sexta-feira, 12 de junho de 2015

A morte também se veste de branco

Nas flores quase brancas das ervilhas-de-cheiro esconde-se um predador, que também ele se veste de branco, para assim, a coberto da perfeita camuflagem, preparar a armadilha e apanhar uma qualquer presa desprevenida.  A pouca sorte da traça, foi a sorte da aranha-caranguejo.











No dia seguinte nova presa cai nas suas garras. Desta vez uma abelha. O mais curioso é, como a flor murchou, desprendeu-se e deveria soltar-se, ir no vento e cair no chão. Mas como que prevendo que isso iria acontecer, a aranha prendeu a flor com um fio(vê-se na última imagem), e apesar da ventania que se fazia sentir, a flor simplesmente ficava ali a girar sem parar, mas sem cair ao chão. Verdadeiramente engenhoso. 






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