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domingo, 5 de maio de 2024

A Hera Descuidada no Vaso de Bonsai

 Tenho-me descuidado um pouco com os pré-bonsais que precisam de ser podados. Esta hera que, agora pensado bem, deveria ter ficado bem mais tempo num vaso grande a engrossar mais, e coloquei já num vaso de bonsai está com as folhas demasiado grandes. Mas pronto, vou podar, cortar algumas folhas e ela brotará de novo. 



segunda-feira, 5 de julho de 2021

Hera: A Trepadeira Que Queria Ser Árvore

 Já tinha visto esta hera (a uns 8km de casa) há algum tempo mas na altura não parei o carro só para a ir fotografar. Aconteceu por estes dias, apesar de, além da tarde já caminhar para o fim, o tempo estava bastante cinzento (como tem estado neste início de julho) e por isso mesmo pouco propício a fotografias. 

Esta hera trepou por este poste de madeira dos telefones acima, e, não tendo mais sustentação por onde se agarrar, acabou por formar uma copa em formato guarda-chuva. Infelizmente não irá continuar a crescer porque já foi cortada na base (ainda que vá voltar a brotar e iniciar nova escalada por cima dos seus antigos ramos secos, se entretanto não os removerem). 



terça-feira, 24 de março de 2020

As Minhas Pequenas Plantas...


Nesta fotografia pode-se comparar melhor o tamnho dos pequenos vasos (com eucaliptos, hera e vinha virgem) com a pedra de laje com os sedum.

sábado, 21 de março de 2020

Hera Para Bonsai com 2 Anos e Meio de Diferença


Acho que o blogue é, sem dúvida, o melhor arquivo das minhas plantas. Enquanto procurava aqui umas coisas em publicações mais antigas, deparei-me com a fotografia da hera que tenho vindo a tentar transformar em bonsai e podem ver a evolução. Isto também dá para perceber o porquê do custo elevado dos bonsais, porque como facilmente se percebe, são precisos muitas vezes muitos anos e muita dedicação para que as pequenas árvores adquiram o aspeto com que se encontram à venda nas superfícies comerciais. 

No entanto, e como tenho vindo a referir, e até pelo acompanhar mas minha sebe de heras, esta é uma planta trepadeira que até cresce relativamente rápido e uma ótima opção para os iniciantes irem aprendendo. A hera é muito resistente, tolera muito bem as podas, não é esquisita com o substrato nem com as regas.  

quarta-feira, 25 de dezembro de 2019

Natal com as Mãos na Terra

Véspera de Natal com tarde livre do emprego. Como o tempo tem sido muito pouco aproveitei para chegar a casa e dedicar-me à jardinagem. O vento da tempestade tombou-me ligeiramente a budleia e eu aproveitei para a podar e endireitar. E de repente olho para duas grandes piracantas que tinha em vasos de trinta litros e como já não sabia o que lhes fazer com aquele porte (até estiveram à venda mas a coisa não se concretizou) e então resolvi cortá-las para tentar transformar em bonsai. Uma só a cortei e não lhe mexi ainda nas raízes mas a outra sim, removi grande parte das raízes (e espero não ter exagerado) e coloquei numa taça de barro que a minha mãe tinha livre e não iria usar brevemente. 

O arbusto, que teria um metro e meio estava assim, com fotos em flor e com os frutos:
As pessoas mais sensíveis não se assustem, mas passou agora a estar assim:



E já que estava com as mãos na terra e a pensar em bonsais, decidi tirar uma hera do vaso, que já estava a puxar novos rebentos, e dei uma pequena aparadela nas raízes e coloquei depois noutra taça de barro. Sempre quis ter um bonsai de hera, creio que finalmente estou no caminho certo para ter um. Veremos, mas até nem acho que esteja a ficar muito mal...



Uma visão geral de ambos, com a minha laje de xisto com Sedum hirsutum que eu adoro!


Opiniões e sugestões são sempre bem-vindas!

sábado, 30 de novembro de 2019

Mini Bonsai - Hera em Concha

Uma pequenina brincadeira. Tinha uma pequeníssima hera que nasceu de semente debaixo de uma árvore e tinha colocado em vaso já a pensar nisto. Transplantei-a para uma vulgar  concha do mar, e enfeitei com musgo que entretanto apanhei para os bonsais e pus ainda duas pequeninas pedras. Até acho que nem  ficou mal.  



quarta-feira, 20 de junho de 2018

Vespa Asiática em Flores de Hera

Ao pegar num cartão de memória com fotografias já do ano passado, encontrei fotografias que quereria já aqui ter partilhado no blogue, mas que depois entretanto acabei por me esquecer. E foi algo que me chamou a atenção, observar vespas asiáticas na altura pois fotografei-as muito interessadas nas flores das minhas heras. E porquê? Porque sempre ouvi dizer que esta espécie invasora se alimenta de abelhas (conhecidas por atacarem colmeias), vespas e bem como outros invertebrados. E assim sendo, porquê tanto interesse nas flores de hera?






sexta-feira, 28 de fevereiro de 2014

Trepar em fevereiro

Nas últimas semanas, as diferentes espécies de heras que tenho, tanto a espécie espontânea, e que pode ser encontrada por todo o país, como as que comprei (com a exceção de uma) para tapar a zona do terrário das tartarugas, todas elas trepam avidamente em fevereiro.

Deixei crescer uma hera espontânea que nasceu junto à nespereira, e num espaço de poucos tempo já trepou grande parte da árvore.








A hera normalmente comporta-se como uma trepadeira, mas também pode crescer sobre o chão cobrindo extensas áreas. Mas normalmente trepa sobre qualquer coisa que lhe sirva de suporte, e se for uma árvore irá escalar por ela acima. Não é uma planta parasita, porque as suas raízes aéreas não se alimentam das árvores onde se fixam, servem-se unicamente destas raízes para se agarrarem. E é por esse motivo que não compreendo o motivo de as ver constantemente cortadas pela base nos vários parques que frequento. Ainda por cima porque são ótimas para toda a biodiversidade envolvente, funcionando tanto como abrigo, e como alimento. Talvez me esteja a escapar alguma coisa, porque estou em crer que os funcionários destes parques não fazem as coisas só porque lhes dá na real gana, e serão orientados por gente formada, e que saberá muito mais que eu, nestas áreas.

Das três variedades que comprei, duas delas também arrancam com as escaladas em fevereiro. Uma tem uma folha mais pequena e elegante, se bem que os novos rebentos exibem muitas vezes umas folhas muito maiores e pouco semelhantes às mais velhas. A outra hera tem um contorno em amarelo na borda da folha. 




Nesta zona podem-se ver as duas espécies fundindo-se uma na outra. 


As heras são também uma ótima opção para revestir qualquer coisa que se queira ocultar, dando um belo efeito natural. Além disso muitas vezes reforçam os próprios muros já muito velhos. Em conversa em casa de um senhor conhecido meu, e quando uma hera que tinha e que chamou a atenção, ele dizia-me que se não fosse a própria hera, o muro que tinha em pedra de laje já se tinha desmoronado!

sexta-feira, 19 de julho de 2013

Escolher as sebes

Quando há uns anos comecei a restauração da minha casa a minha primeira preocupação foi desde logo avançar com a construção de um muro a toda a volta do terreno e a colocação de um portão. A casa tinha unicamente uma fiada de blocos a delimitar o terreno nem sequer tinha muros nem portão, mas toda a gente na aldeia sabia muito bem quem eram os donos, afinal eu continua a viver na mesma aldeia simplesmente agora a setecentos metros dali.
Apesar disso eu já sabia que faziam do terreno maninho e não tinham qualquer problema de o atravessar como atalho para ir ao monte. Também via que as laranjas e tangerinas das árvores que tinha desapareciam rapidamente, não sei, certamente seria alguma praga que pegava nas árvores, uma praga daquelas com dois braços com cinco dedos em cada mão!

