Uma enorme vespa dum tamanho que eu acho que nunca tinha visto tomava banho na flor da alcachofra. Podia-se confundir com uma vespa asiática, por causa do tamanho, mas a vespa velutina é toda preta, não tem nem a cabeça amarela nem aquelas quatro grandes marcas amarelas. Trata-se da Vespa mamute, uma das maiores vespas da Europa, que, como se pode ver, até é bastante tranquila. E por ali ficou a nanhar-se no pólen da flor, pelo menos uns quinze minutos, o tempo que por ali estive a abservá-la.
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quinta-feira, 24 de junho de 2021
sábado, 2 de julho de 2016
Primeiras flores da Alcachofra
Recolhi esta única alcachofra (Cynara scolymus) que tenho, no ano passado, mais uma vez abandonada de um terreno baldio. Reconheci-a logo pelas suas folhas muito características e cheias de picos. Arranquei-a de onde estava, e já agarrada ao solo, e até pensei que, como estávamos com as temperaturas quentes, ela pudesse morrer, e na verdade sofreu bastante com o transplante, mas na verdade, rapidamente regenerou, e ora aí está, bem alta, com mais de metro e meio e a abrir as primeiras flores.
A alcachofra apresenta diferentes vantagens. Desde logo, além do seu caráter decorativo no jardim, tem propriedades medicinais muito importantes e tem ainda utilidade na culinária. Para mim a sua importância está nas suas propriedades medicinais, onde tem grande importância, na regeneração do fígado, mas não só, é rica em anti-oxidantes, rica em ferro e como tal muito boa para as anemias, e baixa o colesterol.
Usam-se exclusivamente as folhas em infusão, mas aviso já que não é nada agradável de tomar. O melhor mesmo é beber a chávena de uma só vez e pronto está feito. As folhas vendem-se secas em qualquer ervanária. Mas nada como, se pudermos, como é o meu caso, ter as nossas plantas mesmo à mão para as usar. Não é tanto pelo dinheiro, porque um saquinho de ervas custa pouco mais de 1€, mas é pelo facto de sabemos que não usamos químicos ou pesticidas, nem contribuímos para a pegada ecológica. Este saquinho por exemplo foi importado de Marrocos.
A planta-mãe durará uns anos, mas antes de morrer deixará bastante descendência, e depois separar os novos filhotes para propagarmos mais plantas e fazer, por exemplo, um canteiro só de alcachofras, que devem sempre ser plantadas sempre atrás, emoldurando, se for o caso as plantas mais pequenas que plantarmos na sua frente.
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