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domingo, 19 de maio de 2019

Rede Inimiga do Ambiente

No meu concelho, Gondomar, a autarquia decidiu deixar de fazer o seu trabalho de recolha de lixo e de resíduos, trabalho esse pago com o dinheiro dos nossos impostos, para passar a pagar a uma empresa privada para fazer esse trabalho por si. E eu diria que é assim que, aos poucos, apesar dos funcionários públicos irem diminuindo, a despesa do Estado vai aumentando e todos nós vamos ficando mais pobres, ao passo que os empresários, muitas vezes envolvidos em esquemas de corrupção (pesquisem por Rede Ambiente, deputado do PSD e caso de justiça"Ajuste Direto") vão enriquecendo cada vez mais à custa do dinheiro de todos. Mas este blogue não é sobre política, vamos ao que interessa.

A autarquia passou então a pagar a uma empresa privada para fazer aquilo que antigamente era feito pelos trabalhadores da câmara municipal. Esta empresa recolhe o lixo e os resíduos (não sei de quanto em quanto tempo, mas a verdade é que o lixo amontoa-se em volta dos Ecopontos) mas fazem ainda o trabalho de limpeza das bermas das estradas. 



Já aqui em 2015 manifestei a minha indignação porque esta empresa privada começou a aplicar herbicida por todo o lado, mesmo junto das habitações e das hortas das pessoas. Na altura os meus próprios pais contaram-me que tiveram de berrar com a pessoa que andava a fazer a aplicação, porque estava a aplicar herbicida junto da sebe de maracujás que fica encostada à berma da estrada e não fossem eles insurgirem-se e certamente tinham ficado sem maracujás. 

Depois desse triste acontecimento questionei a Junta de Freguesia e na resposta, respondeu-me o presidente manifestando a sua ignorância sobre o assunto. Mas a verdade é que alguém, algum entidade pública, teve que aprovar a aplicação do herbicida! Ou será que a empresa privada faz o que bem lhe apetece e depois simplesmente mete a conta? 

Mas já este ano, estávamos no final de Fevereiro, quando me apercebi de uma folha de papel, colada num poste de madeira dos telefones, em que se fazia anunciar nova aplicação de herbicida! E assim foi, foi aplicado o herbicida e passado duas semanas todas as ervas estavam secas. 

Vejamos então a lógica da coisa. 
Aplicou-se herbicida no final de Fevereiro. Matou-se as ervas todas, incluindo muitas ervas medicinais que nascem nos muros de pedra de laje e que poderiam ser colhidas. Resultado, a partir de agora nunca mais que uma pessoa pode colher o que quer que seja, visto que os solos estão todos contaminados. Aplicou-se então o herbicida, aos poucos as ervas onde o veneno caiu começaram a secar. Passado duas semanas qual o procedimento seguinte? Vem um trabalhador da empresa privada Rede Ambiente, de roçadora na mão, passar  a máquina pelas zonas onde foi aplicado o herbicida.

Expliquem-me lá uma coisa: afinal o uso do herbicida que nos está a matar a todos, envenenando tudo em volta é para quê? Para poupar trabalho não é porque depois lá veio o trabalhador cortas as ervas secas na mesma, está-se a duplicar tarefas! Então para quê usar o herbicida? Não bastava o homem ter vindo cortar as ervas verdes?

Ah, mas com o herbicida não voltam a nascer ervas durante muitos meses...

Acham mesmo que não? Eu dei-me ao trabalho de ir recolhendo fotografias. 

E se no início de Março tudo estava seco, e se nem um ponto verde para amostra se via, no início de Maio, uns meros dois meses depois já novas ervas nasceram e estão de bom tamanho!



