Passeio passeio de bicicleta com amigo junto à Praia de Melres. Ao passarmos junto ao rio e debaixo de umas grandes árvores parte de um ninho de vespa asiática. Peguei nele (se calhar não deveria porque eles são atingidos com uma feromona misturado com inseticida) e tirei estas fotos para perceber mais em pormenor como é construído.
domingo, 27 de março de 2022
Ciência do Acaso: Propagação de Fotínias
No Outono passado, de uns restos de podas de fotínias fiz umas estacas. Arranjei um garrafão plástico, cortei a parte de cima e espetei lá montes delas. Mas depois ainda sobraram umas quantas. Então como não tinha nada à mão, espetei-as na areia que envolve o lago das minhas tartarugas.
E, sem querer, tive uma conclusão muito interessante.
Das estacas colocadas no garrafão com terra, somente uma pegou (ou pelo menos não secou). Das estacas que coloquei na areia, até ao momento estão todas pegadas!
Então a conclusão é simples ainda que haja outro fator de diferenciação, que foi a localização. Acho que os resultados são assinaláveis: mais do que não lhe atribuiria assim tanta importância. Acho que melhor do que colocar na terra, as estacas (pelo menos as de fotínia mas também já tinha essa erceção de outras experiências) pegam muito melhor na areia do que em terra.
sábado, 26 de março de 2022
Roselha-Grande em Flor
Foi em Abril do ano passado que arranjei roselha-grande (Cistus albidus) uma planta autóctone, espontânea em Portugal mas que, no entanto, não há por aqui no distrito do Porto. Comprei na net a um particular e plantei-a em frente da casa onde apanha sol dia todo. E um ano depois, cá está ela, linda, toda em flor! As flores duram cerca de um dia, e é ver o chão pintado de rosa das pétalas caídas no chão. E tem a enorme vantagem de, sendo um arbusto autóctone, está perfeitamente ambientado ao nosso clima não sendo preciso fazer nada.
Esta planta é da família de uma outra que já tinha, o sargaço (Cistus salviifolius L.)
terça-feira, 11 de janeiro de 2022
domingo, 9 de janeiro de 2022
Corvos-Marinhos na Afurada
No primeiro domingo do ano e porque o tempo assim o convidava (não tivéssemos tido uma passagem de ano com uns absurdos vinte e tal gaus), meti a bicicleta no carro, a máquina fotográfica com a lente de 300mm na mochila e fui pedalar pelas margens do rio Douro. Atravessei a Ponte Dom Luis que está em obras (e estará durante todo 2022) e agora temos que passar numa espécie de túnel muito lentamente atrás das outras pessoas e depois andei ali pelo Cais de Gaia, muito tranquilamente e fui até à Ponte da Arrábida. Mas pelo meio parei na Afurada perto dos barcos que ali estão ancorados porque alguns corvos-marinhos chamaram-me a atenção em cima de um barco. E tratei de disparar sobre eles...
sábado, 8 de janeiro de 2022
Evolução da Taça com Suculentas
As suculentas crescem lentamente, mas também não é tão lentamente assim. Estando com as raízes mais à vontade do que em vasos minúsculos veja-se o desenvolvimento:
Outubro / 2020
Janeiro / 2022
quarta-feira, 29 de dezembro de 2021
Nascem couves na Nervura duma Folha de Couve!
segunda-feira, 27 de dezembro de 2021
No Mundo Encantado dos Fungos II
sábado, 25 de dezembro de 2021
Plantar Azevinho no Dia de Natal
Enquanto ainda estavam todos na ressaca da engorda da consoada já eu andava com as mãos na terra a cavar um buraco como se não houvesse Natal!
Tenho dois azevinhos fêmea (dois que dão frutos - aquelas bolinhas vermelhas) já com bastante anos em recipientes generosos que nasceram no meu terreno espontaneamente de semente. E por ali foram estando sem que eu soubesse ainda muito bem o que fazer com eles. Um, o maior, acabei colocando à venda, o outro, cheio de bolinhas vermelhas, acabei por me decidir a plantá-lo num recanto do jardim, para que cresça livremente, ainda que, logicamente, com alguma poda de manutenção.
Este azevinho que plantei estava num contentor do lixo que recolhi abandonado e cortei a meio fazendo dois vasos improvisados. Como não tinha fundo tive que puxar um pouco para descolar da terra e dar umas abanadelas para ele se soltar. E como era muito pesado usei um pequeno carrinho de transporte que geralmente uso para transportar vasos.
Com um pau medi mais ou menos a altura e o diâmetro do torrão e cavei um buraco com essa dimensão. No fundo do buraco despejei uma lata de 25L com composto proveniente da compostagem. Transportei o azevinho para junto do buraco e deixei-o deslizar até lá dentro. Para preencher o restate espaço do buraco que sobrou e acondicionar a árvore despejei mais cinco ou seis latas de composto que ia intercalando com parte da terra que saiu do buraco e fui calcaldo bem para apertar.
E assim plantei a árvore símbolo do Natal neste dia de Natal de 2021. Veremos agora como evolui, mas não duvido que vá crescer rapidamente. Assim espero pelo menos. E por cá estarei a dar novidades quando se justificar.