Era uma situação que me incomodava mas que tolerava. A água transbordou quando chego lá certo dia e dou de caras com as ovelhas do vizinho no meu terreno. Já certa vez tinham-me comido um limoeiro que tinha plantado, agora, ao ver aquele cenário, decidi de imediato que tinha de vedar o terreno. Optei por fazer um muro com cerca de um metro de altura, e depois colocar rede em cima. Não gosto de muros altos, é muito corrente em Portugal, mas eu não gosto porque me faz lembrar uma cadeia.

Pelo contrário, até acho muito interessante como, em muitos países como que abolem os muros e as vedações, e as entradas das casas mais não são que são amplos espaços totalmente abertos e integrados uns nos outros, dando uma enorme sensação de liberdade. Curioso também como associamos os muros a manter uma certa segurança, e depois num desses países onde eles não existem, nos Estados Unidos, encontramos um país conhecido precisamente conhecido pela sua elevada taxa de criminalidade.

Vejamos alguns exemplos em vários países, da quase ausência de muros e vedações recolhidos aleatoriamente do Google Maps:

Ontario/Canada

Mineota/E.U.A.

Inglaterra
Suécia

E agora alguns exemplos em países latinos:

França
Cracóvia/Roménia

Lazio/Itália

Saragoça/Espanha

No meu entender, e posso estar perfeitamente errado, mas parece-me que isto tem muito a ver com a cultura dos povos, e delimitar e colocar enormes muros, tem muito a ver com o pensamento latino do querer afirmar o que "é meu".

Por isso mesmo, por achar que enormes muros à frente de uma casa a fazem parecer uma cadeia é que fiz uns muros baixos, com cerca de um metro, e depois coloquei rede já a pensar em plantar posteriormente arbustos que fizessem uma bonita sebe. 

As sebes podem ter muitas funções e as plantas são escolhidas mediante aquilo que se pretende. Servem para dar privacidade, de corta-ventos, defender de animais e pessoas (neste caso escolhem-se plantas que picam bastante), produzir frutos, dar flores, etc.
No meu caso tinha principalmente a ver com a questão da privacidade. Equacionei várias opções e fui observando também o que era usado aqui na zona onde vivo. E isto é importante para sabermos se determinada espécie se dá bem ou não. Não adianta escolher determinada planta que se viu muito bonita no Algarve se vivemos no norte, com solos e micro-climas diferentes.

A minha escolha acabou por recair na Escallonia rubra, um arbusto que se dá bem praticamente em todos os tipos de solo e climas, resistente à seca, tem umas folhas de um verde brilhante quase como se tivessem sido envernizadas, e ainda por cima temos o bónus de ter umas flores avermelhadas no verão.

Escallonia rubra

Entretanto nos dois últimos anos as escallonias estão com um problema, que pelo que andei a ler, serão fungos, que resulta numa queda massiva das folha, que faz com que o efeito principal da sebe, a privacidade, se perca. Já iniciei um tratamento, mas sobre isso dedicarei-me aqui noutro artigo. 

Numa outra zona, num pequeno espaço em que o passeio está até ao muro e tem ainda um espaço com um lago de tartarugas, plantei umas heras para cobrir esse espaço e confesso que gostei do resultado final e ainda mais por não darem quase nenhuma manutenção. O único senão é mesmo o crescimento lento, mas depois compensa a espera. Outra vantagem é não ocuparem mais de meio metro de largura como a maioria dos arburtos. Mas tenho observado noutros sítios por onde passo, que elas engrossam bastante e ficam com as folhas muito largas e com um aspeto envelhecido. Mas penso que se as for aparando elas manterão sempre um aspeto mais viçoso, mas isso irei ver com o passar do tempo. Quatro anos depois é este o resultado:

Hera