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segunda-feira, 17 de outubro de 2022

O Regresso dos Picos-de-Peito-Ruivo

 Com a chegada do Outono regressa, provavelmente, uma das aves mais simpáticas dos nossos jardins: o pisco-de-peito-ruivo.






quinta-feira, 16 de agosto de 2018

Pisco-de-Peito-Ruivo Juvenil

Tinha acabado de cortar bastante arvoredo no "jardim medieval" em casa da mãe de uma amiga minha, e, passado poucos minutos, um pequeno pássaro aproxima-se como que para fiscalizar o meu trabalho! Não foi propriamente para fiscalizar, mas certamente para apanhar pequenos bichinhos que ficaram expostos depois de retirar todo aquele arvoredo. 

Sem grande risco aposto que se trata de pisco-de-peito-ruivo juvenil, pássaro que conheço muito bem, e que, por ser juvenil ainda não apresenta aquela coloração cor-de-laranja tão característica no peito que lhe dá nome. Arrisco também dizer, que esta é uma das aves mais simpáticas que habitam nos nossos jardins. 



domingo, 25 de outubro de 2015

De regresso sempre em outubro

Conhecer a passarada é também conhecer o seu canto. E eu já há algum tempo que me perguntava pelos piscos, e pelo que costuma andar pelo meu terreno voltariam de novo. E porque eles regressam sempre em outubro, hoje ouvi piscos ao longe, com aquele seu canto poderoso e estridente e olhei em volta, e lá estava, de novo o pisco que costuma andar cá por casa, a responder de cima do azevinho, um dos seus sítios preferidos. 

E com um pouco de paciência lá consegui apanhá-lo, pousado em cima da rede:



Dias depois:




Uma outra espécie que me tem visitado, e que nunca tinha visto por cá (ou nunca tinha reparado) são os chapins, mas até ao momento ainda não os consegui fotografar.


domingo, 12 de outubro de 2014

O regresso sempre pontual

Já há semanas, quando saía para o trabalho, tinha visto de relance um pisco a esvoaçar sobre o relvado e perguntei-me se seria o meu amiguinho(a) que estaria de volta. Hoje pude finalmente confirmar, o pisco está de volta para passar o inverno cá em casa.


Não faço ideia para onde vai, em que país é que ficará a sua casa de verão, mas mais uma vez, e de forma pontual, chega sempre no início do outono. 

Estava nas traseiras da casa a mudar umas plantas de vaso e comecei a ouvir uns pequenos ruídos. De imediato fui investigar, e lá estava ele (ou ela). Ali bem perto de mim, a remexer nas folhas do chão a procurar bicharada para comer. 

Um pouco mais tarde fui para a frente da casa, começar a cortar as sebes, e vi-o a cantar no azevinho, de bico fechado.






Ao longe, só se via uma pequena bola cor-de-laranja, mais ou menos do tamanho de uma nêspera (ou magnório como por aqui se diz) e lá entoava os seus cânticos, mas num tom baixo. Ao longe alguém respondia. 

sábado, 29 de março de 2014

Companheiro ruivo

Já tinha falado dos piscos anteriormente, em meados de outubro, para anotar a sua chegada. No ano passado, como referi, quando as temperaturas aqueceram deixei de o ver. Para já ele continua por cá.

Chamar-lhe companheiro, é um pouco excessivo, mas quando, dia após dia, o vejo andar por ali a esvoaçar, como que a controlar o que ando a fazer, não deixa de se estabelecer uma relação, ainda que, uma relação de interesse, talvez mútuo neste caso. Ele aproveita-se de mim, porque sabe que ando sempre a jardinar, a mexer com terra, a mover vasos de um lado para o outro, deixando insetos à vista, e em troca visita-me todos os dias, e deixa-se aproximar, bem mais que qualquer outra ave. 

Ainda há semanas andei a mover uns vasos de sítio, e claro, e ele apareceu logo! Eu levava dois vasos de cada vez, e quando os pousava e me voltava para ir buscar mais, lá estava ele a comer no sítio deixado livre pelos vasos. Depois afastava-se quando eu me estava a aproximar, e quando levava mais vasos, lá voltava de novo, e andamos nisto algum tempo, pois foram mais de cem vasos que mudei de sítio!




Hoje andei a separar o composto que já estava pronto e a armazená-lo (mais de 200L) e ele logo apareceu, pois sabe muito bem que, sempre que ando a remexer no composto, há sempre um ou outro bicho que fica à vista para comer.


Empoleira-se, come, e depois voa para a árvore, mas continua sempre a controlar o que eu ando a fazer!


Estás-me a ver, mas eu também te estou a ver a ti pá!

quarta-feira, 23 de outubro de 2013

Os piscos estão de volta

Uma das aves mais simpáticas dos nossos jardins é o Pisco-de-peito-ruivo (Erithacus rubecula), uma pequena ave facilmente reconhecível por ter a face e o peito alaranjado. No inverno passado tive a companhia de, pelo menos um, que aos poucos ia tolerando a minha presença e até se aproximava deixando-se fotografar de perto. Entretanto as temperaturas aqueceram, e deixei de o ver, porque terá rumara a outras paragens.

Hoje, vislumbrei de novo um pisco escondido na tangerineira, sendo provavelmente a mesma ave que me fez companhia há um ano atrás. Deixo aqui algumas fotografias da simpática ave, muito comum nos nossos jardins:

Pisco-de-peito-ruivo 





Acrescentar que pela plumagem é impossível distinguir o macho da fêmea. A base da sua alimentação são insetos, aliás vejo-os sempre a remexer no chão, mas segundo pesquisei, alimentam-se também de frutos e bagas.