Concluindo. Todos sabemos que os herbicidas nos estão a matar e Portugal é dos países da Europa em que as pessoas estão mais contaminadas. Então, qual a justificação lógica para que se aplique herbicida nos meios rurais, junto às casas e hortas das pessoas, se nem para poupar trabalho é? É só mesmo para justificar mais pagamentos à Rede Inimiga do Ambiente? 

quinta-feira, 5 de maio de 2016

Sabe o que é o Glifosato? Se calhar devia

Em 26 voluntários portugueses, o glifosato foi detetado em 100% das análises efetuadas à urina. Na Suíça, em 2015, uma iniciativa equivalente tinha detetado glifosato em apenas 38% dos casos e, em 2013, num outro levantamento realizado pela associação Amigos da Terra em 18 países europeus, estavam contaminadas 44% das pessoas.
O valor médio de glifosato na urina dos portugueses testados foi de 26.2 ng/ml (nanogramas por mililitro). Para referência tome-se a Diretiva da Qualidade da Água: na água de consumo o glifosato não pode ultrapassar os 0.1 ng/ml. Isto significa que a quantidade de glifosato agora detetada, se estivesse em água da torneira, contaminaria essa água 260 vezes acima do limite máximo legal!

A situação noutros países não é brilhante, mas apresenta-se muito menos grave do que a portuguesa. O estudo "Urinale 2015"*7, que abrangeu mais de 2000 alemães, encontrou uma média de apenas 1.1 ng/ml: cerca de 20 vezes abaixo dos resultados portugueses. Além disso, o valor mais alto detetado na Alemanha foi de 4.2 ng/ml, enquanto que os valores portugueses variaram entre 12.5 e 32.5 ng/ml. Ou seja, o português menos contaminado tem três vezes mais glifosato que o pior caso alemão. Outros estudos publicados tipicamente apresentam valores médios próximos dos alemães.



  


Mais alguns dados relevantes a retirar dos resultados nacionais:

os três voluntários mais novos (com idades entre os 7 e os 19 anos) apresentaram um valor médio mais elevado (26.7 ng/ml) que o grupo global, uma desproporção que também foi identificada no estudo alemão;
– não se detetou diferença clara na média de valores dos 4 voluntários que, sendo jardineiros profissionais, poderiam estar mais contaminados do que os restantes (estes últimos, todos eles habitantes de uma zona urbana e sem exposição profissional);
– embora o caso com mais glifosato seja o de um jardineiro, o segundo lugar pertence a um não-jardineiro;
– os valores acima de 20 ng/ml constituem, face à literatura disponível, as maiores concentrações jamais medidas em pessoas sem exposição profissional.



Restante texto do artigo pode ser lido aqui, no site da Quercus.

# Indignação: Autarcas que semeiam a morte


segunda-feira, 10 de agosto de 2015

Médicos e Quercus contra herbicida cancerígeno

Na mesma semana em que vi em Gaia a aplicarem o veneno mortal - e ainda ninguém me conseguiu explicar a vantagem de aplicar herbicidas - chega-nos mais uma notícia, no caso no JN de sábado passado: "Quercus e médicos contra herbicida cancerígeno.



A Quercus voltou a alertar para os danos que os herbicidas provocam na saúde, realçando até que a Ordem dos médicos acha "inaceitável" a "inação governativa" no sentido de avançar com medidas para evitar alguns cancros. 

"Aumenta a contestação ao uso de herbicidas e outros pesticidas". A Ordem dos médicos defende a proibição do Glisosato, o principal herbicida em Portugal, e em todo o mundo" afirma a associação de defesa do ambiente, em comunicado.

# Autarcas que semeiam a morte

sábado, 31 de janeiro de 2015

Indignação: Autarcas que semeiam a morte

Durante as últimas semanas, pude constatar mais da mesma revoltante pouca vergonha. Em Gaia, trabalhadores da SUMA, empresa privada que enriquece com o negócio do "ambiente", pulverizavam zonas verdes delimitadas por passeios ,por exemplo, à volta do Estádio Jorge Sampaio, e que rapidamente passaram a zonas castanhas e sem vida. E eu só me perguntava "porquê"? Afinal a quem interessa o uso dos herbicidas? 
Já em setembro passado me revoltei contra pulverizações efetuadas aqui na minha aldeia, junto das habitações, das hortas e dos jardins das pessoas, e reportei a situação num e-mail bem esclarecedor, com fotografias e tudo à Junta de Freguesia. Infelizmente, só obtive o silêncio como resposta. 

