Já há muito tempo que não trazia aqui um novo capítulo desta série, e então cá vai. Este é um pouco diferente do habitual mas não deixa de nos mostrar como a Natureza toma conta de tudo que o Homem abandone. Aqui no caso calçado que a vizinhança atira para o monte como se não tivéssemos contentores e ecopontos a cem metros. Lamentável mas isto ainda acontece no Portugal do século XXI.
domingo, 13 de dezembro de 2020
Limpar o Monte Sem Fazer Fogueiras
Cortamos o mato mas, ao contrário do que toda a gente aqui na aldeia faz, não lhe chegamos o fogo. Empilhamos em cima de uma zona cimentada, porque esta era zona por onde passavam as cestas que transportavam o carvão das Minas do Pejão em Castelo de Paiva para a Central da Tapada do Outeiro que fica aqui na aldeia. E neste terreno vizinho tinha um antigo poste por onde passavam essas cestas, e este cimento era a base de sustentação do poste.
Toda a gente corta o mato e chega-lhe o fogo. Nessas alturas o fumo de todas essas fogueiras é tanto que mais parece que toda a aldeia está a ser consumida por um incêndio. E fala-se muito em aquecimento global, em libertação de CO2 mas as pessoas pouco se estão borrificando para isso. Faz-se o que é mais prático, seja fazer queima de resíduos em casa, deitar lixo que deveria ir para o contentor ou ecoponto no meio do monte ou, aqui no caso queimar tudo.
Pois nós não queimamos a enorme quantidade de mato que cortamos, mas sim empilhamos, e, mesmo tendo sido em cima de cimento, todo aquele mato passado um ano já está quase todo decomposto, porque se irá transformar naturalmente em excelente composto orgânico. No ano passado enchemos sacos de composto. Este ano eu resolvi transportar alguns carros-de-mão para usar este mato decomposto como cobertura de solo junto das árvores. Isto tem dois benefícios, por um lado cobre o solo e impede as ervas de crescerem, por outro irá fertilizar de forma natural as árvores.
quinta-feira, 10 de dezembro de 2020
2020 é o Ano dos Sapos!
Esta será a sexta publicação que faço este ano aqui no blogue sobre sapos! Cá por casa vejo-os em todo o lado e hoje foi mesmo de manhã quando saía de casa para o trabalho. Não resisti e tirei-lhe uma fotografia, porque acho que a pose insólita merece. Pena não me ter lembrado de ter colocado ao lado dele a minha joaninha-bucólica que agora anda sempre comigo na mochila!
Sedum hirsutum em Concha
Como já devem ter percebido, eu gosto mesmo muito deste Sedum hirsutum, planta autóctone que costumo ver frequentemente por aqui no grande Porto nas encostas das estradas. Aproveitando para espairecer um pouco no feriado, fui recolher mais uns pés para colocar no meu canteiro das suculentas porque os que já lá estavam estão a propagar-se muito bem.
Eu levo sempre comigo uma faca para fazer de espátula, e retiro da rocha toda aquela porção de terra onde a planta está agarrada. Também não acho má ideia trazer algumas pedrinhas em forma de placas e depois colocar as plantas em cima, porque se é onde elas nascem será onde melhor gostarão de estar em nossas casas.
Com uma pequena planta acabei por colocar numa concha do mar (que veio do Algarve pelas mãos das minha mão) e fazer este pequeno arranjo.
terça-feira, 8 de dezembro de 2020
Tamus comnunis - Norça-preta
segunda-feira, 7 de dezembro de 2020
Compras: Dracaena e Sansevieria
A meio da semana aproveitei a hora de almoço e passei num horto perto do trabalho onde nunca tinha ido. Não resisti e trouxe uma Sansevieria zeylanica para oferecer à minha mãe e ainda trouxe estas duas pequenas Dracenas:
As duas Espadas-de-São-Jorge dos vasos dos lados e que já estão com este tamanho são do pequenino vaso que comprei em Ponte de Lima em 2018.
quarta-feira, 2 de dezembro de 2020
Na Sombra do Dragão
Abrigadas pelo Agave dragão (Agave attenuata) exibem-se a Echeveria mandala e a Echeveria lilacina (a tal oferta de casamento ).
Uma Bicicletada Bucólica no Confinamento - Praia de Melres
Primeiro fim-de-semana prolongado de feriado da independência com tolerância de ponto na segunda-feira e eu basicamente passei os dias a jardinar. Ontem, véspera de dia de trabalho é que decidi que tinha que desconfinar a bicicleta e ir dar uma volta que para tirar a ferrugem à bicicleta e aos meus músculos e arejar um pouco da rotina do dia-a-dia.
Decidi então a ir até aqui perto, à Praia de Melres e aproveitar o sol depois de almoço.


















