terça-feira, 19 de abril de 2022
A Pérgola de Glicínias em Flor do Jardim Botânico do Porto
domingo, 17 de abril de 2022
Borboletas no Lilás
domingo, 10 de abril de 2022
A Primeira Ginkgo Filha da Rainha das Virtudes
Num certo domingo andava eu a apanhar sementes de chão quando passam por mim duas senhoras. E haveriam de regressar e, intrigadas, perguntar-me o que é que eu andava ali, no Jardim das Virtudes a apanhar do chão.
Lá lhes expliquei que junto a mim estava a maior ginkgo biloba de Portugal e uma das maiores da Europa. Falei-lhes que é considerado um fóssil vivo, que sobreviveu às bombas atómicas no Japão, e que as suas folhas são usadas nas infusões para prevenir a perda de memória e favorecer a circulação do sangue.
Como já por aqui terei contado, nas cidades plantam-se quase só árvores masculinas, propagadas por estaquia, porque a modernidade não aceita muito bem os frutos nauseabundos das árvores fêmeas, o que, diga-se, não favorece em nada a riqueza genética.
Eu apanhei dezenas de sementes e depois fui retirando as danificadas ou que flutuavam na água, até porque também tinha em mente vender algumas sementes.
E posteriormente enterrei algumas sementes. E não fiz mais nada. Não fiz escarificação, não coloquei no frigorifico para quebrar a dormência, nada. Coloquei-as na terra e esperei. Pacientemente.
E a paciência é uma grande qualidade. E alguns meses depois eis tenho a primeira árvore bebé, uma ginkgo, filha da Rainha das Virtudes. Que orgulho! Veremos agora como vai evoluir.
domingo, 3 de abril de 2022
Mentha suaveolens ou Hortelã-Fura-Muros!
Impressionante a persistência das plantas. Esta hortelã, que cresce no terreno do outro lado do muro resolveu atravessá-lo para ver as vistas deste lado!
(do lado esquerdo cresce uma pêra-meloa, que a minha mãe cuida com estima porque gosta bastante)
domingo, 27 de março de 2022
Ninho de Vespa Asiática
Passeio passeio de bicicleta com amigo junto à Praia de Melres. Ao passarmos junto ao rio e debaixo de umas grandes árvores parte de um ninho de vespa asiática. Peguei nele (se calhar não deveria porque eles são atingidos com uma feromona misturado com inseticida) e tirei estas fotos para perceber mais em pormenor como é construído.
Ciência do Acaso: Propagação de Fotínias
No Outono passado, de uns restos de podas de fotínias fiz umas estacas. Arranjei um garrafão plástico, cortei a parte de cima e espetei lá montes delas. Mas depois ainda sobraram umas quantas. Então como não tinha nada à mão, espetei-as na areia que envolve o lago das minhas tartarugas.
E, sem querer, tive uma conclusão muito interessante.
Das estacas colocadas no garrafão com terra, somente uma pegou (ou pelo menos não secou). Das estacas que coloquei na areia, até ao momento estão todas pegadas!
Então a conclusão é simples ainda que haja outro fator de diferenciação, que foi a localização. Acho que os resultados são assinaláveis: mais do que não lhe atribuiria assim tanta importância. Acho que melhor do que colocar na terra, as estacas (pelo menos as de fotínia mas também já tinha essa erceção de outras experiências) pegam muito melhor na areia do que em terra.
sábado, 26 de março de 2022
Roselha-Grande em Flor
Foi em Abril do ano passado que arranjei roselha-grande (Cistus albidus) uma planta autóctone, espontânea em Portugal mas que, no entanto, não há por aqui no distrito do Porto. Comprei na net a um particular e plantei-a em frente da casa onde apanha sol dia todo. E um ano depois, cá está ela, linda, toda em flor! As flores duram cerca de um dia, e é ver o chão pintado de rosa das pétalas caídas no chão. E tem a enorme vantagem de, sendo um arbusto autóctone, está perfeitamente ambientado ao nosso clima não sendo preciso fazer nada.
Esta planta é da família de uma outra que já tinha, o sargaço (Cistus salviifolius L.)