O que se passa é muito grave e só a ignorância ou desconhecimento das pessoas pode fazer com que este estado de coisas se mantenha. Certo dia apercebi-me que as ervas junto ao passeio da minha casa estavam secas, e de imediato estranhei o facto, e foi então em conversa com os meus pais, que fiquei a saber, que foi a empresa (mais uma vez privada), a Rede Ambiente, que andou a aplicar herbicida, junto das casas das pessoas por toda a freguesia, e certamente que só o fizeram com a devida autorização da Junta de Freguesia ou da Câmara Municipal. Contaram-me os meus pais, que tiveram mesmo de berrar com a pessoa que andava a aplicar o veneno mortal, pois apesar da berma da estrada estar limpa de ervas junto ao muro de suporte do terreno (até porque muitas vezes são mesmo os meus pais que limpam) o trabalhador estava empenhado em pulverizar na mesma, sem qualquer espírito crítico, e não vendo que iria matar a sebe de maracujás que os meus pais têm, mesmo junto à estrada. 

Maracujá roxo

Depois deste acontecimento, não pude deixar de estar atento e observar o que se passava um pouco por toda a aldeia. Tudo que era berma de estrada estava seco, castanho, morto. Incluindo espécies autóctones, e algumas protegidas por lei, como o sobreiro por exemplo. Afinal, parece que esta empresa privada, acha que está acima da lei, pois estes trabalhadores empenhados matam tudo o que encontram pela frente. 

Sobreiro seco a mais de um metro da estrada


Extensa faixa morta incluindo um castanheiro e vários sobreiros

Aplica-se o herbicida, mata-se toda a vegetação, contamina-se os solos, e envenena-se o solo, mas afinal qual é o benefício? Será que é o gosto pelo castanho em detrimento do verde? Não encontro outra explicação. 

Aplicou-se herbicida, mas os fetos continuam a estorvar a quem passa

Aplicou-se o herbicida e ali ficaram os fetos, secos, que continuavam a estorvar a carros, ciclistas como eu, ou peões que passem. Mais tarde, e já depois da minha reclamação, os trabalhadores andaram então a cortar a vegetação seca. Mas então qual é a lógica disto tudo? Não poderiam ter cortado a vegetação, enquanto estava verde sem aplicar o veneno, e matar e contaminar tudo à volta? No fundo tiveram dois trabalhos, uma duplicação de tarefas que só mais prejuízo. E eu volto a insistir: a quem dá lucro o uso dos herbicidas? Mas esta obsessão pela morte e o ódio ao verde tem contornos absurdos. Na primavera do ano passado, escrevia aqui sobre a diabelha, planta com propriedades medicinais, que cresce naturalmente por entre o empedrado da estrada. Pois bem, até aquela erva, que não deve ter mais de um milímetro de altura, pois os carros e pessoas a pisarem não a matam, parece que incomoda esta empresa Rede Ambiente, e os seus trabalhadores, pois tiveram o cuidado de espalhar herbida na própria estrada, para matar todo o qualquer ponto verde. Basta ver o antes e o depois. 

Diabelha no empedrado

Nem a estrada escapa à aplicação do herbicida

Mas pouco tempo depois foi ainda maior a minha revolta. No meu próprio relvado, imaculadamente verde e cuidado por mim, encontrei uma mancha de relva seca, com uns dez centímetros de diâmetro, prova mais do que evidente que da pulverização, saltou herbicida para o meu terreno, a uns cinco metros de distância. 

Salpico de herbicida no meu relvado...

...a cinco metros da estrada


Quer dizer, assinei uma carta compromisso "Jardim ao Natural" da LIPOR, comprometendo-me a não aplicar pesticidas nem herbicidas no meu jardim, e vêm estes autarcas ignorantes, permitir que uma empresa privada contamine tudo aquilo que eu cuido com tanto cuidado. Mas afinal em que país é este em que vivemos? Eu volto a perguntar a quem me quiser responder: qual é a lógica da aplicação de herbicidas junto das populações, dos seus jardins e das hortas? Dêem-me uma e só uma vantagem para as pessoas da aplicação dos herbicidas. Só uma. 

