sábado, 9 de maio de 2026

As Flores Amarelas da Euphorbia

Está agora em flor este lindo cato com as suas flores pequeninas flores amarelas. Sem total certeza, mas talvez seja a espécie Euphorbia Resinifera.



As Minhas Estrelinhas Azuis - Glandora prostrata

 A minha erva-de-sete-sangrias, planta autóctone que também lhe ouvi chamar, (correta ou incorretamente) sargacinha, e que há uns bons anos transplantei do monte está agora em flor abundante, e assim estará até ao fim da primavera. Adoro estas estrelinhas azuis!



sexta-feira, 1 de maio de 2026

Polygonum capitatum em Muro de Casa

 Esta planta conhecida por tapete inglês (Polygonum capitatum) é muito usada como cobertura de solo, e eu mesmo estou a usá-la num canteiro em frente da casa, onde tenho alguns catos e suculentas. Forma um bonito tapete, pode também ser usada pendente, mas se não tivermos cuidado invade tudo, daí o estatuto de invasora. No entanto é assinalável a forma como nasce em pequenas fendas de muros e como depois de estende, como se pode ver aqui neste muro que fotografei. 







Em minha casa:

Catos em Flor - Mammilaria


Jardim do Voluntariado do IPO Porto

O Jardim do Voluntariado do IPO do Porto é, para mim, o verdadeiro cemitério da minha mãe. Durante meses desloquei-me para lá todos os dias, até ao dia em que partiu. Era para aqui que, por vezes vinha comer qualquer coisa durante as visitas, e deste jardim também se avista o quarto onde permaneceu até ao fim. 

E meses depois, regressei ao IPO para as consultas de psicologia. Era assim que estava o jardim no início de Abril, com destaque para a floração da glicínia. 










sexta-feira, 10 de abril de 2026

Polinizadores na Macieira

Nos últimos meses tenho estado a trabalhar num local rural e num terreno cheio de árvores e plantas. Reparei na intensa atividade dos polinizadores de volta das flores da macieira, nas primeiras semanas de abril.






segunda-feira, 30 de março de 2026

Os Corvos-Marinhos e as Árvores Caídas do Parque da Cidade do Porto

  No penúltimo fim-de-semana de fevereiro fui até ao Parque da Cidade do Porto, a maior área verde da invicta que, no entanto, nunca lhe dediquei aqui um espaço próprio, por achar que é mais um espaço de lazer e não propriamente algo que possa inserir na categoria de Jardim Histórico do blog. Mas, quem sabe, talvez um dia o ilustre por aqui.

O Parque da Cidade do Porto é uma grande mancha verde, com muitas árvores e grandes prados para as pessoas fazerem desporto, piqueniques, relaxar, ler um livro, passear os animais, etc, e diferentes percursos por onde caminhar ou andar de bicicleta. Era, até há alguns anos, um dos meus espaços de eleição, por onde passava, de bicicleta, quando me decidia a fazer um pequeno passeio de duas rodas.

Nesta recente visita de médico em fevereiro, pleno inverno portanto, pude observar os corvos-marinhos que se aqueciam numa árvore ao sol, junto da água e constatar, infelizmente, alguns efeitos da passagem das várias tempestades que assolaram o nosso país e que tantos estragos fizeram, principalmente, na zona centro.





Sardoniscar por aí

Entrou a primavera, as temperaturas sobem - ainda hoje mesmo vi uma cobra cá em casa a esconder-se atrás de uns vasos - e as sardoniscas tratam de assegurar a próxima prole. 

sexta-feira, 27 de março de 2026

Cabeça-de-Medusa em Floreira

 Há uns anos, não sei precisar, talvez cinco ou seis anos, a minha mãe ofereceu um ou dois vasos com cabeça-de-medusa (Euphorbia caput-medusae), uma suculenta que tem esse nome por fazer lembrar a Deusa grega Medusa, que tem a cabeça com serpentes. 

Entretanto, por estes dias, visitei os meus tios, e, qual não é o meu espanto, deparo-me com esta floreira completamente preenchida pela suculenta. Em que todas as suculentas estão ali comprimidas e em que forma uma espécie de tapete, bem decorativo por sinal.



Para se comparar, uma das minhas cabeça-de-medusa, isolada em vaso fica assim em flor: