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segunda-feira, 1 de janeiro de 2024

Fungos para Começar o Ano

No primeiro dia do ano, uma floresta de inúmeros minúsculos cogumelos irrompe por entre o relvado de graminha brasileira....




E, ao chegar a casa, cruzo-me com um enorme fungo num tronco de árvore...

domingo, 26 de novembro de 2023

Caminhada de Domingo

Depois de várias semanas a fio sempre a chover, eis que veio um fim de semana enxuto. E eu lá me decidi a fazer uma pequena caminha cá pela aldeia, até para experimentar a câmera do novo telemóvel.

Desloquei-me ao mundo encantado dos fungos mas a verdade é que as expectativas saíram frustradas. Quase nada de cogumelos, porque a chuva terá destruído os que emergiram. Ainda assim, cá ficam algumas fotografias da pequena caminhada em que não me cruzei com uma única pessoa, mas em que o ambiente era quase dominado por espécies invasoras.









segunda-feira, 27 de dezembro de 2021

No Mundo Encantado dos Fungos II

Dezembro é sempre uma boa altura para uma caminhada pelo monte e observar estas formas de vida muito interessantes que dão pelo nome de cogumelos, os frutos dos fungos. 








# No Mundo Encantado dos Fungos I

domingo, 24 de outubro de 2021

Criaturas Estranhas Emergem do Relvado


Surgem agora, um pouco por todo o meu relvado estas criaturas nauseabundas. É o fungo Mutinus caninus e este são os seus frutos a que chamamos cogumelos. Muito bom para fazer um teste gratuito à COVID-19! Se a pessoa não sentir o mau odor então é porque está mesmo infetado!

Este fundo imita as cores da carne em putrefação atraindo assim insetos que irão depois espalhar os seus esporos.  

segunda-feira, 15 de fevereiro de 2021

Patas de Cavalo e Conchas em Troncos de Árvores

 Tarde de domingo. Depois de almoço meti a bicicleta no carro e fui dar um curto passeio até à zona de costume. Infelizmente com a chuva o rio Douro subiu e alagou uma zona e encurtou o passeio. Pendurei a bicicleta no carro e resolvi caminhar um pouco. Vi os patos, os corvos-marinhos, e até que, de repente deparo-me com estes fungos nos troncos de várias árvores mortas....





sábado, 2 de janeiro de 2021

No Mundo Encantado dos Fungos

Ontem, depois de almoço, e logo no primeiro dia do ano, e porque mudou o ano mas continua tudo na mesma no que se refere a vivermos neste período de pseudo-confinamentozinho em que nos querem em casa às 13h ao fim-de-semana, resolvi ir dar uma caminhada aqui pela aldeia, fazendo inclusive algumas centenas de metros do percurso que fazia todos os dias para ir para a escola primária, e continuei depois por uma zona junto ao rio Dour (que já há muito por ali não passava) e que no meu modesto entender poderia e deveria ser revitalizada com grande valorização para a nossa terra, onde as pessoas poderiam fazer um belo trilho para caminhar ou andar de bicicleta, mas que em vez disso está completamente ao abandono, infestada por mimosas que já começam a florir. 

Além do prazer da caminhada no primeiro dia do ano, acabei por descobrir um verdadeiro mundo encantado de cogumelos em velhos troncos apodrecidos. Aqui ficam as fotografias conjuntamente com a Joaninha Bucólica que agora me acompanha!












segunda-feira, 4 de fevereiro de 2019

sábado, 1 de dezembro de 2018

Florestas de Pequeninos Cogumelos

Enquanto andava a explorar o Parque de Arouca e antes de ter ido visitar o mosteiro, abriguei-me da chuva debaixo de uma glicínia e deparei-me com um cenário incrível de pequeninos cogumelos, quase a fazer lembrar pequenas florestas. 










quinta-feira, 29 de novembro de 2018

Cogumelos Vermelhos e Brancos


Ao longo de uma caminhada de grupo, nem sempre é muito fácil estar atento aos pormenores porque seguimos no passo certo, uns atrás dos outros, muitas vezes sigo na conversa, mas, ainda assim, vou tentando estar atento ao que me rodeia, e por vezes encontro algumas coisas engraçadas como estes coguelos (fungos) vermelhos e brancos com aspeto de serem alucinogénicos!

