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domingo, 9 de janeiro de 2022

Corvos-Marinhos na Afurada

No primeiro domingo do ano e porque o tempo assim o convidava (não tivéssemos tido uma passagem de ano com uns absurdos vinte e tal gaus), meti a bicicleta no carro, a máquina fotográfica com a lente de 300mm na mochila e fui pedalar pelas margens do rio Douro. Atravessei a Ponte Dom Luis que está em obras (e estará durante todo 2022) e agora temos que passar numa espécie de túnel muito lentamente atrás das outras pessoas e depois andei ali pelo Cais de Gaia, muito tranquilamente e fui até à Ponte da Arrábida. Mas pelo meio parei na Afurada perto dos barcos que ali estão ancorados porque alguns corvos-marinhos chamaram-me a atenção em cima de um barco. E tratei de disparar sobre eles...













domingo, 13 de janeiro de 2019

Corvo-marinho na Estátua da Maria da Fonte



Estava a passear junto à ria de Aveio, a chegar junto ao lago com a estátua da Maria da Fonte, quando ao longe vejo um corvo marinho em cima da estátua, a espraiar as longas asas de costas para o sol. De imediato saco da minha pequena compacta que tinha no bolso e disparo sobre ele. Fui-me aproximando mas os bichos (estavam outros dois em baixo) não se intimidaram minimamente.

Identificar um corvo-marinho-de-faces-brancas (Phalacrocorax carbo) não tem engano. É uma ave aquática, relativamente grande, quase toda preta que, ou está a fazer voos rasantes sobre a água e parece um enorme bombardeiro, ou então está estacionado em terra, com as suas longas asas abertas a apanhar sol. 






sábado, 31 de março de 2018

Corvo-Marinho



Quase todos os dias, de manhã ao ir para o trabalho, passo por eles, a voar sobre o rio Douro.

O corvo-marinho-de-faces-brancas é das aves aquáticas mais fáceis de identificar por um leigo como eu. É grande, toda preta, e faz-me sempre lembrar um bombardeiro quando arranca lentamente e voa muito rente à água. Podemos vê-los geralmente em grupos, nas partes secas, muitas vezes com as asas abertas a secarem-se ao sol. É uma ave migratória, que passa o Inverno em Portugal, sendo por isso só observada entre Setembro e Abril.