domingo, 21 de julho de 2019

Castelo de Almourol

A última saída com a associação aqui do concelho com quem faço caminhadas não foi propriamente uma caminhada, apesar de ter caminhado (até porque os seres humanos caminham não é!?) mas foi mais um passeio. O destino era o castelo de Almourol e depois a cidade de Tomar, que este ano até celebra, como o faz de quatro em quatro anos, a Festa dos Tabuleiros. E apesar deste passeio não se inserir exatamente na temática do blogue (jardinagem, plantas, natureza, ambiente, caminhadas, trilhos...) também acho que não fica mal partilhar aqui neste blogue. 

As expectativas da visita ao castelo de Almourol tinham sido postas bastante em baixo por um amigo que me disse "não esperes muito mais do que as fotografias que vêm nos livros". Mas quando lá cheguei, saí do autocarro e olhei em volta, de imediato pensei para comigo mesmo: "os 16€ da viagem já valeram a pena só por esta paisagem"!

Castelos numa ilha deve haver poucos no mundo. É verdade que depois das obras do parque de estacionamento, como me disse o senhor que fez a travessia de barco, quem chega, vê que um dos lados aquilo mais parece um pequenino curso de água feito à pressa para parecer que o castelo é rodeado pelo rio, mas antes, e eu vi fotografias no centro de interpretação templário (CITA) o castelo estava bem a meio do rio, numa ilha. 

Para visitar o castelo é preciso um bilhete único, de quatro euros, que serve para visitar o CITA, para a travessia de barco e, claro, para visitar o castelo. E aqui ficam algumas fotografias:










Rola-brava nas Traseiras de Casa

Por estes das dias cheguei a casa e vi, nas traseiras de  minha casa, duas rolas-bravas aterrarem em cima de um pinheiro-bravo e puseram-se a cuidar da plumagem. Como tinha a pequena compacta comigo, baixei-me, para elas não me verem, e comecei a tirar algumas fotografias. A distância ainda era alguma, a luz começava a rarear e a qualidade é pouca, mas dá para ver. 

A rola-brava era uma espécie muito comum em Portugal, mas, fruto de diversos fatores, mas principalmente devido à caça, quase deixou de ser avistada, e estima-se que, as suas populações tenham baixado 70% nos últimos quinze anos. 






segunda-feira, 8 de julho de 2019

Últimas Cinco Suculentas que Chegaram

Este último fim-de-semana recebi (de uma simpática oferta) mais algumas suculentas para juntar à já extensa coleção que tenho.



terça-feira, 2 de julho de 2019

Linho-de-cuco Reaparece depois dos Grandes Incêndios de 2017

Depois dos grandes incêndios de Outubro de 2017 já uma nova vegetação rasteira cobre de verde os montes em junto à barragem de Lever. E reapareceu também, de novo, o Linho-de-cuco (Cuscuta epithymum Murr.)  e salpica o verde de laranja e vermelho cor-de-fogo. O Linho-de-cuco (planta parasita) tem vários nomes, como por exemplo enleios, eu acho que lhe chamaria "Barba ruiva"!





Espada-de-São-Jorge Um Ano Depois

Foi há um ano que comprei a minha Espada-de-São-Jorge (Sansevieria). Era dois caninhos juntos que acabei por separar e colocar cada um no seu vaso. Estava assim há um ano:



E um ano volvido as plantas estão agora assim:




Como facilmente se percebe trata-se de uma planta de crescimento muito lento, daí o custo que tem, mas ainda assim, um ano depois, já tem vários novos rebentos a nascer. É uma das plantas ideias para se ter em casa, gosta de calor e de pouca água.