domingo, 19 de novembro de 2023
domingo, 12 de novembro de 2023
Ginkgo biloba: Será que Plantei um Macho?
Cinco meses depois de ter plantado uma Ginkgo biloba no terreno, chegamos a Outubro e ela começa a ficar toda amarelinha. Mas outras que tenho ainda não, estão ainda verdes e as próprias folhas têm um formato muito menos recortado, assemelhando-se mais aos tão falados leques.
Há Ginkgo bilobas macho e fêmeas e até, algo que pouca gente saberá que, esta espécie contemporânea dos dinossauros, tem até árvores transsexuais! É verdade! Há árvores macho que se transformam em fêmeas.
Para se ter a certeza só observando as flores ou os frutos e, só décadas depois é que temos a certeza de estar na presença de uma árvore feminina ou masculina.
Contudo, pela observação que vou fazendo, bem como pelo que fui lendo, sei que as árvores masculinas ficam com as folhas amarelas primeiro, ao passo que a fêmea, a Rainha das Virtudes no Porto, de onde recolhi as sementes, só fica totalmente verde em meados de dezembro, como fica bem ilustrado nesta fotografia:
terça-feira, 7 de novembro de 2023
A Botânica de 97 Anos que Cuida de Plantas Raras
domingo, 5 de novembro de 2023
Jardim do Paço Episcopal
Há já uns bons anos que estava para ir a Castelo Branco, especificamente para dar uma vista de olhos no Jardim do Paço Episcopal, que está classificado como monumento nacional. Nos últimos anos, por este ou aquele motivo, esse passeio foi sempre sendo adiado mas acabou por acontecer nestas férias, numa viagem em que atravessei Portugal de Aveiro a Almeida, fui até Sevilha e voltei a entrar em Portugal pelo Algarve e regressei depois pelo Alentejo.
Cheguei junto do Jardim do Paço, que também tem o nome de Jardim de São João Baptista, por a ele ser dedicado, ao início da tarde, já o sol aparecia bem alto e de frente, tornando muito complicada a tarefa de fotografar a entrada, visto estar em contraluz com o sol pela frente.
No folheto que trouxe do Centro de Interpretação (na imagem acima) fiquei a saber que os terrenos onde está situado o jardim fazia parte "de uma vasta e complexa unidade agrária, paisagística e estética que costumava designar-se por "logradouros do Paço Episcopal de Castelo Branco" e transcrevendo:
"No século XVII, esta unidade era composta por dois olivais, uma vinha, a coelheira, o bosque, as hortas ajardinadas (atual Parque da Cidade) e o jardim propriamente dito - sendo que todo este complexo circunda - e protegia - a residência do bispo.
O Paço serviu de residência permanente a vários bispos da Guarda e, a partir de 1771 até 1831, aos da recém criada Diocese de Castelo Branco. A partir de 1834 foram instalados vários serviços públicos no Paço e os logradouros conheceram então um abandono sem precedentes. Em 1911, como consequência da Lei da Separação do Estado da Igreja, o Jardim do Paço passa para a tutela da Câmara Municipal, por arrendamento.
No ano seguinte, para comemorar o segundo aniversário da Implantação da República, abre as suas portas ao público no dia 5 de Outubro. Finalmente, em 1919 é comprado e passa para a propriedade municipal.
O Jardim do Paço Episcopal foi mandado construir pelo bispo da Guarda, D. João de Mendonça, cerca de 1720, depois da sua chegada de Roma, onde vivera três anos.
Desconhece-se o paradeiro do risco primitivo (provavelmente perdido com o terramoto de 1755) bem como o autor dele. Admite-se, porém, que possa ter sido um arquiteto italiano.
Em termos formais, o jardim divide-se em quatro espaços diferentes, mais ligados por diversos pontos de articulação e cujo elemento comum é a água: a entrada, o patamar do buxo, o jardim alagado e o plano superior.
O Jardim do Buxo tem planta retangular e constitui o patamar principal. Divide-se em 24 talhões, limitados por sebes e banquetas de buxo, e tem implantados 5 lagos, com repuxos, em alusão às 5 chagas de Cristo. Além disso ostenta um elevado número de estátuas, organizadas por percursos iconográficos, como se o visitante tivesse diante dos olhos um autêntico compêndio material e espiritual do Mundo.
No lado oposto, para Poente, impõe-se outra escadaria monumental na qual desfilam os apóstolos - identificáveis, pelo símbolo do seu martírio. Ao fundo, no patamar, estão os quatro evangelistas e os animais que os identificam segundo a leitura do Apocalipse.
Por esta escadaria alcança-se o patamar superior do jardim. Este plano constituiu uma alusão permanente à água e ao seu poder purificador. Moisés encima a cascata que jorra para o tanque grande".
sábado, 4 de novembro de 2023
Das Camélias
domingo, 10 de setembro de 2023
Uma Habitação para Viver e Comer
Bonsai Regressa dos Mortos
Fiquei muito triste. A verdade é que não tenho andado muito em cima dos bonsais. Estão em casa dos meus pais e é mais a minha mãe que os vai regando. E chamou-me a atenção que este ulmeiro (Ulmus pavifolia) que me foi oferecido por uma namorada há 22 anos estava completamente seco. Foi um choque.
Levei-o para minha casa e tentei um tratamento de choque. Enfiei-o dentro de uma cuba com água das tartarugas (muito rica) até deixar de borbulhar e deixei-o debaixo da laranjeira.
Dias e dias completamente seco ali abandonado. Eu mesmo já lhe tinha feito a extrema-unção e entregado a alma ao criador. Já tinha pensado inclusive como aproveitar aquele tronco seco e fazer qualquer coisa com ele.
Mas eis que, subitamente, regressa da morte e minúsculas novas folhas começam a brotar! É evidente que algumas partes morreram. Mas está vivo e neste momento é o que mais importa.
quarta-feira, 6 de setembro de 2023
Suculentas em Flor: Stapelia
Ontem tinha-a fotografado porque o botão estava tão grande que quase parecia querer explodir.
A minha mãe tinha comprado esta Stapelia há algumas semanas que acabou por desabrochar hoje, neste dia de fortes emoções...
sábado, 12 de agosto de 2023
Festival de Jardins de Ponte de Lima 2023 - Jardins Saudáveis
Mais um ano, mais uma visita ao Festival Internacional de Jardins de Ponte de Lima. Este ano o tema a concurso é Jardins Saudáveis. E são estes os jardins que estão a concurso até final de Outubro













