Mostrar mensagens com a etiqueta umbigo de vénus. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta umbigo de vénus. Mostrar todas as mensagens

terça-feira, 21 de novembro de 2023

Umbigo de Vénus em Tronco de Hera

 Troncos de hera agarrados a parede de pedra de laje, mortos, porque foram cortados. Umbigos-de-Vénus são o verde que se faz notar. 



quarta-feira, 20 de janeiro de 2021

Do Teu Telhado Para a Minha Telha

Já foi há mais de um ano que estes fetos cresciam espontaneamente no telhado em frente do teu quarto. Retiraste e no seu lugar lá colocaste umas suculentas. Eu decidi trazer e cuidar deles. Não sei como estão as tuas suculentas. Os fetos que trouxe decidi colocar nesta telha. Acho-a demasiado comprida e demasiado nova. Preferia uma daquelas mais antigas e velhas, mais porosas também. Acrescentei-lhe um pouco de musgo e um umbigo-de-vénus (Umbilicus rupestris) e assim fiz este pequeno desarranjo floral.

domingo, 8 de março de 2015

Parque Botânico do Castelo

Em Crestuma, a dois passos da barragem, e ao lado do Clube Náutico, fica situado mais um dos parques de Gaia, provavelmente o menos conhecido e visitado, mas nem por isso menos interessante. 


Tinha lá estado pela última vez há poucas semanas e a sensação com que se fica quando o atravessamos, principalmente quando passarmos a Casa da Eira e descemos para o rio, é estarmos num bosque encantado.

Entretanto estive lá hoje, munido da máquina fotográfica, mas como seria natural, todo aquele verde carregado, cheio de musgos e liquens já se está a começar a desvanecer, fruto do sol e do calor que já se tem feito sentir desde a última semana. 

O Parque Botânico do Castelo foi inaugurado há poucos anos, e quem o visita pode observar muita da nossa flora autóctone, tem ao ser dispor mesas para um bom repasto ou descanso, uma belíssima paisagem sobre o rio Douro, e ainda alguns vestígios arqueológicos para observar.

Parque Botânico do Castelo

À semelhança do Jardim das Virtudes ou do Parque de São Roque, este é outro espaço que se apresenta em socalcos, aconselhando-se calçado apropriado e alguma atenção, pois muitos dos acessos são feitos através de degraus escavados nas fragas. A primeira parte do percurso é feita sempre a subir até à Casa da Eira lá no alto, e depois continua-se, sempre a descer até chegarmos às traseiras do clube náutico e à pequena praia fluvial. 

Vamos então começar a visita, é sempre a subir até à Casa da Eira:

Início do percurso





Bancos e mesas para usufruir do espaço


Murta









Musgos nas fragas


Quase...



Casa da Eira

Chegado lá cima à Casa da Eira, podemos então observar alguns dos trabalhos de escavação arqueológica que têm sido desenvolvidos.




Escavação arqueológica delimitada





Sepultura Medieval


Sardanisca

Depois de descansar um pouco da subida, saciando a vista com a paisagem e lendo as informações disponibilizadas sobre a escavação arqueológica, é tempo de começar a descer encosta abaixo, pelas traseiras da Casa da Eira. E mal começamos a descer, encontramos logo um ponto de interesse. Um medronheiro imenso, cravado nas rochas. 


Medronheiro no meio dos penedos

Raízes do medronheiro


Gilbardeira




Madressilva



Musgo e Hera


Esporos de feto

Tronco de árvore a decorar o caminho



Liquens e umbigo de vénus




E está feita a visita. Um pequeno espaço, mas com enorme riqueza, uma espécie de bolha de espécies autóctones, sempre muito bem documentado, com placas informativas junto das árvores e arbustos.