Eu não colho cogumelos para comer porque não me tenho por entendido, e mesmo tendo alguma literatura que os ensina a distinguir, porque há espécies comestíveis e venenosas que são relativamente semelhantes. E uma má identificação pode resultar em morte e por isso não compensa o risco.

Ainda assim arrisco que esta espécie poderá ser Amanita muscaria. Se alguém quiser corrigir esteja à vontade. 


segunda-feira, 11 de maio de 2015

Por entre Estevas e Papoilas

Fim de semana por terras de Bragança a convite dos meus pais. Este era dos poucos distritos em Portugal Continental que não conhecia, e na verdade agora com boas acessibilidades, de carro posso-me pôr lá em duas horas, e quando não tivermos de subir e descer o Marão, mais rápido ainda será.

Paisagem completamente diferente da daqui do Douro Litoral onde vivo. Não se vê um único eucalipto, mimosa ou austrália. Não se vêem matos, silvas e terrenos ao abandono. Pelo contrário, está tudo cultivado. Foi uma curta visita de médico, mas gostei bastante e quem sabe não volte lá em breve, com muito mais tempo, para ver tudo muito mais calmamente como eu gosto.

A primeira paragem foi na albufeira do Azibo, concelho de Macedo de Cavaleiros. Basicamente só deu mesmo para fotografar a paisagem e nada pude explorar, pois esperava-me um almoço-convívio com hora marcada. Paisagem muito apelativa: a água, as árvores e os trilhos a descobrir. E o cheiro caraterísitco das estevas no ar e o salpicado de papoilas por todo o lado.






Estevas (Cistus ladanifer)
Flor da Esteva 

Depois uma noite bem dormida, e muito bem acomodado na tranquilidade de uma quinta de Bragança, fomos fazer a visita da praxe ao castelo local, sítio onde me deleitei com o enorme tapete de papoilas que florescia mesmo junto à entrada do monumento.

Castelo de Bragança
Papoila (Papaver rhoeas)



Iniciando o caminho de retorno a casa, decidi passar por Vinhais, tendo sempre do lado direito da estrada, o Parque Natural de Montezinho como companhia. Em Vinhais tinha o Parque Biológico local para visitar. Parque com poucos anos, relativamente pequeno, e que em que pouco mais de meia hora chega para ver tudo, mas que gostei muito da visita. 




Gralha (Corvus corone)
Perdiz vermelha (Alectoris rufa)


Burro Mirandês 




Javali (Sus scrofa)



Cão de gado Transmontano
Veado (Cervus elaphus
Centro Micológico de Vinhais

Plantas aromáticas e medicinais

Centro Interpretativo das Raças Autóctones Portuguesas

Última paragem antes de chegar a casa: Mirandela, a cidade jardim. Mas foi uma curta estada. O cansaço aliado ao muito calor que se fazia sentir (mesmo à sombra) apressou o regresso, e só deu mesmo para caminhar um pouco junto ao rio, antes de me fazer de novo à estrada. Mas deu para constatar que tudo que sítio está arranjado, florido, cuidado. Quer-me é parecer que todas aquelas palmeiras das canárias que vi (de gosto muito duvidoso) terão de substituídas, pois já apresentam as folhas secas, sinal evidente, que o escaravelho-carrasco já por ali andará a dizimá-las sem misericórdia. 



Princesa do Tua





Da visita trouxe uma recordação deste distrito, e na verdade sem grande fé que pudesse ter sorte. Foi-me impossível resistir a não trazer umas quantas estevas, que arranquei (em Azibo) e coloquei com alguma terra e água num saco plástico, fazendo quase umas papas! 

Estavas transplantadas

Passaram dois dias dentro do carro, apanhando um calor tórrido... a esperança era pouco mais do que nula. Mas na verdade, ainda chegaram verdinhas, coloquei em vasos, reguei bem, vamos ver o que sai dali, mas começo a acreditar que vou ter estevas de Bragança no meu jardim!