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sábado, 19 de junho de 2021

Encantador de Sardoniscas

Há fotografias que podem ser muito enganadoras. Se eu aqui deixasse só esta fotografia da suculenta, do caracol e da sardonisca, alguém que visse poderia pensar que tinham alguma ligação...


Mas a história é bem mais simples. Numa grande barrica tinha umas suculentas já há uns dias. E ao passar, olho e vejo uma sardonisca em cima duma suculenta, que ali caiu e não conseguia sair, e, ainda por cima, como choveu e acumulou água no fundo, ela teve que se manter acima da água. 

Então peguei na planta, que tinha um caracol, e a sardonisca veio junta. E ali ficou agarradinha, mas aos poucos decidiu que seria melhor trepar para a minha mão. Nunca tinha tocado num destes bichos e, devo confessar que a sensação é, como seria de esperar, de frio!




sábado, 4 de abril de 2020

O Lagarto que Vive no Vaso de Rhipsalis

Sempre que regava este vaso, de imediato saltava de lá um lagarto que se escondia por entre um enorme arbusto de sargaço em frente. Comecei então a investigar e, de facto, esta sardonisca gordinha faz deste vaso de rhipsalis a sua casa! O que se calhar fará todo o sentido, pois fica bem protegida por entre todos aqueles picos, além do óbvio disfarce!



domingo, 8 de março de 2015

Parque Botânico do Castelo

Em Crestuma, a dois passos da barragem, e ao lado do Clube Náutico, fica situado mais um dos parques de Gaia, provavelmente o menos conhecido e visitado, mas nem por isso menos interessante. 


Tinha lá estado pela última vez há poucas semanas e a sensação com que se fica quando o atravessamos, principalmente quando passarmos a Casa da Eira e descemos para o rio, é estarmos num bosque encantado.

Entretanto estive lá hoje, munido da máquina fotográfica, mas como seria natural, todo aquele verde carregado, cheio de musgos e liquens já se está a começar a desvanecer, fruto do sol e do calor que já se tem feito sentir desde a última semana. 

O Parque Botânico do Castelo foi inaugurado há poucos anos, e quem o visita pode observar muita da nossa flora autóctone, tem ao ser dispor mesas para um bom repasto ou descanso, uma belíssima paisagem sobre o rio Douro, e ainda alguns vestígios arqueológicos para observar.

Parque Botânico do Castelo

À semelhança do Jardim das Virtudes ou do Parque de São Roque, este é outro espaço que se apresenta em socalcos, aconselhando-se calçado apropriado e alguma atenção, pois muitos dos acessos são feitos através de degraus escavados nas fragas. A primeira parte do percurso é feita sempre a subir até à Casa da Eira lá no alto, e depois continua-se, sempre a descer até chegarmos às traseiras do clube náutico e à pequena praia fluvial. 

Vamos então começar a visita, é sempre a subir até à Casa da Eira:

Início do percurso





Bancos e mesas para usufruir do espaço


Murta









Musgos nas fragas


Quase...



Casa da Eira

Chegado lá cima à Casa da Eira, podemos então observar alguns dos trabalhos de escavação arqueológica que têm sido desenvolvidos.




Escavação arqueológica delimitada





Sepultura Medieval


Sardanisca

Depois de descansar um pouco da subida, saciando a vista com a paisagem e lendo as informações disponibilizadas sobre a escavação arqueológica, é tempo de começar a descer encosta abaixo, pelas traseiras da Casa da Eira. E mal começamos a descer, encontramos logo um ponto de interesse. Um medronheiro imenso, cravado nas rochas. 


Medronheiro no meio dos penedos

Raízes do medronheiro


Gilbardeira




Madressilva



Musgo e Hera


Esporos de feto

Tronco de árvore a decorar o caminho



Liquens e umbigo de vénus




E está feita a visita. Um pequeno espaço, mas com enorme riqueza, uma espécie de bolha de espécies autóctones, sempre muito bem documentado, com placas informativas junto das árvores e arbustos.