Depois da Roselha-grande tenho agora também a roselha (Cistus crispus), que também comprei no ano passado, toda florida. E se a roselha-grande é um arbusto ereto com cerca de um metro de altura, a roselha é uma planta rasteira ao chão. Acho que irei recolher sementes para depois plantar em mais sítios do jardim, isto se a própria Natureza não fizer o seu milagre de as propagar (como está a acontecer com o sargaço ainda que as roselhas não sejas espontâneas aqui pelo grande Porto).
domingo, 8 de maio de 2022
sábado, 26 de março de 2022
Roselha-Grande em Flor
Foi em Abril do ano passado que arranjei roselha-grande (Cistus albidus) uma planta autóctone, espontânea em Portugal mas que, no entanto, não há por aqui no distrito do Porto. Comprei na net a um particular e plantei-a em frente da casa onde apanha sol dia todo. E um ano depois, cá está ela, linda, toda em flor! As flores duram cerca de um dia, e é ver o chão pintado de rosa das pétalas caídas no chão. E tem a enorme vantagem de, sendo um arbusto autóctone, está perfeitamente ambientado ao nosso clima não sendo preciso fazer nada.
Esta planta é da família de uma outra que já tinha, o sargaço (Cistus salviifolius L.)
terça-feira, 15 de junho de 2021
terça-feira, 9 de março de 2021
Mata Leão de Sobreiro a Eucalipto
Primeiro Domingo de Março, ainda em confinamento. Almocei e decidi ir dar caminhada pelo monte junto ao rio, a começar junto ao Campidouro (parque de campismo local) e embrenhar-me nos estradões cobertos de mimosas e eucaliptos. Por ali cheguei, várias vezes a andar de bicicleta e sei que por ali se encontram algumas plantas autóctone como gilbardeiras e pilriteiros, por exemplo, que resistem à pressão das exóticas invasoras.
Da caminhada surpreendeu-me o estrangulamento que um enfurecido sobreiro fazia a um eucalipto, um autêntico mata-leão!
quinta-feira, 10 de dezembro de 2020
Sedum hirsutum em Concha
Como já devem ter percebido, eu gosto mesmo muito deste Sedum hirsutum, planta autóctone que costumo ver frequentemente por aqui no grande Porto nas encostas das estradas. Aproveitando para espairecer um pouco no feriado, fui recolher mais uns pés para colocar no meu canteiro das suculentas porque os que já lá estavam estão a propagar-se muito bem.
Eu levo sempre comigo uma faca para fazer de espátula, e retiro da rocha toda aquela porção de terra onde a planta está agarrada. Também não acho má ideia trazer algumas pedrinhas em forma de placas e depois colocar as plantas em cima, porque se é onde elas nascem será onde melhor gostarão de estar em nossas casas.
Com uma pequena planta acabei por colocar numa concha do mar (que veio do Algarve pelas mãos das minha mão) e fazer este pequeno arranjo.