Cada vez mais são conhecidos os efeitos negativos do Glifosato, o herbicida mais vendido em Portugal e no mundo, tanto para o meio ambiente como para as pessoas, em especial a sua toxicidade crónica, efeitos hormonais e cancerígenos. As consequência do uso dos herbicidas estão à vista de todos, a contaminação ambiental, problemas para a saúde de animais de pessoas, e a criação de ervas infestantes resistentes aos próprios herbicidas, uma coisa mais ou menos semelhante à resistência que o nosso corpo ganha face ao uso excessivo de antibióticos. 

A QUERCUS tem uma campanha contra o uso dos herbicidas nos espaços públicos. Até ao momento só quatro municípios e oito freguesias aderiram. Compete-nos a nós fazer força para que este estado de coisas se inverta. Eu já questionei a minha Junta de Freguesia. Certamente ficarei sem resposta, mas se muitos mais se revoltarem e insurgirem contra este envenenamento generalizado, talvez os senhores autarcas comecem a abrir os olhos. 

Eu estou em crer que encontro o grande interesse da massificação do uso dos herbicidas. Desde logo no seu fabricante, a multinacional Monsanto, e certamente estas novas empresas privadas que aplicam a fatura às Câmaras Municipais. Nós pagamos com os nossos impostos, que vão direitinhos para o bolso destes privados do "ambiente" e pagamos também com a nossa saúde.

P.S. Quase duas semanas depois da publicação deste artigo, recebi resposta do presidente da junta de freguesia, que se mostra interessado nas minhas sugestões. Ainda bem.

quinta-feira, 1 de agosto de 2013

As ervas e o relvado

Quando qualquer pessoa começa a pensar em ajardinar o espaço envolvente da sua casa, a questão do relvado coloca-se sempre. Podemos não ter muitas plantas ou flores, arbustos ou aquela árvore imponente, mas tendo só uma área verde que se possa usar como bem entendemos já dá logo outro aspeto. O que eu tinha no terreno eram basicamente as ervas que ali cresciam espontaneamente, pondo de uma forma mais simpática, tinha um verdadeiro prado autóctone!

As ervas cresciam e eu logicamente precisava de as cortar. Depois de alguma indecisão na escolha, até porque os há manuais, elétricos e a gasolina, de todos os tamanhos, feitios e preços, lá acabei por comprar um corta-relvas com o extra (até parece que estamos a falar de carros!) de fazer o "mulching", que mais não é, que moer as ervas e depois deixá-las no terreno para servirem de fertilizante naturalEntão era simples, as ervas cresciam, eu cortava, e de inverno não havia ninguém que tivesse um espaço tão verde como eu! E tinha ainda um detalhe, no dia a seguir a cortar ao corte, além de ter o espaço verde, tinha também pequeníssimas flores roxas!

Mas o problema era de verão. Grande parte das ervas de verão começavam a secar, e o que era um relvado natural denso e verde, aos poucos transformava-se em campo de futebol pelado com umas ervas lá pelo meio, e foi só por esse motivo que me decidi a transformar aquilo num relvado mais cuidado. Teria de ser aos poucos até porque o trabalho seria só para mim, mas também a coisa era mesmo para se ir fazendo até porque não estava com pressa.

A escolha foi fácil e recaiu na graminha que já conhecia muito bem até porque já tinha um pequeno espaço com ela em frente da casa. É assim popularmente conhecida por aqui, apesar de ser também conhecida por grama porque é brasileira, de nome científico Stenotaphrum secundatum. Também há quem lhe chame gramínea, que até é a uma enorme família de ervas, e talvez não seja o nome comum mais preciso.

Graminha Santo Agostinho (Stenotaphrum secundatum)

Como todas as espécies de ervas usadas nos relvados, existem vantagens e desvantagens, e depois também tem muito a ver com ir de encontro, ou não, com aquilo que se pretende. Esta espécie é acima de tudo muito resistente, podemos correr e saltar em cima dela que aguenta tudo, não morre passado uns anos, e mais importante, não necessita de muita água. Como desvantagens tem o facto de dar muita mão-de-obra pois é plantada, e depois tem que se arrancar todas as outras ervas que entretanto nascem ainda antes da gramínea enraizar, isto enquanto o relvado não fica completamente fechado. Depois de fechar está pronto e só precisa de manutenção.

