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sexta-feira, 1 de março de 2019

Viagem ao Mundo das Aranhas em Aveiro

A Fábrica Centro Ciência Viva de Aveiro inaugura, este sábado, a exposição “Viagem ao mundo das aranhas”.

Trata-se de uma exposição que reúne cerca de 40 aranhas e escorpiões vivos, oriundos dos cinco continentes e representativos da biodiversidade dos múltiplos habitats destes animais.

Pensada para crianças e adultos, esta exposição convida a conhecer os aracnídeos do ponto de vista científico, dando a conhecer a ecologia e biologia destes animais, e a sua importância para o equilíbrio dos ecossistemas.

Pretende, acima de tudo, promover a curiosidade e a conservação da biodiversidade e esclarecer sobre a importância destes animais na natureza.

Por se alimentarem sobretudo de insetos, as aranhas desempenham um papel muito importante no equilíbrio dos ecossistemas, evitando que os grupos de que se alimentam se tornem pragas.

Na exposição que vai estar patente na Fábrica Centro Ciência Viva de Aveiro, os visitantes vão descobrir que há tarântulas que libertam pelos urticantes quando se sentem em perigo ou que os escorpiões ficam fluorescentes quando iluminados com luz ultravioleta.

E vão poder conhecer várias espécies como a viúva, uma das aranhas mais venenosas do mundo, à tarântula-golias-comedora-de-pássaros, a maior espécie de todas.

Os exemplares vivos que integram esta exposição estão em terrários de vidro, de modo a que a aproximação a estes animais seja possível e feita em segurança.

As descrições detalhadas sobre cada espécie esclarecem sobre a biologia de cada uma delas e revelam curiosidades surpreendentes.

“Viagem ao mundo das aranhas” é uma exposição de âmbito internacional, oriunda da Polónia, que já esteve patente em mais de 10 países europeus.

Em Aveiro, a exposição vai estar aberta ao público a partir de sábado, 2 de março, e permanece patente durante um ano.

FONTE

quarta-feira, 12 de dezembro de 2018

Galeria da Biodiversidade - Jardim Botânico do Porto

No fim-de-semana passado, eu e um amigo, juntá-mo-nos à AMUT para uma pequena caminhada, desde a Ponte da Arrábida até ao Jardim Botânico do Porto. No jardim botânico esperavam-nos para uma visita guiada, quer pelos jardim, que já conheço muito bem, quer depois para uma visita à exposição Galeria da Biodiversidade do Museu de História Natural e da Ciência da Universidade do Porto na Casa Andresen. 

Mal entramos dentro da casa impressiona o enorme esqueleto que pode comparar em tamanho com a árvore de Natal que se vê na imagem abaixo e que tem quatro metros e meio. E a primeira pergunta que surge é: de que animal é este esqueleto? Querem tentar adivinhar? 







Seguidamente subimos para o andar superior, e eu aproveitei para tirar uma fotografia dos jardins lá fora:


No expositor abaixo somos confrontados com os diversos tamanhos de ovos de aves que existem na Natureza. O maior é o de avestruz, o mais pequeno não está ali porque...? Porque o ovo é tão pequeno que não é possível fazer trespassar o fio pelo ovo sem o partir. Sabem de que ave é o ovo mais pequeno do mundo?



Aqui vemos um expositor com todas as raças de cães representadas a branco e, em baixo, a preto, de onde todas elas vieram: do lobo.





Num outro expositor as sementes e a sua localização no globo:




Num dos expositores mais interessantes, o milho. Sabem de onde é originário o milho? Do México. E quem trouxe o milho para a Europa? Como disse o guia, que diz que brinca com as crianças, foi o Cris.... Crist.... isso, foi o Cristóvão Colombo quando descobriu a América.

No expositor podemos ver o milho endémico; o milho já manipulado pela polinização cruzada pela mão do ser humano e, podemos confrontar-nos com o milho transgénico, o expoente máximo do capitalismo. Milho que tem incorporado herbicidas e que é estéril, ou seja, o agricultor tem de, todos os anos comprar novas sementes, pois estas não vão germinar. Este milho é comido pelos animais, e depois, quem come o animais? Nós! 



