segunda-feira, 4 de janeiro de 2021
Floresta de Aloe Arborescens
domingo, 3 de janeiro de 2021
Algo Não Está a Funcionar no Combate à Vespa Asiática (2)
"Tal dia de Natal, tal dia de Ano Novo" diz a sabedoria popular e no primeiro dia do ano esteve um lindo dia de sol ainda que frio. Durante a semana quando ia a caminho do trabalho vi o que me parecia ser uma lata em cima de uma árvore, mas observando depois melhor, fiquei boquiaberto, tratava-se sim mas era de um ninho de vesta asiática, o maior dos que tinha visto. Então no primeiro dia do ano, logo pela manhã resolvi ir caminhar um pouco para aquela zona já com intuito de o fotografar.
sábado, 2 de janeiro de 2021
No Mundo Encantado dos Fungos
Ontem, depois de almoço, e logo no primeiro dia do ano, e porque mudou o ano mas continua tudo na mesma no que se refere a vivermos neste período de pseudo-confinamentozinho em que nos querem em casa às 13h ao fim-de-semana, resolvi ir dar uma caminhada aqui pela aldeia, fazendo inclusive algumas centenas de metros do percurso que fazia todos os dias para ir para a escola primária, e continuei depois por uma zona junto ao rio Dour (que já há muito por ali não passava) e que no meu modesto entender poderia e deveria ser revitalizada com grande valorização para a nossa terra, onde as pessoas poderiam fazer um belo trilho para caminhar ou andar de bicicleta, mas que em vez disso está completamente ao abandono, infestada por mimosas que já começam a florir.
Além do prazer da caminhada no primeiro dia do ano, acabei por descobrir um verdadeiro mundo encantado de cogumelos em velhos troncos apodrecidos. Aqui ficam as fotografias conjuntamente com a Joaninha Bucólica que agora me acompanha!
As Motoroçadoras Ecológicas
segunda-feira, 28 de dezembro de 2020
O Absurdo Abate de Árvores em Gondomar
As árvores são de uma tremenda generosidade pois é graças a elas e ao incrível processo que se chama fotossíntese que permite aos seres humanos e restantes animais possam respirar oxigénio e existir. Sem árvores não teriam existido seres humanos, sem árvores eles deixarão de existir. A maior das prioridades para os seres humanos deveria então ser proteger as árvores, mas, infelizmente, como sabemos, não é isso que tem vindo a acontecer.
É pois com grande estupefação e até revolta que vejo que se deitam árvores abaixo como quem troca de camisola. Não há um mínimo de sensibilidade. Em segundos um qualquer idiota deita abaixo uma árvore que demorou anos a crescer e não importa que depois outra ali seja colocada no mesmo local. As coisas deveriam ser pensadas a longo prazo, deveria-se proporcionar as melhores condições às árvores para que possam crescer e desenvolver-se nas melhores condições e ali estarem a proporcionarem-nos oxigénio por muitas décadas ou centenas de anos.
Estamos num tempo de plantar e semear árvores, não num tempo de as abater e nos tornarmos ainda mais pobres. Mas vamos aos exemplos. Junto ao Cais e Marina da Lixa em Covelo, na estrada nacional que por ali passa, havia um quase túnel de plátanos. Não sei bem porquê, deitaram-nas todas abaixo (se há uma explicação lógica e racional eu não consigo encontrar):
Mas isto não é de agora, aliás, já há dois anos tinha aqui falado de um outro abate de árvores, noutra freguesia, em São Cosme, onde para ajeitarem a rua decidiram simplesmente deitar as árvores todas abaixo!
domingo, 27 de dezembro de 2020
Sementes de Gilbardeira Germinadas!
Bagas de gilbardeiras que caíram e estavam todas germinadas. Vou pegar nelas e colocar numa bordadua que fiz em volta das paletes de compostagem, porque é uma zona sombreada e as gildardeiras gostam mais de sombra ou meia-sombra. Não são lindos estes bebés?
