segunda-feira, 16 de outubro de 2017

3a Exposição / Venda Internacional de Orquídeas de Lisboa


A 3ª Exposição Internacional de Orquídeas de Lisboa, organizada pela Associação Portuguesa de Orquidiofilia, pode ser visitada entre os dias 10, 11 e 12 de Novembro, no Mercado de Santa Clara, em Lisboa. A entrada tem um custo de 2€, por dia.

domingo, 15 de outubro de 2017

Petição: Lixo Não é Água

A notícia vem no jornal DESTAK de sexta-feira, e diz-nos que a DECO PROTESTE lançou uma campanha on-line para obrigar as câmaras municipais do país, a deixar de indexar diretamente a cobrança de resíduos no volume de água consumido. 




Este sistema de cobrança pode ser muito prático mas não faz qualquer sentido. É completamente injusto e não está a premiar quem tem um comportamento ambiental responsável e sustentável. Não premeia quem separa os resíduos e/ou quem faz compostagem, e por outro lado prejudica automaticamente as pessoas. Tabela todos por igual, como se ninguém tivesse comportamentos ecológicos e responsáveis. 

Por exemplo, no meu caso. Tenho uma área razoável de jardim que tem de ser regado quase todos os dias, manhã cedo ou ao fim da noite, visto que este ano quase não tem chovido e está tudo seco, mas eu nem sequer faço as refeições em casa e consequentemente quase não tenho qualquer consumo de eletricidade nem produzo quaisquer resíduos porque faço compostagem com os restos do jardim! Ou seja, todos os meses penalizam-me na fatura da água, por aquilo que eu não estou a fazer, o que é uma verdadeira aberração. Por outro lado isto só acarreta que as pessoas se revoltem e se desmotivem a fazer a separação dos resíduos, porque ser ambientalista e defender a Natureza é muito bonito, mas ninguém gosta de ser feito de parvo. E por isso mesmo eu já assinei a petição, que vais estar disponível até 30 de Novembro:



domingo, 8 de outubro de 2017

Cores Outonais





 Nos diospireiros da Casa Allen

Susto no Jardim

Andava eu a limpar um recanto do jardim, e eis se não quando, assusto-me, porque toco em qualquer coisa que se mexeu! E o que é que era? Um sapo! Ele estava bem escondido, quase enterrado, numa zona de muita folhagem , por debaixo de um Pittosporum tobira. Depois do susto inicial, peguei na máquina fotográfia que tinha comigo, e tirei-lhe algumas fotografias. No dia seguinte já não estava no sítio onde o encontrei, mas provavelmente não deveria andar longe. 







domingo, 24 de setembro de 2017

Casa Allen

Domingo, primeiro fim-de-semana de Outono, acabei por passar pela Casa Allen, que fica na zona do Campo Alegre, a poucos metros do Jardim Botânico do Porto. Trata-se de um palacete dos anos vinte do século passado (1927), mandado construir para sua residência por Joaquim Ayres de Gouvêa Allen, 3º Visconde de Villar d'Allen (neto de Alfredo Allen) gente da alta burguesia capitalista da cidade do Porto, inserido numa zona, Campo Alegre e Boavista, toda ela, da elite portuense endinheirada. Desde 1980 que a Casa Allen é propriedade do Ministério da Cultura. 



Ainda há recantos na cidade do Porto que desconheço. Também não tenho obrigação, afinal, não sou portuense. Mas vão sendo cada vez menos, e este era um dos que desconhecia, apesar de, tantas vezes, por ali ter passado na rua António Cardoso que desagua no Jardim Botânico. E que segredos estes portões guardam atrás de si. Logo à entrada temos vários cedros, com vista para o outro lado da rua, onde está situada uma galeria de arte. 


Contornando a casa pelo lado esquerdo (virado a sul), vamos encontrar de imediato um lago , delimitado por inesperados diospireiros:










Mas é nas traseiras, a caminho da Casa das Artes, que se escondem grandes árvores, com destaque, para um enorme tulipeiro, com enormes ramos já debruçados sobre o chão. Impressionante! As fotografias não conseguem mostrar a sua dimensão. Do lado esquerdo, uma não menos enorme faia. 








O dia esteve cinzento, pouco propício a bonitas fotografias, e viria mesmo até a chover depois, quando já andava de bicicleta pelo Parque da Cidade. Mas por certo, este local será motivo de novas visitas, assim que vá para aqueles lados. Fica o conselho, se visitarem o Jardim Botânico, não vão embora sem passar pela Casa Allen. 

sábado, 23 de setembro de 2017

Por que é que as Árvores duram tão pouco Tempo nas Cidades?

Passeava pelas ruas do Porto e observava os troncos das árvores que ladeiam os passeios e lembrava-me do que Peter Wohlleben escrevia no seu livro A Vida Secreta das Árvores a propósito das árvores não crescerem tanto e durarem tão pouco tempo nas cidades. E de facto, no que à Natureza diz respeito, muitas vezes para sermos especialistas, basta que olhemos com atenção para os que no rodeia. Não é preciso ler muito, pesquisar, nem fazer nenhum curso. Basta olharmos para as coisas com olhos de ver. Basta olharmos para as árvores da cidade, tal como olhamos para aquela planta que está no escritório e vêmo-la decrepita, a resistir com pela sua sobrevivência, porque ninguém cuida dela como deve ser, ou então porque , todos, ao mesmo tempo, decidem estar sempre a regá-la. 



É absolutamente deprimente olhar para as árvores nas ruas das cidades. Muito triste. Plantam-se árvores, sem quaisquer condições. Numa terra tão compacta que nem sei como as raízes conseguem resistir. Muitas vezes colocam asfalto quase até ao tronco, ou cimento como se vê na imagem abaixo. A árvore não tem qualquer matéria orgânica, não tem húmus, não tem um ambiente humedecido, nada. Está ali à sua sorte. Sofre podas assassinas, porque as árvores estorvam as pessoas e há empresas nas cidades que têm de justificar a sua existência, e então tem de se fazer qualquer coisa, mesmo que seja mal feito. E as podas em árvores de grande porte são um duro revés, pois significa que parte das raízes vão morrer E ainda são obrigadas a passar todas as noites com luz, porque é verdade, as árvores, tal como nós, também precisam de dormir. 



Até que deixam de resistir e começam a morrer. E aos primeiros sinais são deitadas abaixo, e no seu lugar são plantadas outras, a quem espera o mesmo destino. Depois ninguém percebe, ou não quer perceber, por que é que as árvores tombam nas cidades... 

domingo, 17 de setembro de 2017

Gatinhos para Oferecer

Se eu fosse criador estava como queria! Ainda estávamos a pensar no que fazer à gata que se fixou por casa dos meus pais, ingenuamente pensando que os gatos só procriam uma vez por ano, e eis se não quando reparamos na sua proeminente barriga, que dias depois deu à luz mais cinco gatinhos, apenas cinco meses de ter tido quatro. 

E aqui deixo algumas fotografias dos gatinhos-bebé, e que fazem hoje um mês caso alguém tenha interesse em adotar algum: