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quinta-feira, 27 de junho de 2024

Ar Condicionado no Ninho de Vespas

 

Não aprendo e repito o mesmo erro. Poderia até dizer que "em casa de jardineiro, picadas de vespa"! Não tapei as pegas do velho carrinho de mão, e as vespas voltaram a fazer lá ninho e, a esta hora, já tem um ninho em cada pega. 

Lá se foram multiplicando e, num destes dias de calor, apanhei duas vespas, sempre com as asas a bater para, no meu entender, refrescarem o ninho. 

Entretanto terei mesmo que as tirar dali mas, como não as queria matar, lá terei de ver qual a melhor forma, para que também não acabe picado. 

terça-feira, 6 de agosto de 2019

O Homem Abandona - A Natureza Toma Conta (21)

Paragem para almoço enquanto fazia a Ecopista do Minho. Andei por ali à volta da antiga estação de Friestas, e, que é que vejo? Vespas de volta da antiga luminária.



Um olhar mais atento para dentro da luminária e, lá estava o que eu suspeitava: ninhos de vespas! As  antigas lâmpadas nem sequer foram desenrroscadas pois ainda lá estão só que partidas fruto do vandalismo, e não é preciso ser investigador da judiciária!, basta ver as marcas das pedras na chapa! O Homem abandonou a estação, as vespas tomaram conta do sítio!




domingo, 30 de junho de 2019

O Homem Abandona - A Natureza Toma Conta (20)

Tínhamos encostado as bicicletas junto a um Renault Laguna que estava ao lado de outros dois carros abandonados num parque de estacionamento (se calhar é mais Parque de Abandonamento!). E de repente começo a ver vespas a pousar na mala do carro, e se vespas estão interessadas num carro, certamente que não é para apreciar a máquina! Só poderia significar uma coisa: já o ocuparam! E bastou prestar um pouco de atenção para perceber por onde entravam e onde estava escondido o seu ninho. 







Por este simples exemplo podemos perceber como podemos fazer muito pelos polinizadores. Se lhes fornecermos abrigo eles usá-los-ão, ainda que, neste caso, não se pretende que as pessoas abandonem os carros em parques de estacionamento, até porque é proibido, mas sim fazer coisas deste género:



terça-feira, 14 de agosto de 2018

Vespas nas Flores do Sargaço

Por vezes ouve-se gente falar das vespas como se fosse um inseto sem nenhuma utilidade. E talvez se fale assim porque, ao contrário das abelhas, estas não produzem um mel que o ser humano goste, senão provavelmente já seriam olhadas com outra simpatia. Mas a verdade é que as vespas também são polinizadoras das plantas e têm um papel importante na predação e controle de populações de outros insetos, ainda que, também ataquem as próprias abelhas. 

Por estes dias vi muitas vespas especialmente atraídas flores pelo meu sargaço, planta autóctone e que encontramos nos matos e montes e que plantei no jardim. 




domingo, 23 de outubro de 2016

Podar as Estrelícias

Ainda hoje pensava como apesar deste blogue tratar de plantas e jardinagem, a verdade é que muitas vezes ando entretido a jardinar e até me esqueço de retratar as coisas aqui. Apesar olhar para trás nestes três anos e gostar bastante naquilo que o blogue se tornou, a verdade é que a ideia inicial do blogue foi mais essa, a de ir dando conta do que vou fazendo, e depois claro, também aproveitar para divulgar sítios que visito, sejam jardins históricos, parques ou outros eventos que se possam inserir no espírito do blogue. E se o pensei, melhor o fiz! 

Domingo de Outono, de aguaceiros fortes, pouco propício a ir dar uma volta, e vai daí, depois de almoço resolvi ir dar um jeito nas estrelícias que estão em frente da casa. E a verdade é que, neste ano de 2016 as áreas ajardinadas de casa estão a precisar de muita manutenção, porque o tempo tem sido pouco para tudo. E lá está, outro tema que poderia tratar aqui um dia - como organizar a manutenção do jardim mediante o tempo que temos?! 

Sim, é verdade, o dia esteve muito chuvoso, até é domingo, mas lá iam havendo algumas abertas, e depois também é verdade, eu não me preocupo muito com a chuva, pelo menos se a temperatura até está amena, como é o caso. 

Como tal mãos à obra! Isto era o que me esperava:


Como se pode ver o descuido é imenso. A relva já trepa pela estrelícia acima e todas as flores velhas deste ano não foram cortadas. 

Então a primeira tarefa era cortar todas aquelas guias de graminha para deixar à vista a planta. Primeira ferramenta necessária tesoura-de-relva e a coisa já ficou assim:


Bem, já se consegue ver alguma coisa! Ora, aproveitando que estava com a tesoura na mão, vai daí resolvi cortar toda aquela relva que já sai dos limites do canteiro:




Seguidamente fui então tratar da estrelícia. Primeiro conselho, já experienciado por mim, sei do que estou a falar. Cuidado com possíveis ninhos de vespas. Elas gostam de fazer os seus ninhos nas costas das folhas, bem ocultos no meio de tanta folha e de tanta haste ao alto. O que eu faço, quando vou aparar o relvado na primavera (depois de meses sem o fazer) é pegar na mangueira e borrifar por cima da planta, se houverem por ali vespas elas denunciar-se-ão fugindo. Eu já fui picado por elas, quando comecei a cortar a relva, e a partir daí, casa assaltada trancas na porta, passei a ter bem mais cuidado!

Comecei então primeiro por cortar todas as hastes que deram flor e estavam secas:


Cortados todos estes castanhos das hastes, fui cortar algumas folhas, também elas acastanhas, porque no inverno, cai muita geada nas zonas mais expostas do terreno. E eu não protejo as estrelícias como vejo algumas pessoas fazerem, colocando umas barracas. Não gosto de ver, não sei que me parece. É verdade que elas sofrem um bocadinho, mas não morrem, mas claro, algumas folhas acabam por ficar acastanhadas.

Depois também é preciso cortar as folhas dos novos filhotes que se vão propagando e que tombam para o lado e até dificultam a passagem do corta-relva. E se todos estes trabalhos são muito simples de se fazer, qualquer pessoa faz, cortar as folhas já é preciso tomar atenção, porque em cada folha vai nascer uma haste com uma nova flor. E esses rebentos sendo cortados, serão menos flores que teremos a florir. Na imagem abaixo pode-se ver que fiz um pequeno corte para se ver, e deixei uns centímetros acima do novo rebento:


E pronto, em cerca de duas horas, não úteis mas sim por entre os aguaceiros da chuva, que por vezes era bem grossa, lá deixei o trabalho adiantado. Da poda e da relva junta-se um monte de resíduos orgânicos, que vão claro, para o compostor. 


E já todo molhado, era tempo de arrumar as coisas, tirar a roupa e ir tomar um banho quente. 

Antes:

Depois:

Claro que ficou a faltar dar uma aparadela à relva, mas como sabem, não se corta o relvado molhado, muito menos a chover e pior ainda quando o corta-relva é elétrico! A meio da semana trato disso. disso, e da outra estrelícia que está do lado esquerdo!