Algo Não Está a Funcionar no Combate à Vespa Asiática
No dia de Natal aproveitei o bom tempo e levantei cedo. Meti a bicicleta no carro para ir queimar umas calorias da noite de consoada, mas também com a ideia de ir fazer uma coisa que já há semanas andava para fazer: fotografar vários ninhos de vespa asiática e também tirar algumas fotografias sobre o atentado que a autarquia por aqui tem cometido sobre as árvores. Mas para já este texto será só sobre as vespas asiáticas.
Acho que no geral todas as pessoas têm conhecimento sobre a vespa asiática ou vespa velutina (nome científico). Tem sido muito difundido, até várias mortes que infelizmente têm acontecido porque algumas pessoas ficam picadas, mas também tem sido noticiado o grave problema para a biodiversidade porque esta invasora está a dizimar as nossas abelhas, e por consequência também a causar graves prejuízos aos apicultores. E é do conhecimento geral que já há alguns anos os ninhos estão a ser destruídos no sentido de travar a sua propagação.
Ora, o que me deixa bastante perplexo é constatar que ninhos que já tinha visto no ano passado, neste outono e depois das folhas terem caído, os tenham revelado novmente, sinal que nada foi feito! Só no caminho casa-trabalho passo por, pasmem-se!, quatro ninhos de vespa asiática! Será que as pessoas que ali vivem não sabem o que é um ninho de vespa? Ou será que andam todos só a olhar para o chão e não vêem as árvores? Ou será que vêem mas depois não fazem nada? Estamos a falar de uma estrada nacional, por onde passam por ali milhares de pessoas todos os dias. E as pessoas responsáveis, presidentes de junta e restantes trabalhadores, pessoas da proteção civil, guardas da GNR, toda essa gente que está mais sensibilidade e informada para este problema, o que andam a fazer?
Algo não está a funcionar para as pessoas não reportarem todos os ninhos que avistam e para que não sejam o mais rapidamente destruídos. A mensagem precisa passar, é preciso sensibilizar toda a população, mas é também preciso que os responsáveis façam alguma coisa. E não, a pandemia neste caso não serve de desculpa. Como referi estes ninhos já cá estavam desde o ano passado, bem antes da pandemia ter começado. Mais, um dos ninhos está mesmo dentro do terreno da central da EDP na barragem de Crestuma-Lever, o que denota um completo alheamento das pessoas para o problema.
O que fazer então quando alguém avistar um ninho de vespa asiática? Podemos fazer de várias formas. Eu preferi reportar no site do Instituto de Conservação da Natureza e Florestas, em STOPVESPA.PT porque me pareceu mais simples. No site consta toda a informação necessária, por exemplo, fichas das diferentes espécies de vespas e dos seus ninhos para melhor se poder identificar corretamente. O site disponibiliza duas formas de preencher os avistamentos, para cidadãos em geral e também para os municípios. Depois de abrimos estamos a poucos passos de registar o avistamento, quer se trate de sinalizar o avistamento de vespas ou de um ninho. Basta só preencher o nosso nome, e-mail, telefone, distrito e concelho e depois anexar fotografias do local onde o ninho se encontra bem como sinalizar no mapa. Em menos de cinco minutos temos o registo efetuado.
Em alternativa podemos contactar a Linha SOS Ambiente e Território (808 200 520), a junta de freguesia ou a câmara municipal ou até a própria GNR.
quarta-feira, 23 de dezembro de 2020
Um Dia Haverá - à Conversa Com Bagão Félix
Por mais que as várias de centenas de milhares de pessoas reunidas num pequeno espaço procurassem desfigurar aquela terra em que se apinhavam; por mais que cobrissem a terra de pedras para que nada crescesse, por mais que arrancassem cada ervinha que nascia; por mais que a defumassem com carvão de pedra e com petróleo; por mais que cortassem as árvores e enxotassem todos os animais





















