quarta-feira, 21 de novembro de 2018

A Primeira Rua Sem Publicidade de Portugal

Uma ideia interessante:


"Rua 100 Publicidade” é um projeto inovador, desenvolvido em parceria com a Câmara Municipal de Valongo e a Junta de Freguesia de Ermesinde, tentando implementar uma rua inteira sem publicidade não endereçada. O projeto será implementado na Rua Padre Avelino Assunção e irá promover a utilização do autocolante Publicidade Não Endereçada a nível de uma rua (com aproximadamente 100 fogos habitacionais), podendo ser dado o reconhecimento de ser a primeira rua sem publicidade da Freguesia de Ermesinde, Município de Valongo e muito provavelmente, de Portugal....

Em 2017 foram produzidas na área da LIPOR cerca de 15.500 toneladas de resíduos de prospetos e folhetos publicitários. Esta produção equivale a:

– 155.000 árvores abatidas;

– 7.750.000 litros de água utilizados;

– Um consumo de energia correspondente a 775.000 lâmpadas.

Urge reduzir esta produção de papel que nos chega diariamente por correio e muitas vezes vai diretamente para reciclar!


domingo, 18 de novembro de 2018

As Árvores nas Cidades São uma Chatice, Não São?

Descubram as diferenças do que se passou Rua D. João de França em Gondomar: 


As Últimas Folhas Vermelhas do Outono



Para mim, o Outono rivaliza com a Primavera como estação mais bonita do ano, e deve-o, certamente, às caducifólias, árvores de folha caduca, que o longo do ano variam significativamente a sua paleta de cores, do vermelho, ao verde, passando pelo amarelo e laranja e o vermelho. 

Estas folhas vermelhas são de alguns Liquidambar, árvore originária da América Central e do Norte, plantados na margem esquerda do rio Douro, junto à barragem de Lever.






Dourada a Romãzeira

Em pleno Outono, a romãzeira exibe agora a sua plumagem dourada que acho lindíssima. As primeiras chuvas, que entraram em força, rapidamente aceleraram a abertura das romãs que ficam prontas a comer. 

Este não me parece que tenha sido um grande ano para romãs. Pelo menos a minha árvore não deu assim muitas, nem foram de excecional tamanho como no ano passado. 




A romãzeira mais pequena, plantada há uno ano atrás, já deu a sua primeira romã, de bom tamanho. 





Servidos?

sábado, 10 de novembro de 2018

Suculentas em Botas

Qualquer coisa que suporte a terra ou substrato para as raízes de uma planta pode servir de vaso. E uma das ideias que mais acho engraçada é aproveitar calçado já gasto e usá-lo para colocar plantas, que podem decorar pequenos espaços. Aqui ficam algumas botas em que coloquei suculentas echeveria e aeonium: 







sábado, 20 de outubro de 2018

Aranha-de-Cruz na Yucca

A meio da tarde, em casa dos meus pais, a minha mãe, olhando para uma grande teia de aranha radial, pergunta-me: 
- Já viste aquele trabalho?
E mal percebi que era uma aranha-de-cruz logo tratei de a ir fotografar! 




quarta-feira, 17 de outubro de 2018

Guias Árvores de Portugal e Europa, Insetos, Aranhas e Repéis


Há algum tempo que gostava de arranjar um bom guia sobre árvores, hoje surgiu-me a oportunidade de conseguir este "Árvores de Portugal e da Europa" a um excelente preço, tendo em conta que novo custa 25€.

Descrição:

Guia de campo que permite identificar as principais espécies europeias de árvores e de arbustos de maior porte que podem ser encontrados em Portugal e na Europa, bem como de algumas espécies ornamentais exóticas.
O texto está adaptado a Portugal, com indicação das espécies que podem ser vistas no nosso país.
São apresentadas mais de 400 espécies, das quais 335 são ilustradas a cores.
São ilustradas, em particular, diversas características sazonais e permanentes das árvores e arbustos, permitindo a sua identificação ao longo de todo o ano.
Contém uma chave de identificação para as famílias botânicas.
Guia traduzido e adaptado para Portugal pelo Prof. Luís G. Pereira, Prof. José Pissarra, Dr. Rubim Almeida da Silva e Dr. Fernando Tavares (Departamento de Botânica da Universidade do Porto).

Aproveitei e, já que a pessoa tinha outro de Insetos, Aranha e Serpentes e comprei também:




domingo, 14 de outubro de 2018

Os Eucaliptos Um Ano Depois dos Incêndios de Outubro de 2017



Passa este fim-de-semana um ano dos grandes incêndios de Outubro de 2017. Na segunda-feira seguinte, quando me dirigia para trabalho, depois de atravessar a barragem de Crestuma-Lever o cenário era completamente desolador. Tudo preto, carbonizado, um intenso cheiro a queimado no ar. Da terra ainda saía muito fumo das raízes das árvores e ainda se vislumbravam algumas chamas. No Google Maps ainda podemos ver como era o arvoredo da zona em 2015, enormes eucaliptos por todo o lado:



Tudo ardeu, tudo ficou preto. Qual será o cenário um ano depois? É isso que vos vou mostrar. Mesmo depois desta pequena ponte, que na imagem tem as barras de proteção pintadas de amarelo, o cenário é milhares de eucaliptos que germinaram das sementes. São aos milhares, e alguns já têm meio metro de altura!








Dos eucaliptos adultos que arderam e dos troncos que entretanto foram cortados, nasceram, com grande vigor novos rebentos com metros de altura:







E é este problema que temos com os eucaliptos, a contínua perpetuação da pobreza. A destruição dos solos, dos recursos hídricos, a diminuição da fauna e a flora, e os constantes prejuízos para as pessoas e para a economia. Tudo em prol de alguns, muito poucos, que enriquecem à custa da pobreza de todos os outros. 



segunda-feira, 8 de outubro de 2018

Plantar um Jardim que Tem o Poder de Mudar o Mundo



5 Maneiras de tornares o teu jardim regenerativo e o Clima Agradece:

1. Abandonar os químicos. Se não os queres no teu corpo, então não os ponhas na comida

2. Mantém o solo verde. Qualquer planta é melhor que nenhuma planta. 

3. Encoraja a biodiversidade. 

4. Planta uma horta. Consumires alimentos da tua horta significa diminuir a pegada ecológica de alimentos que viajam pelo mundo inteiro até ao teu hipermercado. 

5. Compostagem.

"Climate Victory Gardens" foi inspirado nos "Victory Gardens" plantados durante a primeira e a segunda guerras mundiais. Em 1944, quase 20 milhões de hortas produziam oito milhões de toneladas de alimentos, equivalendo a mais de 40% das frutas e vegetais frescos consumidos nos EUA na época. Essas hortas alimentavam os americanos em casa, para disponibilizar mais alimentos cultivados na agricultura para as tropas no exterior.

Adaptado daqui.