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domingo, 5 de maio de 2024
sábado, 19 de outubro de 2019
Aranhas a Passear no Lago
A noite já começava a cair quando olho para o lago das tartarugas e vejo estas duas simpáticas aranhas, provavelmente, especulo eu, a tratar da próxima prole. O mais curioso é terem decidido ir caminhar por cima dos jacintos que estão em cima da água!
E o perigo de cairem à água é grande, quer dizer, neste momento não, porque as tartarugas perdem o apetite quando as temperaturas baixam dos quinze graus, senão, a coisa pode dar para o torto como se pode ver aqui numa filmagem que fiz!
E já agora, para saberem por que é que não devemos matar aranhas dentro de casa, e não, não é porque aranha é sinal de dinheiro!!
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sexta-feira, 1 de março de 2019
Viagem ao Mundo das Aranhas em Aveiro
A Fábrica Centro Ciência Viva de Aveiro inaugura, este sábado, a exposição “Viagem ao mundo das aranhas”.
Trata-se de uma exposição que reúne cerca de 40 aranhas e escorpiões vivos, oriundos dos cinco continentes e representativos da biodiversidade dos múltiplos habitats destes animais.
Pensada para crianças e adultos, esta exposição convida a conhecer os aracnídeos do ponto de vista científico, dando a conhecer a ecologia e biologia destes animais, e a sua importância para o equilíbrio dos ecossistemas.
Pretende, acima de tudo, promover a curiosidade e a conservação da biodiversidade e esclarecer sobre a importância destes animais na natureza.
Por se alimentarem sobretudo de insetos, as aranhas desempenham um papel muito importante no equilíbrio dos ecossistemas, evitando que os grupos de que se alimentam se tornem pragas.
Na exposição que vai estar patente na Fábrica Centro Ciência Viva de Aveiro, os visitantes vão descobrir que há tarântulas que libertam pelos urticantes quando se sentem em perigo ou que os escorpiões ficam fluorescentes quando iluminados com luz ultravioleta.
E vão poder conhecer várias espécies como a viúva, uma das aranhas mais venenosas do mundo, à tarântula-golias-comedora-de-pássaros, a maior espécie de todas.
Os exemplares vivos que integram esta exposição estão em terrários de vidro, de modo a que a aproximação a estes animais seja possível e feita em segurança.
As descrições detalhadas sobre cada espécie esclarecem sobre a biologia de cada uma delas e revelam curiosidades surpreendentes.
“Viagem ao mundo das aranhas” é uma exposição de âmbito internacional, oriunda da Polónia, que já esteve patente em mais de 10 países europeus.
Em Aveiro, a exposição vai estar aberta ao público a partir de sábado, 2 de março, e permanece patente durante um ano.
FONTE
sábado, 20 de outubro de 2018
Aranha-de-Cruz na Yucca
A meio da tarde, em casa dos meus pais, a minha mãe, olhando para uma grande teia de aranha radial, pergunta-me:
- Já viste aquele trabalho?
E mal percebi que era uma aranha-de-cruz logo tratei de a ir fotografar!
sexta-feira, 24 de agosto de 2018
A Força de uma Teia de Aranha
Enquanto regava o jardim, pouco antes de sair para o trabalho, e graças a um dia de muito nevoeiro, observava as teias numa piracanta (que trouxe do Convento de Cristo) e que, com a humidade ficaram visíveis. Além de ficar maravilhado com o verdadeiro trabalho de ourives, não pude também deixar de reparar como a aranha, com a força da teia, conseguiu vergar um grande rebento e levá-lo para onde quis!
segunda-feira, 16 de julho de 2018
domingo, 15 de julho de 2018
Criar a Família numa Folha de Hera
Andava a podar a sebe de heras, que frequentemente tenho de aparar porque crescem bem rápido e, de repente, após ter cortado uns rebentos compridos, deixam à vista uma folha dobrada que me chamou a atenção. De imediato percebi que estava ocupada por algum habitante que dela fez a sua casa. E na verdade tratava-se de uma aranha com a sua prole, que ali se abrigou.
quarta-feira, 8 de julho de 2015
Aranha-vespa
Sábado passado, andava eu a fazer uma limpeza no mato do terreno baldio ao lado de minha casa, para prevenir qualquer eventualidade com os incêndios, e de repente avisto uma aranha-vespa (Argiope bruennichi) bem bonita. Infelizmente como não tinha ali comigo a máquina fotográfica, achei que o melhor seria levar o animal para casa, e deixei-a na relva junto da romãzeira para que, quem sabe, ela a poderia trepar e por ali fazer a sua teia, e depois com sorte conseguir encontrá-la para fotografar.
