sábado, 30 de janeiro de 2016

A Magnólia do Ardina

Ontem sexta-feira. Aquela hora da manhã deveria estar a trabalhar, fechado dentro de quatro paredes, e não de máquina fotográfica ao ombro aproveitando aquela luz de inverno espetacular sobre a cidade do Porto. Aproveitei o tempo que ainda tinha e fui à Praça da Liberdade, especificamente, para fotografar uma das muitas magnólias caducas híbridas (Magnolia soulangeana) que começaram a florir pela cidade. 



E já que falo na Praça da Liberdade, não posso deixar de referir que as flores destas magnólias, são agora  o que de muito pouco florido por lá existe, e que é pena. Onde antes das obras de requalificação existia o verde da relva e os jardins floridos, existe agora unicamente cimento. Escolhas arquitetónicas muito questionáveis no meu modesto entender.



A magnólia em questão, é a que está junto da estátua do ardina, junto da Igreja dos Congregados e da Estação de São Bento. O tempo era pouco, não dispunha de muito tempo para procurar os melhores ângulos, e principalmente esperar que as dezenas de pessoas (muitas vezes turistas) que por ali se deslocam, para os seus trabalhos ou a passeio, saíssem fora do enquadramento.






domingo, 24 de janeiro de 2016

"Flora"


Escultura "Flora" (1904) de António Teixeira Lopes




Encontramos esta obra, de homenagem a José Marques Loureiro, famoso horticultor do século XIX, no Jardim da Cordoaria, próximo da Torre dos Clérigos, na cidade do Porto. Este horticultor foi responsável pelo desenvolvimento do Horto das Virtudes, e co-autor do "Jornal de Horticultura prática" publicado entre 1870 e 1892. 



Passei por lá hoje e verifiquei que o jardim está em obras. É bem provável que lá volte, quando as obras estiverem terminadas, e depois ilustre aqui no blogue mais este espaço jardim histórico da cidade do Porto.  

sábado, 23 de janeiro de 2016

Jasmim - A florir no Inverno

Neste fim-de-semana, em fins de janeiro, pleno inverno, estão, um pouco por todo o país, vinte graus. Daí que não seja invulgar que aconteçam verdadeiros fenómenos do Entroncamento. As plantas não têm nenhum calendário ou agenda, onde tomam nota quando devem florir. Não, regem-se, tal como todos os outros seres vivos pelo estado do tempo e  pelas temperaturas.



O meu jasmim costuma começar a florir na primavera, em finais de Março, e depois novamente no verão. Mas este ano decidiu florir em pleno inverno, em meados de Janeiro! 






sábado, 16 de janeiro de 2016

Cobra no Botânico do Castelo

Pequeno passeio pelo Parque Botânico do Castelo em busca de, - quem sabe? motivos bucólicos para fotografar. E estava a pensar em musgos, líquenes, cogumelos, nas traseiras do pequeno parque, que desemboca no rio Douro. Coisas desse género. 

Mas foi já quando regressava da visita, que ouvi rugir qualquer coisa atrás de mim. E qual não foi a minha surpresa quando me deparo com uma cobra junto ao muro de pedra de laje.

Como me aproximei para a fotografar, a cobra adotou uma postura defensiva e começou a subir o muro. Mas não se escondeu logo. Depois de estar junto das pedras, e poderia facilmente entrar por elas adentro, primeiro, tentou intimidar-me, como que bufando enquanto que se encolhia atrás da cabeça. E então sim, passado um bocado resolveu mesmo esconder-se por entre as pedras.








O meu conhecimento de cobras é nenhum, como tal se alguma pessoa minimamente entendida passar por aqui e chegar a uma identificação agradeço que me diga. 



Suculentas na varanda

Início de ano chuvoso, até hoje quase nada tinha feito no jardim, precisamente porque o tempo também não o tem permitido ao fim-de-semana. Neste novo ano limitei-me a abrigar as suculentas na varanda, porque elas podem morrer com as geadas, que ainda não começaram a cair este ano, mas que quando começam, caem em força em minha casa. 





Além das geadas temos também de ter em conta a saraiva, que quando cai marca as folhas muito tenras das suculentas, deixando-as com muito mau aspeto.