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quinta-feira, 10 de junho de 2021

Em Vez de Ar Condicionado Plantemos Mais Árvores



Uma pequena experiência que fiz depois de no fim-de-semana, em Ponte de Lima ter reparado que,  ao sol, como é habitual estava imenso calor, mas debaixo da enorme alameda de plátanos estava mesmo muito fresco! 

Então experimentei o seguinte cá em casa: fui ao carro, que estava dentro da garagem, à sombra, e o termómetro indicava 33º

De seguida coloquei o termómetro ao sol, em cima do pequeno muro que delimita o espaço das tartarugas e este de imediato subiu até aos 50º

Peguei no mesmo termómetro e pousei-o debaixo da grande nespereira, que tem já uma copa assinalável e, surpresa! 28º!! 

Ou seja, a sombra de uma árvore conseguiu reduzir em à temperatura que estava na garagem! 

E é por isso que nas cidades deveriam ser plantadas muitas mais árvores, e estas deveriam ser respeitadas. Plantar árvores baixa significativamente a temperatura das selvas de pedra. A sombra de uma árvore é muito mais fresca que a sombra de um tolde, guarda-sol ou qualquer outra estrutura, porque, como sabemos quando chegamos a casa ao fim do dia, os materiais absorvem e depois libertam o calor. E basta pensar que as árvores absorvem água pelas raízes e depois esta é parcialmente devolvida à atmosfera sob forma de vapor de água através das folhas, criando uma frescura ao seu redor uma frescura natural. 

sábado, 26 de maio de 2018

Que Praça tão Inóspita... sem uma única Árvore

Um curto fim-de-semana por Lisboa a passear. Há dezoito anos estive por lá dois meses, mas como à sexta-feira tinha de voltar para norte, basicamente só conheci as estações de Metro e os maiores centros comerciais onde ia fazer compras. 

Fiquei alojado na zona da baixa e fui dar o passeiozinho de turista, a pé, descendo da rua Augusta até chegar à Praça do Comércio e avistar o rio Tejo e a ponte, lá ao longe. 

Subi o Arco da rua Augusta e, lá de cima, avistava toda a praça, salpicada de turistas que pareciam formiguinhas andando de um lado para o outro. A praça é todo um enorme espaço completamente cimentado. Não tem um bocadinho de terra à vista, não tem uma única árvore, um bocadinho de sombra que seja, tirando claro, os toldes das esplanadas. 

Praça do Comércio

Rua Augusta

Rio Tejo, Ponte 25 de Abril e Cristo Rei