Conseguem identificar o milho transgénico na imagem abaixo? Brevemente todos os seres humanos serão assim, modificados geneticamente e, como Huxley escreveu no Admirável Mundo Novo, só os selvagens se reproduzirão (de forma repugnante) com recurso a um pai e uma mãe.





Num expositor em que vemos Darwin com dois coelhos, as pessoas ficam a saber como o coelho de Portugal Continental, ao ser introduzido na ilha de Porto Santo se tornou bem diferente. Ficou mais pequeno que a espécie original, e isso explica a teoria da seleção de Darwin. Só os mais capazes de se adaptar e evoluir ao meio sobrevivem. 




Isto que aqui deixei é só um cheirinho do que pode ser visto. Há muito mais para ver, até para cheirar e logicamente para aprender. Gostei bastante da visita e recomendo. Se passarem pelo Porto vão lá dar uma vista de olhos. O bilhete custa 5€ por pessoa, mas a entrada é gratuita nas manhãs do segundo domingo de cada mês.

quarta-feira, 28 de fevereiro de 2018

23ª Exposição de Camélias do Porto



"Na sua 23.ª edição, a Exposição de Camélias do Porto regressa ao Mosteiro de São Bento da Vitória, onde já se realizou em 2015, ano em que foi lançada a marca "Porto. Cidade das Camélias". O evento, de entrada livre, enche de cor e animação o primeiro fim de semana de março, apresentando um programa feito ao encontro de todos.

Realizada pela primeira vez em 1984, esta exposição continua a despertar, ano após ano, a curiosidade e o entusiasmo dos muitos admiradores, colecionadores e produtores de camélias, que trazem a este evento os mais belos e perfeitos exemplares das suas coleções.
Uma organização conjunta da Câmara do Porto e Associação Portuguesa das Camélias, convida o público a conhecer e apreciar as diferentes espécies desta flor do inverno, trazida do Japão no início do século XIX e que hoje espalha cores por toda a cidade. 

A mostra, que abre ao público às 14,30 horas do dia 3 de março, terá, como habitualmente, um caráter competitivo, elegendo a Melhor Camélia e, também, a Melhor Camélia de Origem Portuguesa. Nos dois dias, haverá um conjunto de atividades complementares à exposição, onde se incluem o tradicional Mercado da Camélia, quatro sessões do teatro de sombras encenado pela artista plástica Beniko Tanaka, uma cerimónia de chá e ainda várias oficinas de participação gratuita, todas em redor da camélia....


sábado, 8 de julho de 2017

As Plantas na Primeira Globalização


Depois de 10 anos em viagem por Portugal, Moçambique, Cabo Verde, Itália ou China, a exposição itinerante As Plantas na Primeira Globalização regressa agora a Lisboa, desta vez patente ao público no Centro de Interpretação da Estufa Fria de Lisboa, entre 7 de julho e 17 de setembro.

Esta exposição, organizada inicialmente pelo Instituto de Investigação Científica Tropical em 2007 e baseada no livro A Aventura das Plantas e os Descobrimentos Portugueses do Professor José Mendes Ferrão, aborda a troca de plantas entre continentes no período dos Descobrimentos, um dos capítulos menos estudados sob o ponto de vista agrícola mas, sem dúvida, um dos que tiveram reflexos científicos, técnicos, económicos e sociais mais marcados e mais duradouros. Alimentos como a mandioca, o milho, a malagueta, hoje tão comuns nas várias gastronomias, são alguns exemplos da importância dos portugueses na introdução destas e outras plantas nos vários continentes, levando à alteração de hábitos alimentares e até no desenvolvimento económico dos diferentes países.

Para além da informação patente na exposição, os visitantes poderão percorrer a Estufa Fria de Lisboa e observar in situ as plantas vivas que, em tempos, estiveram na origem destas trocas entre os continentes.