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quinta-feira, 29 de novembro de 2018

Cogumelos Vermelhos e Brancos


Ao longo de uma caminhada de grupo, nem sempre é muito fácil estar atento aos pormenores porque seguimos no passo certo, uns atrás dos outros, muitas vezes sigo na conversa, mas, ainda assim, vou tentando estar atento ao que me rodeia, e por vezes encontro algumas coisas engraçadas como estes coguelos (fungos) vermelhos e brancos com aspeto de serem alucinogénicos!

Eu não colho cogumelos para comer porque não me tenho por entendido, e mesmo tendo alguma literatura que os ensina a distinguir, porque há espécies comestíveis e venenosas que são relativamente semelhantes. E uma má identificação pode resultar em morte e por isso não compensa o risco.

Ainda assim arrisco que esta espécie poderá ser Amanita muscaria. Se alguém quiser corrigir esteja à vontade. 


domingo, 25 de novembro de 2018

PR2 - Caminhos do Vale do Urtigosa



Este sábado rumei com a associação do costume até Arouca, mais concretamente até junto da Igreja Matriz de Rossas, para uma caminhada de onze quilómetros pelo trilho de pequena rota PR2 Caminhos do Vale do Urtigosa.

O trilho tem um formato circular, e por isso mesmo tanto pode ser feito num como noutro sentido, tal como pode ser iniciado em qualquer ponto de acesso. Está bem sinalizado, é considerado de pequena ou média dificuldade e são precisas em média quatro ou cinco horas para o concluir e chegar ao ponto inicial. Ainda assim, por sugestão da guia que nos acompanhou, fizemos o trilho ao contrário do que é habitual, porque como o início é um pouco exigente, a subir com algum desnível, e assim sendo, em sentido contrário evitaríamos essa parte, que só faríamos no fim e a descer.



Partimos então de Rossas em direção a Lourosa de Matos passando por Souto Redondo e Provisende aldeias aconchegadas num vale pela Serra da Freita. O dia previa-se de chuva e a prevenir eu levei uma muda de roupa mas acabou por só começar a chover  já depois de termos terminado a caminhada o que, diga-se, acabou por facilitar as coisas. 


Igreja Matriz de Rossas

Cruzeiro de Rossas


O vermelho das folhas das videiras


Igreja de Rossas a ficar para trás...

As videiras por cima da estrada

Guieiro que conduz a água (desviada para o rio mais à frente)


Ponte sobre o Rio Urtigosa












Souto Redondo ao longe


Capela de Souto Redondo





As marcas das rodas que desgastaram as pedras


Medas de palha

Marcas bem visíveis nas pedras das roda dos carros de bois




Capela  de Provisende

Uma zona mais difícil de ultrapassar...


Ao longe já se via a Igreja de Rossas de onde tínhamos iniciado a caminhada

Sempre muitos castanheiros ao longo do percurso



E estava findo o trilho de onze quilómetros que gostei particularmente. Depois de todas as pessoas do grupo terem chegado, rumamos para o centro de Arouca para almoçar. 


domingo, 16 de novembro de 2014

Sítio para o calhau de Arouca

Quando na primavera passei por Arouca, mencionei que tinha trazido uma pedra que encontrei na Serra da Freita. Até hoje tinha-a sem sítio definido, pois ainda não tinha encontrado sítio certo para ela.



Até que hoje olhei para umas heras, que tenho a ocultar um tubo grosso, coberto por cimento, que tem ali uma saída de água - e as heras são ótimas para usar como ocultação de qualquer coisa - e achei que ali é que poderia a dita pedra, que a mim, mais parece que foi uma escultura, feita pela erosão do tempo, e que transformou aquela rocha granítica, preta e branca, numa espécie de busto. 




Quem sabe ainda lhe atribuo um nome! Que é aquilo que tens ali? Ah é uma peça de arte, é o busto do... !

terça-feira, 22 de abril de 2014

De passagem pela Serra da Freita

Já há bastante tempo, que digo a mim mesmo que quero visitar Arouca, e em particular a Serra da Freita, mas os anos vão passando e na verdade nunca mais lá vou. Na última vez que lá estive, já há muitos anos, estava tanto nevoeiro que não deu para ver absolutamente nada. O mais irónico, é que Arouca fica relativamente perto daqui, talvez a uma hora de de carro, por isso mesmo já lá poderia ter ido explorar o que a serra tem, é é muito, para mostrar e oferecer aos seus visitantes.

Este fim-de-semana passei por lá com os meus pais. Foi uma curta passagem, mas já deu para ver alguma coisa e serviu para me deixar ainda com mais vontade de lá passar brevemente, com mais tempo, quem sabe até para fazer alguns percursos pedestres. 

A primeira paragem foi junto do miradouro da Frecha da Mizarela, a maior queda de água do país, e uma das maiores da Europa.

Frecha da Mizarela





Dirigimo-nos depois ao local onde pode ser observado o fenómeno das Pedras Parideiras, raríssimo no mundo,  mas o centro de interpretação estava fechado provavelmente por ser domingo de Páscoa. 

Pedra em forma de disco que sai das pedras parideiras

Só estivemos à conversa com um senhor que andava a pastar as suas vacas (uma muito curiosa a olhar para nós), mas depois rumános para o local onde iríamos fazer o repasto, uma zona de lazer na serra, junto à estrada, por entre um pequeno curso de água, e à sombra de bétulas e ciprestes, e com bancos de granito. 

As sempre elegantes bétulas






Ainda caminhei um pouco pela serra, quase em estado puro, observando os vários corvos que voavam numa espécie de bailado, e andei atrás de umas borboletas de coloração preta e amarela, (que ainda não identifiquei) e que pousavam na flor amarela da carqueja. Não as costumo ver por aqui onde moro.


Ainda resolvi trazer para casa um pedacinho da serra, no caso um calhau, que me parece ter uma forma bem interessante.


Foi uma curta passagem pela serra, talvez mesmo só um pequeno aperitivo, para um regresso bem mais demorado por terras de Arouca.