Outra desvantagem, de cariz estético, é o facto de ficar um pouco esbranquiçada após o corte, e de inverno com o frio e as geadas pode não ficar com bom aspeto, daí que quando se faz o último corte, em meados de outubro, se deva fazer um corte mais alto e nunca rente.
Tem ainda uma outra especificidade, que é os rebentos novos crescem por cima uns dos outros, ou seja, é preciso mondá-la, para que não fiquemos com um tapete alto e esponjoso que irá fazer com que os novos rebentos asfixiem a parte debaixo que ficará apodrecida e branca.
É um erro comum, e vejo os meus vizinhos cometê-lo todos os anos, em que única coisa que fazem é passar o corta-relva, e quando a cortam, fazem-no demasiado rente, precisamente porque ela fica muito alta e depois o que acontece é terem o relvado, mesmo agora no verão, mais branco que verde, porque o problema reside no facto de não a mondarem nem arejarem o relvado.

Eu nunca tinha plantado relva, mas o trabalho não é cego, nem é preciso fazer um curso para saber como fazer. A primeira tarefa é cavar o terreno, retirar todas as ervas pela raiz como é o caso das ervas com raiz mais profunda como é o caso das leitugas (dente-de-leão, serralha) e da língua-de-vaca por exemplo. Basta ficar uma pequena porção de raiz na terra que rapidamente teremos uma nova planta, que teremos de voltar a arrancar!
Depois de cavado e limpo de ervas, aplana-se o terreno e começa-se então à plantação. Ter escolhido esta espécie, deu-me outra vantagem, que é não precisar de comprar visto que já tinha como disse num pequeno canteiro, e basta arrancar, cortar e plantar. Além de que, como os meus vizinhos todos também têm, e está-se sempre a arrancar muita nas bordas, e então uma vizinha foi-me sempre fornecendo e é interessante pois é dinheiro que se poupa, mais importante ainda em tempos de crise.

Plantar graminha não é das tarefas mais agradáveis de se fazer no jardim, pois temos de andar ali curvados, e demora o seu tempo, daí que como já tenha dito anteriormente, dará algum gasto de dinheiro, principalmente em mão-de-obra para quem decidir pagar para fazer o trabalho.
Custa mas tem mesmo de ser. Cortam-se pequenas partes da planta, e eu cortava sempre no mínimo dois rebentos, de preferência com boa raiz e depois planta-se, não tem nada que saber.

Nesta fase, é muito importante ir regando bastante para ela enraizar e não morrer. Custa a plantar, mas brevemente, num espaço de duas semanas teremos outro trabalho! Milhares de novas ervinhas indesejáveis nascem, como disse, ainda antes da graminha crescer!
O terreno já continha todos esses milhares de sementes à espera de terem as condições ideais para nasceram, e nós proporcionámos-lhas quando cavamos o terreno, remexendo a terra e regando abundantemente!

Nesta fase há quem recorra a herbicidas. Eu acho que uso de herbicidas um completo disparate. Porquê? É fácil, primeiro estamos a envenenar o nosso terreno, usando um método nada ecológico e muito menos sustentável. Depois, estamos a pôr em risco a nossa própria saúde, das pessoas que vivem connosco e de todos os outros animais que frequentem o espaço, pois é conhecida a relação entre os herbicidas e o cancro ou outras doenças. - Não quer ter o trabalho de arrancar as ervas à mão? - Então mas qual é pior, ter meia dúzias de ervas que não a erva que escolheu para o relvado ou estar a potenciar prejuízos graves para si, para a sua família e para todos os outros animais e plantas de sua casa?

Mês e meio depois de plantada, a coisa estará mais ou menos assim:


Depois da relva tapar completamente a terra está o trabalho feito e podemos desfrutar orgulhosamente do resultado final.Comparando o antes e o depois na parte do terreno que está pronto, muitas dores de costas depois a coisa está assim:





Mais sobre relva Santo Agostinho aqui no blogue:




P.S: Tenho desta relva Santo Agostinho para venda, em caso de interesse contacte por e-mail ou deixe comentário.