Papoilas deve haver um pouco por todo o país, ainda assim, aqui na zona onde vivo mal as vejo. Durante esta semana estive a trabalhar em Alenquer e ficava sempre fascinado a olhar para aquele vermelho vivo das suas enormes pétalas. Tenho mesmo que arranjar sementes para as espalhar pelo meu jardim.
sábado, 9 de junho de 2018
Larva de Joaninha-de-Sete-Pontos
Como é sabido as joaninhas são dos insetos mais úteis nos jardins e hortas pois são insaciáveis a comer os afídeos como os pulgões e piolhos que chupam a seiva das plantas. Mas antes de se apresentarem com aquele aspeto que todos conhecem, redondinhos, cor-de-laranja e com mais ou menos pintas que deixam fascinadas as crianças, passam por vários estágios e metamorfoses. E convém conhecer o ciclo de vida da joaninha, para não se confundir a sua larva com uma qualquer indesejável lagarta.
E esta é a larva de uma das joaninhas mais comuns em Portugal: a joaninha-de-sete-pontos (Coccinella septempunctata) que já neste estado é muito voraz a alimentar-se da maiorias dos afídeos que atacam as nossas plantas.
Cobrinha a Apanhar Sol
Chego a casa e surpreendo um pequeno juvenil ao sol, com a cabeça debruçada sobre o pequenino muro de suporte dum canteiro que tinha relva e que vou modificar. De imediato fui buscar a máquina fotográfica compacta que anda quase sempre comigo no carro e tirei algumas fotografias. Mas bastou tentar aproximar-me ainda mais, que ela, com uma velocidade incrível, rapidamente saltou e desapareceu por entre a relva alta.
Como nada sei sobre cobras não posso apontar que espécie será. Quem sabe, talvez seja uma cobra-rateira, muito comum em Portugal e que, como o nome indica, alimenta-se de pequenos roedores. Se alguém entendido passar por cá me quiser elucidar eu agradeço.
Outras cobras que encontrei:
# Cobra no Parque Botânico do Castelo
# Cobra na Beira da Estrada
sexta-feira, 8 de junho de 2018
Depois dos Incêndios de Outubro, Renascem das Cinzas os Sobreiros
Conheço demasiado bem o local pois passo por lá todos os dias a caminha do trabalho. No dia 16 de Outubro de 2017 era uma dor no coração. Tudo completamente preto, carbonizado e cheio de fumo dos troncos que ainda ardiam enterrados na terra.
Aos poucos o preto deu lugar ao castanho e, lentamente, alguns pontinhos de verde começaram a brotar. E nos últimos dois meses algo de fantástico começou a acontecer: os sobreiros, mesmo depois de terem ficado completamente carbonizados, renascem qual fénix das cinzas.
Entretanto no solo há um completo frenesi, uma enorme corrida contra o tempo de plantas que crescem vigorosamente. Desde carqueja, sargaços, giestas, tojo, a Natureza volta a cobrir de verde, tudo aquilo que ainda há meses estava completamente carbonizado.
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