sábado, 21 de outubro de 2017

Tentar Salvar a Planta do Escritório

Foi há pouco mais de um ano que decidiram comprar uma planta para colocar na nossa sala-expositor dos equipamentos que comercializamos. Acho fica sempre bem colocar uma planta nas empresas, dá sempre aquele toque natural, mais acolhedor. E trouxeram uma Dracena marginata também conhecida por Dracena-de-Madagascar.  A escolha é apropriada, visto ser uma das plantas muito usada em escritórios e empresas. O vaso era composto por três finos troncos (três estacas enraizadas) de diferentes alturas, com folhas bastante verdinhas e com o seu típico contorno da folha em tons de vermelho escuro e custou 20€.


Só que, aos poucos, comecei a ver que a planta não estava a dar muito bons sinais de vitalidade. E com o passar do tempo, primeiro apodreceu um tronco e depois outro, e acabou mesmo só por ficar o tronco mais pequenino. A meu ver, e tentando fazer uma espécie de diagnóstico, o problema foi que a planta foi regada em excesso, e isso via-se quando retirei os troncos apodrecidos, que o solo estava como uma espécie de esponja cheia de humidade. Mas há mais, quando ultimamente olhava de passagem para a planta, viam-se umas pequeninos pelos brancos, sinal evidente para mim, que estaria a ser atacada pela temível cochonilha-algodão.


Como não fui eu que comprei a planta, nem era responsável por ela, nem sequer trabalhava naquele espaço da empresa, e apesar de ter dito para terem cuidado com as regas e perceber que a planta estava a morrer, nunca que interferi. Até que ontem a minha colega que estava agora incumbida de a regar, falou comigo se não deveríamos mudar a terra à planta e eu logo concordei que sim. Falou-me se eu podia levar terra, e mudávamos lá na empresa, mas não me pareceu nada prático. O melhor, disse, era eu mesmo trazer a planta e mudá-la em casa e levá-la, de novo, para a empresa na segunda-feira. 

E logo percebi que estava, tal como parecia, infestada de cochonilha-algodão. Ali metidas entre a base das folhas e o tronco, sugando a planta e também no olho dos novos rebentos. Ao retirar a terra, percebi também que já tem cerca de metade das raízes apodrecidas, e resta só outra metade, de aspeto ainda saudável. Removi, com auxílio de uma agulha, as cochonilhas, e limpei bem. Depois mudei a terra e vamos ver se ainda vai ser possível salvá-la ou não.  

segunda-feira, 16 de outubro de 2017

3a Exposição / Venda Internacional de Orquídeas de Lisboa


A 3ª Exposição Internacional de Orquídeas de Lisboa, organizada pela Associação Portuguesa de Orquidiofilia, pode ser visitada entre os dias 10, 11 e 12 de Novembro, no Mercado de Santa Clara, em Lisboa. A entrada tem um custo de 2€, por dia.

domingo, 15 de outubro de 2017

Petição: Lixo Não é Água

A notícia vem no jornal DESTAK de sexta-feira, e diz-nos que a DECO PROTESTE lançou uma campanha on-line para obrigar as câmaras municipais do país, a deixar de indexar diretamente a cobrança de resíduos no volume de água consumido. 




Este sistema de cobrança pode ser muito prático mas não faz qualquer sentido. É completamente injusto e não está a premiar quem tem um comportamento ambiental responsável e sustentável. Não premeia quem separa os resíduos e/ou quem faz compostagem, e por outro lado prejudica automaticamente as pessoas. Tabela todos por igual, como se ninguém tivesse comportamentos ecológicos e responsáveis. 

Por exemplo, no meu caso. Tenho uma área razoável de jardim que tem de ser regado quase todos os dias, manhã cedo ou ao fim da noite, visto que este ano quase não tem chovido e está tudo seco, mas eu nem sequer faço as refeições em casa e consequentemente quase não tenho qualquer consumo de eletricidade nem produzo quaisquer resíduos porque faço compostagem com os restos do jardim! Ou seja, todos os meses penalizam-me na fatura da água, por aquilo que eu não estou a fazer, o que é uma verdadeira aberração. Por outro lado isto só acarreta que as pessoas se revoltem e se desmotivem a fazer a separação dos resíduos, porque ser ambientalista e defender a Natureza é muito bonito, mas ninguém gosta de ser feito de parvo. E por isso mesmo eu já assinei a petição, que vais estar disponível até 30 de Novembro:



domingo, 8 de outubro de 2017

Cores Outonais





 Nos diospireiros da Casa Allen

Susto no Jardim

Andava eu a limpar um recanto do jardim, e eis se não quando, assusto-me, porque toco em qualquer coisa que se mexeu! E o que é que era? Um sapo! Ele estava bem escondido, quase enterrado, numa zona de muita folhagem , por debaixo de um Pittosporum tobira. Depois do susto inicial, peguei na máquina fotográfia que tinha comigo, e tirei-lhe algumas fotografias. No dia seguinte já não estava no sítio onde o encontrei, mas provavelmente não deveria andar longe.