segunda-feira, 25 de fevereiro de 2019

Exposição de Camélias do Porto 2019


Nos dias 2 e 3 de março, a Estação de Metro de São Bento transforma-se num jardim florido. O acesso é livre.

A inauguração da 24.ª edição da Exposição de Camélias do Porto está marcada para as 14,30 horas de dia 2 de março (sábado). Este ano com o tema A Camélia na Cidade, a mostra volta a apresentar em concurso várias espécies e exemplares da flor. Serão premiadas a "Melhor Camélia" e a "Melhor Camélia de Origem Portuguesa". Como habitualmente, os vencedores serão revelados logo após a abertura da exposição, numa cerimónia agendada para as 15,30 horas.

A riqueza biológica, artística e patrimonial das camélias serve também de mote para um programa com propostas de acesso livre e dirigidas a todas as idades, que inclui música, dança, teatro, um mercado e muitas oficinas.

A animação começa logo na quinta e sexta-feira que antecedem a exposição, com atividades na estação de metro mas também na estação ferroviária, nas ruas da Baixa e em outros locais da cidade.

A exposição, bem como toda a animação paralela são organizadas pela Câmara Municipal do Porto (através do Pelouro da Inovação e Ambiente) e a Associação Portuguesa das Camélias. Esta edição antecede a grande festa dos 25 anos do evento, agendada para 2020.

PROGRAMA

domingo, 17 de fevereiro de 2019

Palmeira a Crescer no Tronco de um Tulipeiro

Se não é o maior, é certamente o maior tulipeiro que conheço da cidade do Porto e que está no espaço da Casa Allen.


E não sei a quantos metro lá bem acima, germinou uma semente de palmeira das canárias, e alimenta-se do tronco da árvore... Qualquer coisa de muito curioso!


# Árvores que Nascem no Tronco de Outras Árvores - Amargoseira

# Loureiro Cresce em Tronco de Austrália

segunda-feira, 4 de fevereiro de 2019

quinta-feira, 31 de janeiro de 2019

Exposição de Camélias e Orquídeas - Sintra



O terreiro do Palácio Nacional de Sintra acolhe, no fim de semana de 9 e 10 de fevereiro, a “Exposição de Camélias e Orquídeas”, organizada pela Parques de Sintra, em colaboração com a Associação Portuguesa de Camélias (APC) e o Clube dos Orquidófilos de Portugal (COP). Antecipando a chegada da primavera, esta colorida mostra anual, de entrada gratuita, visa promover o valor botânico associado às camélias e orquídeas em Sintra e conta com um vasto programa de atividades, como visitas guiadas, workshops, espetáculos e demonstrações.


Este ano, o evento é dedicado ao Japão, país com fortes ligações culturais a Portugal, desde há vários séculos, que se refletem, nomeadamente, no gosto pelas várias espécies de camélias e orquídeas oriundas do continente asiático que são cultivadas nas quintas, jardins e casas portuguesas desde o séc. XIX.


domingo, 20 de janeiro de 2019

Mais uma Echeveria e uma Pachyphytum

Sexta-feira passada, saí do trabalho e passei num horto a caminho de casa para comprar substrato universal para bonsai. Aproveitei e fui dar uma vista de olhos e pronto, acabei a trazer mais duas pequenas suculentas para casa. Mais uma Echeveria (3,75€) que creio não ter, e uma Pachyphytum oviferum (4,95€) que tem umas folhas que fazem lembrar amêndoas daquelas cobertas de açúcar que se comem por alturas da Páscoa. 




domingo, 13 de janeiro de 2019

Corvo-marinho na Estátua da Maria da Fonte



Estava a passear junto à ria de Aveio, a chegar junto ao lago com a estátua da Maria da Fonte, quando ao longe vejo um corvo marinho em cima da estátua, a espraiar as longas asas de costas para o sol. De imediato saco da minha pequena compacta que tinha no bolso e disparo sobre ele. Fui-me aproximando mas os bichos (estavam outros dois em baixo) não se intimidaram minimamente.

Identificar um corvo-marinho-de-faces-brancas (Phalacrocorax carbo) não tem engano. É uma ave aquática, relativamente grande, quase toda preta que, ou está a fazer voos rasantes sobre a água e parece um enorme bombardeiro, ou então está estacionado em terra, com as suas longas asas abertas a apanhar sol. 






quarta-feira, 2 de janeiro de 2019

O Homem Abandona - A Natureza Toma Conta (18)

Descia de carro a avenida central de Aveiro e comecei a reparar numa casa antiga, muito bonita com azulejos nas paredes, mas com o andar de cima já com paredes cimentadas. O que me chamou ainda mais a atenção foi a quantidade de fetos que cresceu no telhado!, e não é por acaso pois este lado é o que está virado a norte e não apanha sol.