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domingo, 30 de agosto de 2020

Missão Espinhosa de Transplantar um Assento de Sogra

Chamar-se "assento de sogra" a um cato cheio de picos não creio que seja lá das coisas mais simpáticas para com as mulheres e, se calhar, mostra como, até na botânica, a nossa sociedade é patriarcal e machista. Mas adiante, passemos à missão espinhosa propriamente dita, porque isto não é tema para aqui ser debatido.

Como tinha dito comprei mais uns catos e trouxe um Echinocactus grusonii grandinho que fiquei a pensar se mudaria para um vaso maior ou se plantaria no canteiro das suculentas. Acabei mesmo, e acho que foi o que fiz melhor, plantá-lo diretamente no canteiro, que será a melhor forma dele crescer mais rápido, ainda que estejamos a falar duma espécie de crescimento muito lento.


Várias espetadelas, arranhões e sangue depois estava o Echinocactus no sítio. Como tive que retirar a grande cabeça-de-medusa para nesse sítio colocar o cato, bem como muitas outras pequenas suculentas para colocar de cada lado duas cabeça-de-medusa (para a coisa ficar simétrica) aproveitei e andei a fazer mais algumas modificações no canteiro que depois mais à frente aqui mostrarei as diferenças . 

quinta-feira, 9 de janeiro de 2014

O caracol faquir

Certo dia, qual não é o meu espanto, quando dou de caras com um caracol a passear-se em cima da cama de espinhos de um Assento-de-sogra (Echinocactus grusonii)! É verdade que já os vi noutros sítios, aparentemente desconfortáveis, mas nada como as lanças deste cato, que são bem longas, duras e afiadas, mas pelos vistos, não o suficiente para um caracol!






Estas imagens provam também que ousar colocar quaisquer espécies de barreiras afiadas, com o intuito de afastar estas criaturas, serão totalmente infrutíferas, pois eles são verdadeiros faquires!