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terça-feira, 9 de fevereiro de 2021

Aloe arborecens - Livro de Frei Romano Zago



Quando aqui mostrei a minha floresta de Aloe arborescens, falei acerca do seu uso medicinal e deixei a receita que consta no livro "Cancer tem cura" de Frei Romano Zago /Editora Vozes. Esse livro tenho em PDF (encontra-se facilmente disponível gratuitamente na internet) mas entretanto, por curiosidade, comprei o segundo livro, uma espécie de continuação do livro anterior do mesmo autor intitulado "Babosa não é remédio... mas cura!"

Neste pequeno livro de 2002, o autor responde a algumas dúvidas levantadas pelos leitores acerca do primeiro livro, nomeadamente quando às possíveis variações na receita. Podem-se alterações as proporções? Pode-se usar o cato puro sem mel e bebida destilada? As folhas, como se devem colher? (nem colher muito novas nem secas) E o mel, pode-se retirar por causa de pessoas diabéticas e o alcoól por causa de ex-alcoólicos ou pessoas como eu que detestam bebidas alcoólicas? Qual o melhor tipo de Aloe / Babosa devemos usar? (Aloe arborescens).

E num terceiro capítulo (depois de no segundo abordar as razões de porquê usar) aborda o seu uso e as doenças que alegadamente cura e previne, e que são imensas! Depois de ler o livro ficamos a pensar que se fizermos a receita ou comermos o cato nada nos pega, nem mesmo o coronavírus!

Ironicamente como referi, cultivo este cato/suculenta há trinta anos e nunca fiz a receita (que teria de excluir a bebida alcoólica) nem sequer o introduzi na alimentação. Limitei-me unicamente a aplicá-lo na pele. Estou fortemente inclinado a começar a fazê-lo, ainda por cima uma das doenças que promete curar é uma das doenas auto-imunes que me aflige. Veremos. Se não virar "jacaré", depois conto-vos como correu!

segunda-feira, 4 de janeiro de 2021

Floresta de Aloe Arborescens


As estacas que fui cortando de Aloe arborecens de minha casa, estão agora assim no campo dos meus pais, e que parece uma autêntica floresta. Este cato ou planta suculenta, além dos óbvios efeitos decorativos, com as suas inflorescências vermelhas por alturas do Natal. está também, como é sabido, muito associado às plantas medicinais. 

Esta planta é muito procurada e usada também na fabricação de um xarope celebrizado por frades franciscanos, e que prometia curar ou prevenir o cancro. Conheci pessoas que garantem que sim, eu, ironicamente, propago muito as plantas mas nem sempre as uso, até na alimentação, muitas vezes por mero desleixo, até porque "casa de ferreiro, espeto de pau". 

Na receita desse conhecido xarope, que quem não conhece encontra facilmente na internet o download do e-book do livro "Câncer Tem Cura! Manual Que Ensina A Tratar Do Câncer E De Outras Doenças" de Frei Romano Zago (Editora Vozes) é deixada a seguinte receita que transcrevo na íntegra:

Ingredientes :

a) Meio quilo de mel de abelha (mel puro, natural); 
b) 40 a 50 ml (5 a 6 colheres) de bebida destilada (cachaça de alambique ou uísque ou conhaque); 
c) Folhas de babosa (Aloe arborescens): duas ou três ou quatro ou cinco ou mais, tantas que, em fila indiana, se aproximem de um metro de comprimento. Se, eventualmente, superassem tal medida, não se preocupe, uma vez que a babosa não é planta tóxica. Não esquecer que a babosa é o mais importante dos elementos, encontrando-se nele o princípio ativo contra o câncer. 2) 

Procedimento:

Remover os espinhos das bordas das folhas, bem como a poeira que a natureza aí pode depositar, utilizando-se de um pano limpo ou esponja. Picar as folhas, sem remover a casca, jogando-a no liquidificador, junto com o mel e o destilado escolhido. Triturar bem. Pois o preparado... estará pronto para o consumo. Não cozinhar nem filtrar. Se conservado em geladeira, envolver o frasco em embrulho escuro ou vidro de cor (âmbar). Fora da geladeira não azeda. 

Posologia (como tomar) Tomar uma colher, das de sopa, uns 10 a 20 minutos antes do café da manhã, almoço e jantar. Agitar o frasco antes de servir-se do seu conteúdo. Iniciado o tratamento, ingerir o conteúdo todo do frasco. Se o problema for câncer, terminada a primeira dose, submeter-se a exames médicos. O resultado das análises dirá a atitude cabível. Se não houve cura nem melhoras, é preciso repetir a operação, observando-se curto intervalo (três, cinco ou sete dias). Tal procedimento (de repetir a dose) deve-se tê-lo tantas vezes quantas forem necessárias para eliminar o mal. Somente após os primeiros três a quatro frascos sem o êxito desejado deve-se recorrer a uma dose dupla, ou seja, duas colheres antes das três refeições, já que temos tido casos de pessoas que, mesmo em fase terminal, com um frasco e uma colher antes de comer, conseguiram livrar-se do mal.