sua componente lúdica, quer como testemunhos da história socioeconómica e cultural da cidade, quer pela sua origem - de quintas privadas a lugares públicos - o paisagismo, a botânica, a história e a arte prometem dar-nos a conhecer estes espaços no meio da cidade.