quarta-feira, 13 de maio de 2015

Campanha SOS Natureza


A Natureza tal como a conhecemos na Europa está em risco. 
ESTÁ NAS SUAS MÃOS dizer que não quer que alterem as leis que a protegem!

Na Europa existem leis fundamentais que têm como objetivo proteger o nosso património natural. A conservação da nossa natureza e vida selvagem estão dependentes destas regras.

Infelizmente, a Comissão Europeia está a considerar uma destruição destas leis, anulando anos de progresso em conservação da natureza.

Mas se um número suficiente de pessoas se juntar a nós, e disser que quer ver estas leis fortalecidas, juntos podemos impedi-los de enfraquecer a proteção da nossa vida selvagem! A Comissão Europeia está a pedir a nossa opinião sobre o assunto, e este é o momento de nos fazermos ouvir.

Com o que é que estou a concordar?
Algumas respostas às suas duvidas
Se for da imprensa clique aqui



Preencha o formulário e envie uma mensagem à Comissão Europeia

Para ajudar a conservar a vida selvagem europeia, preencha os espaços em branco e diga à Comissão Europeia que não quer que alterem a legislação atual! Insira os seus dados e clique em ATUE JÁ! Atenção que para a sua resposta ser válida, tem que clicar duas vezes, até ao botão que diz  ENVIE AS SUAS RESPOSTAS!

Fotos: White-tailed Eagle @Yathin Flickr; Mediterranean Sea @Michel Gunther/WWF; Lince @WWF Spain/Jesús Cobo; Frog @Wild Wonders of Europe/Dietmar Nill/WWF

Fonte

segunda-feira, 11 de maio de 2015

Por entre Estevas e Papoilas

Fim de semana por terras de Bragança a convite dos meus pais. Este era dos poucos distritos em Portugal Continental que não conhecia, e na verdade agora com boas acessibilidades, de carro posso-me pôr lá em duas horas, e quando não tivermos de subir e descer o Marão, mais rápido ainda será.

Paisagem completamente diferente da daqui do Douro Litoral onde vivo. Não se vê um único eucalipto, mimosa ou austrália. Não se vêem matos, silvas e terrenos ao abandono. Pelo contrário, está tudo cultivado. Foi uma curta visita de médico, mas gostei bastante e quem sabe não volte lá em breve, com muito mais tempo, para ver tudo muito mais calmamente como eu gosto.

A primeira paragem foi na albufeira do Azibo, concelho de Macedo de Cavaleiros. Basicamente só deu mesmo para fotografar a paisagem e nada pude explorar, pois esperava-me um almoço-convívio com hora marcada. Paisagem muito apelativa: a água, as árvores e os trilhos a descobrir. E o cheiro caraterísitco das estevas no ar e o salpicado de papoilas por todo o lado.






Estevas (Cistus ladanifer)
Flor da Esteva 

Depois uma noite bem dormida, e muito bem acomodado na tranquilidade de uma quinta de Bragança, fomos fazer a visita da praxe ao castelo local, sítio onde me deleitei com o enorme tapete de papoilas que florescia mesmo junto à entrada do monumento.

Castelo de Bragança
Papoila (Papaver rhoeas)



Iniciando o caminho de retorno a casa, decidi passar por Vinhais, tendo sempre do lado direito da estrada, o Parque Natural de Montezinho como companhia. Em Vinhais tinha o Parque Biológico local para visitar. Parque com poucos anos, relativamente pequeno, e que em que pouco mais de meia hora chega para ver tudo, mas que gostei muito da visita. 




Gralha (Corvus corone)
Perdiz vermelha (Alectoris rufa)


Burro Mirandês 




Javali (Sus scrofa)



Cão de gado Transmontano
Veado (Cervus elaphus) 
Centro Micológico de Vinhais

Plantas aromáticas e medicinais

Centro Interpretativo das Raças Autóctones Portuguesas

Última paragem antes de chegar a casa: Mirandela, a cidade jardim. Mas foi uma curta estada. O cansaço aliado ao muito calor que se fazia sentir (mesmo à sombra) apressou o regresso, e só deu mesmo para caminhar um pouco junto ao rio, antes de me fazer de novo à estrada. Mas deu para constatar que tudo que sítio está arranjado, florido, cuidado. Quer-me é parecer que todas aquelas palmeiras das canárias que vi (de gosto muito duvidoso) terão de substituídas, pois já apresentam as folhas secas, sinal evidente, que o escaravelho-carrasco já por ali andará a dizimá-las sem misericórdia. 



Princesa do Tua





Da visita trouxe uma recordação deste distrito, e na verdade sem grande fé que pudesse ter sorte. Foi-me impossível resistir a não trazer umas quantas estevas, que arranquei (em Azibo) e coloquei com alguma terra e água num saco plástico, fazendo quase umas papas! 

Estavas transplantadas

Passaram dois dias dentro do carro, apanhando um calor tórrido... a esperança era pouco mais do que nula. Mas na verdade, ainda chegaram verdinhas, coloquei em vasos, reguei bem, vamos ver o que sai dali, mas começo a acreditar que vou ter estevas de Bragança no meu jardim!

domingo, 10 de maio de 2015

Já há morangos!

Tinha referido aqui que tinha plantado morangos numa taça de barro própria para o efeito, e por estes dias provei os primeiros morangos, totalmente "biológicos" e posso assegurar que são muito bons! 




Só um pé morreu (vê-se na imagem) e já estou com ideias de plantar muitos mais. Isto foi só uma primeira experiência por curiosidade, mas já estou a pensar plantar mais num sítio que tenho em mente, para poder aumentar a produção caseira!

quarta-feira, 29 de abril de 2015

Lilás: arrancar rebentos e propagar

Abril é o mês do lilás, um arbusto de folha caduca, que se planta nos jardins pela sua sua floração abundante e extremamente perfumada. E eu até confesso, que sou completamente viciado em cheirar as suas flores!

Flor do Lilás (Syringa vulgaris)

Só que excluindo as semanas em que temos a floração, temos um arbusto mais ou menos ereto, e eu até nem lhe acho particular graça e ainda por cima é extremamente invasivo, pois das raízes em volta do tronco nascem novos rebentos a uma distância considerável. Hoje, ao passar por ele, vi que as últimas flores já estão a secar, e no solo, dezenas de novos rebentos irrompem.



Novos rebentos que invadem todo o espaço em volta da planta-mãe


E lá temos de pegar no sacho e arrancá-los. E devemos fazê-lo por dois motivos, o primeiro é o óbvio, se não fizermos, corremos o risco de o lilás tomar conta do espaço todo, e por outro lado, devemos também arrancar todos estes rebentos que crescem das raízes da planta, para que o tronco principal se conserve sempre bem pujante. 

Já que estamos com a mão na massa, podemos aproveitar vários destes rebentos que brotam das raízes e aproveitar para fazer quantas novas plantas quisermos. Basta unicamente meter estes novos rebentos ainda com o pau velho e meter num vaso, rega-se e já está, temos uma nova planta de forma gratuita.

Rebentos de lilás que surgem das raízes da planta

No espaço de um ano temos uma nova planta com perto de um metro!