No Instituto de Oncologia do Porto parece que os metrosideros se abraçam a si mesmos...
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sábado, 3 de maio de 2025
quinta-feira, 27 de junho de 2024
As Madeixas Loiras do Metrosidero
Uma ida à feira de Espinho e almoço ali à frente da praia. Junto aos Paços do Concelho alguns metrosideros, já de bom tamanho que proporcionava uma boa fotografia. E as enormes raízes aéras a fazer lembrar umas madeixas loiras nos enormes cabelos que já quase chegam ao chão:
domingo, 19 de agosto de 2018
Metrosidero Três Anos Depois
Passaram agora três anos que trouxe este metrosidero de um ecoponto, deixado ao abandono para ir para o lixo. E três anos depois já está um senhor metrosidero, a aproximar-se dos dois metros de altura apesar de já lhe ter cortado as pontas. Foi esta a evolução:
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Julho - Setembro - 2015 |
Julho 2016 |
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Agosto - 2018 |
Não sei bem porquê mas este ano, ao contrário do ano passado, não deu flores. A minha explicação vai para a imensa geada que caiu no Inverno passado e que, queimou inclusive as extremidades, e poderá ter sido isso que tenha impedido a floração.
Entretanto resta-me tentar vender ou trocar porque não tenho onde plantar uma árvore que desenvolve e cresce de forma impressionante. E o meu papel está cumprido.
quarta-feira, 31 de maio de 2017
Metrosidero: da Morte ao Paraíso
Quem vai acompanhando o blogue lembrar-se-à por certo do metrosidero que eu trouxe do lixo. Estava completamente seco junto a um ecoponto mesmo a dois passos do Hospital Santo António na cidade do Porto. E o tempo voa, e já fará em Julho dois anos que o meti na mala do carro, e trouxe para casa na esperança que se salvasse.
Se no primeiro ano, como se pode ver nas fotografias já cresceu imenso e ganhou muitos novos rebentos, nesta segunda Primavera eis que agora decidiu presentear-me com as suas flores vermelhas! Muito devagarinho a desenrolar as suas inflorescências:
Às vezes há árvores que parecem mortas, abandonadas à sua sorte junto ao lixo, mas na verdade só precisavam mesmo que alguém reparasse nelas e lhes dessem uma oportunidade...
domingo, 17 de julho de 2016
As Árvores-do-Fogo da cidade do Porto
Não queria que passasse mais um ano sem partilhar aqui fotografias dos metrosideros da Foz do Porto em flor. E então conforme ia passando pela cidade, por vezes quando tinha de ir às consultas ou análises do Hospital Santo António - não esquecer que eu não sou portuense, não vivo nem trabalho no Porto - lá ia botando o olho aos metrosideros do Palácio que fica a meia dúzia de metros. As primeiras fotografias que tirei foram precisamente aos metrosideros, ainda jovens, que estão em frente do Pavilhão Rosa Mota. No Palácio os metrosideros estão muitas vezes intercalados com os escovilhões, um arbusto que tem uma flor relativamente parecida com a do metrosidero.
A maior parte dos metrosideros que tenho visto são os excelsa mas ali no Palácio vi uma placa a identificar um Metrosidero robustus A. Cunn. E como são importantes estas placas com a identificação, pois assim, qualquer pessoa pode saber ao certo de que espécie se trata. Mas este ainda só tinha uma ou outra flor.
Ainda no Palácio um outro metrosidero enorme - passa-se por ele para ir para o Museu Romântico da Quinta da Macieirinha - mas este, das várias vezes que por lá passei não vi em flor. Mas o seu porte é tão imponente, que as suas raízes aéreas impressionam:
Se as primeiras flores dos metrosideros do Palácio estavam a florir, bom, então tinha de passar pela Foz para ver com os de lá estariam. E dias depois lá fui, mas só do lado nascente tinham algumas flores. Do lado do mar ainda nada.
O metrosidero é como sabem uma árvore exótica, não é natural da Europa, vem lá do outro lado do mundo, da Nova Zelândia, mas é precisamente, uma árvore conhecida por ser muito resistente aos ares salgados do mar. E na Foz do Porto, encontramos um enorme corredor de metrosideros, desde o Castelo do Queijo, da Avenida de Montevideu, passando pela Avenida do Brasil, até ao Passeio Alegre. E depois vê-se também, nas casas defronte do mar, metrosideros plantados em sebe, precisamente pelo mesmo motivo, por serem resistentes aos ares do mar.
E como estariam os metrosideros juvenis do Passeio Alegre? Um aqui, outro ali, já estavam salpicados de vermelho.
Mas o tempo passa rapidamente e nem sempre tenho disponibilidade de passar pelo Porto, com a agravante de nem sempre o tempo junto ao mar estar muito propício à fotografia. Por duas vezes, de manhã, bem cedo, desloquei-me propositadamente à Foz, mas era só nevoeiro e aquela nortada característica. Consegui as fotografias possíveis, no fim-de-semana passado. O lado nascente já estava despido de flores, do lado do mar, umas flores aqui e ali, e muito vermelho pelo chão.
Talvez um dia me desforre e volte à Foz para ilustrar mais em detalhe estes jardins, onde os metrosideros reinam, também conhecidos por árvores-do-fogo, precisamente pelo efeito que as suas flores dão.
segunda-feira, 11 de julho de 2016
Metrosidero um ano depois
O tempo passa tão rápido que parece que ainda ontem trouxe um metrosidero do lixo, e hoje já faz precisamente um ano que publiquei aqui a história do seu resgate.
A recuperação da árvore foi de facto assombrosa. Estas duas primeiras fotografias estão separadas por dois meses. Um ano depois, e já depois de já ter sido transplantado para um recipiente bem maior, já tomou conta desse novo espaço, e está agora com metro e meio de altura:
Assim que possa acrescentarei mais uns dez centímetros de terra e vamos ver qual será destino desta árvore que salvei de uma morte certa.
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