Talvez fosse muito pouco provável, mas foi mesmo o que aconteceu agora mesmo antes de jantar. Andava a mudar uns vasos de suculentas, e resolvi passar os olhos por entre a folhagem da romãzeira e lá estava ela à minha espera para uma sessão fotográfica ao entardecer! E como se pode ver à direita na imagem, parece que não teve grande dificuldade em encontrar comida, pois já ali tem uma presa capturada e embrulhada num invólucro sedoso.
Aranha-vespa (Argiope bruennichi) |
A Argiope bruennichi tem outros nomes comuns como: cesteira-dos-jardins, tecedeira-vespa, aranha-tigre, tecedeira-de-brünnich ou aranha-dos-jardins. Como referi, encontrei-a no monte, em cima de ervas rasteiras, e agora na romãzeira fez a teia na menos de um metro do solo.
Li que alimenta-se essencialmente de gafanhotos, e faz sentido, pois eles são aos montes no monte, e no meu jardim também se encontram muitos, e muitas vezes também gostam de comer as partes mais tenras das plantas. Pois agora têm de ter mais respeitinho que eu tenho ali uma aranha-vespa pronta a atacar!
sexta-feira, 12 de junho de 2015
A morte também se veste de branco
Nas flores quase brancas das ervilhas-de-cheiro esconde-se um predador, que também ele se veste de branco, para assim, a coberto da perfeita camuflagem, preparar a armadilha e apanhar uma qualquer presa desprevenida. A pouca sorte da traça, foi a sorte da aranha-caranguejo.
No dia seguinte nova presa cai nas suas garras. Desta vez uma abelha. O mais curioso é, como a flor murchou, desprendeu-se e deveria soltar-se, ir no vento e cair no chão. Mas como que prevendo que isso iria acontecer, a aranha prendeu a flor com um fio(vê-se na última imagem), e apesar da ventania que se fazia sentir, a flor simplesmente ficava ali a girar sem parar, mas sem cair ao chão. Verdadeiramente engenhoso.
terça-feira, 21 de abril de 2015
Pulgões e predadores
Passando os olhos mais atentamente sobre as nossas plantas, podemos observar a verdadeira guerra que se passa, dia após dia pela sobrevivência. Os pulgões surgem rapidamente aos milhares para sugarem a seiva das plantas.
Logo de imediato aparecem também as formigas para se aproveitarem das substâncias açucaradas que estes libertam, e em troca proporcionam-lhes proteção (das joaninhas por exemplo) mas no fundo as formigas estão só a proteger o seus próprios interesses.
E onde há pulgões deveriam existir também joaninhas, e cá por casa vejo-as sempre nas heras, onde logicamente existem milhares de pulgões para comer.
Mas se se nas heras mal se notam os estragos dos pulgões, noutras plantas esses estragos são logo por demais evidentes, com folhas ou flores encarquilhadas. É o caso, por exemplo das roseiras. Mas no caso da roseira, encontrei um outro predador, aliado das plantas: a aranha.
domingo, 21 de setembro de 2014
Aranha-de-Cruz II
Olhava hoje para os frutos da minha camélia, lembrando como já várias pessoas me disseram que nem sabiam ou nunca tinham reparado nos frutos que as camélias dão, e de repente vejo outra aranha-de-cruz por baixo da árvore e em frente da sebe, exatamente igual à que havia visto em casa dos meus pais. Sei perfeitamente que é animal que causa repugnância a muitas pessoas, mas eu além de as admirar, acho que esta em particular é bem bonita.
domingo, 14 de setembro de 2014
Teia de aranha de cruz com gotas de orvalho
Manhã cedo em casa dos meus pais, e ao longe, vislumbro uma enorme teia de aranha que brilhava debaixo do limoeiro. Após uma pequena inspeção, encontrei a autora do laborioso trabalho, dentro de casa, escondida atrás de uma folha de limoeiro, à espera que um incauto petisco caísse na armadilha.
sábado, 26 de abril de 2014
Todos por um
Já por diversas vezes encontrei ninhos de aranhas no jardim. Há dois anos, encontrei estas aranhas-bebé, minúsculas, todas juntinhas numa bola.
Esta semana, também na sebe, encontrei um outro ninho de aranhas, mas ao tentar aproximar a máquina fotográfica o mais perto possível para fotografar, devo ter tocado em alguma coisa, e de imediato, num reflexo instintivo, todas se espalharam rapidamente pelos fios da teia.
Assim que o eventual perigo desapareceu, começaram de novo a agrupar-se novamente, e a assumir a sua formação bola.
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